A Xsports deu um passo estratégico para se consolidar como uma das principais janelas do esporte brasileiro ao anunciar, nesta semana, a aquisição dos direitos de transmissão da 56ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, em 2026. A emissora exibirá 56 jogos da maior competição de base do país, tanto na TV aberta quanto em seu canal no YouTube, reforçando uma aposta clara no desenvolvimento e na visibilidade dos jovens atletas.
A proposta da Xsports inclui cobertura multiplataforma desde a fase de grupos, com conteúdos especiais voltados à revelação de talentos. Um gesto coerente com a importância histórica da Copinha, torneio que já serviu de vitrine para nomes como Neymar, Kaká, Vinicius Jr., Raí, Cafu e Rogério Ceni. O calendário prevê a transmissão de uma semifinal e da final, marcada tradicionalmente para 25 de janeiro, no Pacaembu. Atual campeão, o São Paulo defenderá o título conquistado em 2025 após vitória sobre o Corinthians.
Para Thiago Garcia, diretor comercial, a estreia da emissora na Copinha representa o compromisso da Xsports com a base. Ele destaca que o investimento fortalece tanto o futuro do futebol brasileiro quanto o próprio canal, que aposta na formação de novas vozes para a comunicação esportiva.
Além da Copinha, a emissora confirmou a transmissão do 56º prêmio ESPN Bola de Prata, no dia 8 de dezembro, ao meio-dia. Reconhecida como uma das premiações mais tradicionais do país, a cerimônia homenageia os melhores jogadores do Brasileirão masculino e feminino. A exibição será feita em parceria com a ESPN, com entrevistas exclusivas e participações de nomes do futebol nacional.
A Corrida Internacional de São Silvestre chega ao seu centenário como o evento mais tradicional do atletismo brasileiro, reunindo milhares de corredores e encerrando o ano esportivo no país.
Quando acontece 📅 31 de dezembro de 2025 (terça-feira) ⏰ Largadas a partir das 7h25
Onde assistir 📺 TV Globo 📺 TV Gazeta Transmissão ao vivo desde as primeiras largadas até a chegada dos vencedores na Avenida Paulista.
Horários de largada
7h25 — PCD (cadeirantes)
7h40 — Elite feminina
8h05 — Elite masculina
8h06 — PCD (demais categorias)
8h08 — Pelotão premium
8h10 — Pelotão geral (em ondas)
Percurso 📍 15 km, com largada e chegada na Avenida Paulista Passa por pontos históricos como Pacaembu, Praça da República, Theatro Municipal, centro histórico e subida da Brigadeiro.
Números da edição centenária
55 mil atletas inscritos
Corredores de 48 países
Prova criada em 1925 por Cásper Líbero
Destaques históricos
Quênia: 34 títulos na história
Brasil: 16 títulos
Último campeão brasileiro: Marílson Gomes dos Santos (2010)
Mulheres representam quase metade das inscrições em 2025
A São Silvestre 2025 reforça seu papel como símbolo do esporte brasileiro, unindo tradição, diversidade e resistência em uma das maiores corridas de rua do mundo.
A trajetória de Roberto Rivellino, um dos nomes mais influentes da história do futebol brasileiro, ganha um olhar atento e afetivo no documentário “Rivellino 80”, que estreia no dia 5 de janeiro, às 20h, na TV Cultura. Produzido pelo Departamento de Jornalismo da emissora e dirigido por Vladir Lemos, o filme celebra os 80 anos do ex-jogador (completados em 1º de janeiro) e mostra a vida do craque dentro e fora de campo.
A narrativa parte de um gesto íntimo. Conduzido pelo próprio Rivellino, o documentário se inicia com uma visita ao Memorial recém-inaugurado em sua casa, onde estão reunidos objetos, camisas, troféus e lembranças que ajudam a compreender a dimensão humana por trás do ídolo. A partir daí, o longa costura memória pessoal e história do futebol brasileiro.
