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Nas quadras

Penalty amplia presença no basquete e firma parceria inédita com a Federação Bahiana

Marca brasileira aposta em novas alianças regionais para fortalecer o esporte e mira expansão do basquete no Nordeste

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A Penalty anunciou um novo passo na consolidação de sua presença no basquete nacional, firmando parceria inédita com a Federação Bahiana de Basquete (FBB) e ampliando acordos com as federações Mineira e Paulista. A marca será a bola oficial e fornecerá os uniformes de arbitragem nas competições estaduais até 2026, no caso da Bahia, e até 2028 nos demais estados.

O acordo simboliza um avanço para o basquete nordestino, que há anos busca fortalecer sua base. Para o presidente da FBB, José Lopes de Araújo, o vínculo com a Penalty é um marco da atual gestão.

“Pretendemos, nesses três anos, desenvolvermos muitos projetos. Desde escolinhas até competições oficiais, inclusive tentando sediar campeonatos de nível nacional”

Em Minas Gerais, o contrato também tem caráter estratégico. O presidente da Federação Mineira, Leonardo Saraiva, destacou que a modalidade vive um momento de retomada, com o retorno do campeonato adulto, a reativação do basquete feminino e o incentivo ao 3×3, formato olímpico que cresce em popularidade.

Já em São Paulo, a renovação do histórico contrato com a Federação Paulista de Basquete reforça uma parceria de 42 anos, marcada pela confiança e continuidade. Para a Penalty, os acordos regionais são reflexo de um projeto nacional de desenvolvimento esportivo. “Cada região tem sua identidade. Apoiar as federações estaduais é essencial para fortalecer a base e impulsionar o basquete brasileiro como um todo”, explicou Felipe Joseph, coordenador de Relações Esportivas da empresa.

Fundada em 1970, com duas fábricas na Bahia e uma na Paraíba, a Penalty reafirma com essas parcerias sua condição de marca genuinamente brasileira comprometida com o esporte e com a produção nacional. Ao investir no basquete baiano, a empresa volta a dialogar com suas origens e reforça um movimento de valorização regional que pode abrir novas oportunidades para atletas e projetos locais.

Nas quadras

Salvador Basketball ganha espaço na TV aberta em momento importante para o basquete feminino

Transmissão nacional reforça visibilidade da modalidade e coloca equipe baiana em evidência na LBF

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O Salvador Basketball volta à quadra neste domingo diante do ADRM Maringá pela fase classificatória da Liga de Basquete Feminino 2026, em confronto que terá transmissão ao vivo da TV Brasil.

A partida, disputada em Maringá, acontece em um contexto delicado para as duas equipes. O time baiano chega pressionado após a dura derrota para o Sampaio Basquete, enquanto a equipe paranaense também tenta se recuperar depois de tropeço diante do Campinas.

O jogo simboliza um movimento importante para o esporte feminino brasileiro: a ampliação de espaço na televisão aberta. Em um país onde a maior parte da cobertura esportiva ainda concentra atenção no futebol masculino, a presença constante da LBF na programação nacional ajuda a fortalecer visibilidade, mercado e identificação do público com a modalidade.

Para o Salvador Basketball, a exposição ganha peso ainda maior. O clube representa um cenário esportivo baiano que busca ampliar protagonismo para além do futebol, em uma capital historicamente rica em talentos, mas que ainda enfrenta dificuldades estruturais em modalidades coletivas femininas.

A iniciativa da EBC de transmitir regularmente a LBF e outras competições femininas acompanha uma transformação gradual no consumo esportivo brasileiro. O público passou a demandar mais diversidade de modalidades, personagens e narrativas, especialmente aquelas ligadas ao esporte praticado por mulheres.

Ainda assim, os desafios permanecem evidentes. Diferenças de investimento, calendário, estrutura e cobertura seguem impactando diretamente o desenvolvimento do basquete feminino nacional. Nesse cenário, a televisão pública assume um papel estratégico ao oferecer espaço que muitas vezes não encontra prioridade nas grandes grades comerciais.

A transmissão começa às 10h45 na tela da TV Brasil (retransmitida pela TVE na Bahia), além de TV por assinatura, parabólica, app TV Brasil Play e YouTube.

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Nas quadras

Tenista baiana de 12 anos disputa Banana Bowl em busca de pontos no ranking nacional

Julia Batista Ferreira, de Salvador, participa de tradicional torneio juvenil em São Paulo com apoio da Sudesb

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A jovem tenista baiana , de 12 anos, vai representar a Bahia no , competição juvenil que será disputada entre os dias 16 e 22 de março em . O torneio é um dos mais tradicionais do calendário infantojuvenil e reúne atletas de diferentes regiões do país.

Moradora do bairro de , em , Julia ocupa atualmente a 11ª posição no ranking nacional da categoria 12 anos e chega à competição em busca de pontos importantes para melhorar sua colocação.

A atleta iniciou no tênis em 2023, treinando em quadra pública no bairro da , e rapidamente se destacou no cenário estadual. Hoje, já soma o título de bicampeã baiana da categoria infantojuvenil.

A participação no torneio nacional conta com apoio da , que viabilizou as passagens para a viagem ao interior paulista.

Para a família da atleta, o incentivo é decisivo para ampliar as oportunidades no esporte. Além de competir em alto nível, Julia terá no torneio mais uma experiência importante no processo de formação esportiva.

Em modalidades como o tênis, onde o calendário competitivo exige deslocamentos frequentes, a presença de jovens atletas baianos em eventos nacionais também revela um movimento gradual de fortalecimento da base — etapa fundamental para que novos talentos possam surgir no cenário esportivo brasileiro.

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Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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