Mundial de Clubes

Fluminense tem o jogador mais velho, o mais baixo e o mais alto do Mundial de Clubes

Fábio, Soteldo e Ramalho formam o trio que faz do Fluminense o time dos extremos no torneio

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Poucos times na Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025 carregam tanta diversidade em seu elenco quanto o Fluminense. Entre os 32 participantes da competição, o time carioca ostenta marcas simbólicas: tem o jogador mais velho, o mais baixo e o mais alto do torneio. E essas diferenças, longe de serem apenas curiosidades, dizem muito sobre a trajetória e os projetos que o Tricolor construiu para chegar ao topo.

O veterano Fábio, aos 44 anos, é o atleta mais velho do torneio. Ele não é apenas uma figura de liderança — é também uma testemunha viva da história recente do futebol. Em 1997, ainda como promessa da Seleção Brasileira Sub-17, foi campeão mundial com apenas dois gols sofridos em seis jogos. Quase três décadas depois, o camisa 1 segue ativo, com regularidade e prestes a alcançar uma marca histórica: igualar Peter Shilton como o jogador com mais partidas oficiais na história, segundo a IFFHS. Em uma entrevista ao The Players’ Tribune ele relatou como os 27 anos de carreira no futebol profissional passaram voando.

“Joguei com Ronaldinho, vi o início do Xavi e do Forlán. É uma longa estrada, e continuo sonhando em campo”

Se Fábio representa a longevidade e a consistência, o recém-chegado Yeferson Soteldo encarna a ousadia e a leveza. Com apenas 1,60m, o venezuelano chegou ao Mundial com o desafio de ser decisivo nas transições rápidas do Fluminense, mas uma lesão o tirou de combate. Ele divide o posto de jogador mais baixo do torneio com o brasileiro Kaio César, do Al Hilal.

Na outra ponta da régua está Gustavo Ramalho, reserva da posição de Fábio e dono de impressionantes 2,01m de altura. Ainda em início de carreira, o jovem goleiro é símbolo de uma transição natural pensada pelo clube, que valoriza a formação de atletas, mas também reconhece a importância da experiência disputando um torneio da Fifa.

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