Nas dependências da própria TV Cultura, Rivellino revisita dois jogos que marcaram sua carreira. O primeiro é o Corinthians x Palmeiras de 1971, uma das viradas mais emblemáticas da história do clássico paulista. Em seguida, o foco se volta para a final da Taça do Atlântico de 1976, entre Brasil e Uruguai, no Maracanã — uma partida tensa, marcada por confusão e que entrou para o imaginário do futebol sul-americano.
Rivellino: um nome na história
Para o público baiano, o documentário dialoga também com uma memória pouco conhecida, mas significativa. Em 13 de junho de 1976, Rivellino vestiu a camisa do Vitória em um amistoso histórico disputado na Fonte Nova.
Na ocasião, jogadores do Fluminense e do Vitória formaram um combinado para enfrentar uma seleção de estrangeiros que atuavam no futebol brasileiro. Sem uniforme próprio, o time entrou em campo com a camisa rubro-negra, dando origem ao simbólico “Flu-Vi”. Rivellino dividiu o campo com nomes como Paulo Cézar Caju, Carlos Alberto Torres e Dirceu, além de jogadores do Vitória, como Osni e Altivo.
Combinado Fluminense/Vitória (1976) — Em pé, da esquerda para a direita: Andrada, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto Pintinho, Joãozinho, Altivo e Rodrigues Neto. Agachados: Osni, Rivelino, Paulo Cézar Caju, Fischer, Dirceu, e o massagista Gaguinho.
A partida terminou com vitória do combinado Flu/Vitória por 3 a 1, e teve um roteiro especial para a memória local: após o time estrangeiro abrir o placar, Osni empatou, depois Rivellino marcou o gol da virada no início do segundo tempo e o próprio Osni fechou o marcador. Foi a única vez que Rivellino atuou vestindo a camisa do Vitória. Um detalhe que conecta o craque à história do futebol baiano.
Homenagem merecida
Tricampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1970 e ídolo eterno de Corinthians e Fluminense, Rivellino é apresentado no documentário como personagem central de uma era em que o esporte ajudava a construir identidade, linguagem e símbolos nacionais. O documentário propõe uma leitura sobre o papel do futebol como patrimônio cultural e sobre como figuras como Riva ajudam a entender o esporte como linguagem social, política e afetiva.
A NBA dará mais um passo para se aproximar do público brasileiro na temporada 2025/2026. A liga anunciou que o canal da NBA Brasil no YouTube transmitirá uma partida por semana, sempre às segundas-feiras, de forma gratuita. A iniciativa amplia o acesso ao principal campeonato de basquete do mundo e reforça uma estratégia que combina visibilidade, diversidade de plataformas e novos hábitos de consumo esportivo.
Além do YouTube, os jogos da temporada estarão distribuídos entre Prime Video, ESPN, Disney+ e o NBA League Pass, serviço oficial da liga. A proposta é clara: permitir que diferentes perfis de fãs encontrem a NBA onde já consomem conteúdo, seja no streaming pago, na TV por assinatura ou em plataformas abertas e digitais.
O calendário também foi segmentado por tipo de competição. A fase de Play-In terá transmissão integral pela ESPN/Disney+. Já os Playoffs poderão ser acompanhados tanto no Prime Video quanto na ESPN/Disney+, ainda com definição de agenda. Eventos especiais, como a rodada de Natal e o All-Star Weekend, serão exclusivos da ESPN/Disney+, enquanto as Finais da NBA ficarão sob exclusividade do Prime Video.
O movimento revela uma leitura estratégica do mercado brasileiro. Ao espalhar seus jogos por diferentes ambientes, a NBA amplia seu alcance, dialoga com públicos diversos e fortalece parcerias comerciais em um país onde o basquete cresce em audiência, prática e engajamento digital.
A presença consistente nas redes sociais e nos canais próprios complementa essa estratégia. Os fãs podem acompanhar conteúdos, notícias e transmissões por meio do site NBA.com/Brasil, do aplicativo oficial da liga e das contas da NBA Brasil no Instagram, TikTok, Facebook e YouTube.