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No pódio

Carol Sousa coloca o kickboxing baiano no topo da América Latina

Atleta disputa outras duas competições internacionais em maio

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O kickboxing da Bahia tem um novo nome de destaque no cenário internacional: Carol Sousa. A atleta nascida em Salvador e patrocinada pela Petrobahia via programa FazAtleta, conquistou o título do WGP Kickboxing 79, evento considerado o mais importante da América Latina na modalidade. A vitória foi conquistada diante da brasiliense Eduarda Guimarães, na categoria até 64kg, em duelo realizado em Brasília.

Com o resultado, Carol soma pontos no ranking profissional da World Association of Kickboxing Organizations (WAKO), uma das entidades mais respeitadas do mundo das lutas.

“Desde que comecei, sempre acompanhei o WGP e sonhava em lutar nesse palco. É uma vitrine para quem quer chegar ao MMA ou alcançar grandes feitos no kickboxing”

Ainda neste mês de maio, ela representa o Brasil na European Cup em Zagreb, na Croácia, e na 10ª edição da Turkish World Cup, em Istambul, na Turquia. Em agosto, encara um dos maiores desafios da carreira: a participação no World Games, em Chengdu, na China — competição reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional. A vaga foi conquistada com méritos no Pan-Americano de Santiago, no Chile, ao superar adversárias de todo o continente.

No pódio

Ulan Galinski vence Taça Brasil de Ciclismo e conquista bicampeonato da competição

Atleta da Chapada Diamantina abre temporada com vitória no Rio e soma pontos importantes no ranking mundial

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Natural do distrito de , na , Galinski ocupa atualmente a 15ª posição no ranking mundial da modalidade. Segundo o ciclista, competições desse nível são estratégicas para manter a regularidade entre os principais nomes do mountain bike internacional.

A vitória também faz parte da preparação para compromissos mais exigentes do calendário. O baiano tem como próximos objetivos o , em abril, e etapas da , previstas para maio, na .

Desde 2022, Galinski conta com apoio institucional do governo baiano por meio da , incluindo o programa Bolsa Esporte e suporte logístico para participação em competições nacionais e internacionais.

A trajetória do atleta reforça o potencial do interior da Bahia na formação de talentos do ciclismo. Em um esporte marcado por altos custos de preparação e deslocamento, iniciativas de incentivo público e a consolidação de atletas como Galinski ajudam a ampliar a presença brasileira nas principais provas do circuito mundial.

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No pódio

Delegação baiana conquista 29 medalhas nos Jogos Escolares Brasileiros

Time de 191 jovens representou o estado em 16 modalidades e destacou-se nas artes marciais em Uberlândia (MG)

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A Bahia encerrou sua participação nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025 com 29 medalhas conquistadas em nove modalidades, reafirmando a força de uma geração de jovens talentos que começa a se destacar no cenário nacional. Realizada em Uberlândia (MG), a competição reuniu mais de 10 mil atletas de todo o país e contou com 191 estudantes-atletas baianos, divididos em 16 modalidades.

Entre os grandes destaques estão as artes marciais, responsáveis por 18 das 29 medalhas — com forte presença no judô, karatê e wrestling. A lutadora Alexia Amorim, de 13 anos, moradora de Itapuã, conquistou a prata no estilo livre do wrestling e celebrou o resultado como um marco pessoal: “Após a conquista, a gente reconhece que todo o esforço vale a pena. Estar no pódio de uma competição como essa é muito gratificante”, disse.

Outro nome em ascensão é o de Lyoto Lima, também de 13 anos, natural de Pojuca e bolsista do programa Bolsa Esporte, do Governo da Bahia. Ele garantiu o bronze no kata do karatê, sua segunda medalha consecutiva nos JEBs. “Conseguir subir de série e competir de igual para igual com os melhores mostra o quanto evoluí”, avaliou o atleta.

A ginástica artística também fez história com Enzo Lima, de 13 anos, aluno da Escola Estadual Maria Romana Calmon, no Engenho Velho de Brotas. Ele conquistou bronze nas barras paralelas, a primeira medalha da modalidade para o estado. “É difícil ver a ginástica da Bahia representada em grandes eventos, então esse pódio tem um sabor especial”, afirmou o jovem ginasta.

As 29 medalhas da Bahia foram divididas em 5 de ouro, 10 de prata e 14 de bronze, em modalidades que incluem ainda futsal, natação, ginástica rítmica, voleibol e xadrez. Os resultados reforçam o impacto do trabalho de base e da política pública esportiva no estado, com apoio da Superintendência dos Desportos (Sudesb) e da Secretaria de Educação, responsáveis por custear passagens e uniformes da delegação.

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Nas águas

Uri Valadão conquista o bicampeonato mundial de bodyboard depois de 17 anos

Mesmo eliminado nas quartas, baiano garantiu o título após rivais caírem nas semifinais

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O baiano Uri Valadão voltou a fazer história neste sábado (25) ao conquistar o título mundial de bodyboarding de 2025, coroando uma trajetória marcada por resistência, técnica e amor ao esporte. Mesmo após ser eliminado nas quartas de final do Gran Canaria Frontón King, o atleta viu seus dois principais adversários na disputa pelo troféu — o espanhol Armide Soliveres e o francês Pierre Louis Costes — caírem nas semifinais. O resultado foi suficiente para garantir o bicampeonato mundial, 17 anos depois de sua primeira conquista, em 2008.

A vitória simbólica de Uri ganha peso ainda maior pelo contexto. O Frontón King, disputado no mítico pico de Gáldar, nas Ilhas Canárias, é considerado o evento mais desafiador e técnico do circuito. Foi lá, entre ondas poderosas e tubos perfeitos, que o baiano mostrou novamente a força de um competidor completo — capaz de unir a experiência de um veterano à ousadia que marcou sua carreira.

Uri não segurou a emoção ao conquistar o título (Foto: Reprodução | IBC World Tour)

“Perdi uma bateria acirrada. No final das contas tive que torcer para os outros adversários. O título voltou depois de 17 anos. Inacreditável. Obrigado Brasil, toda família”

Com o novo título, Uri reafirma o protagonismo brasileiro no bodyboarding mundial e encerra uma temporada de retomada, em que superou adversidades físicas e emocionais. Aos 38 anos, ele mantém viva a bandeira do esporte na Bahia e no Brasil, inspirando uma nova geração de atletas que vê, em sua trajetória, um exemplo de longevidade e consistência.

Com a conquista, o “baiano voador” se consolida como um dos maiores nomes da história da modalidade e entra definitivamente para o seleto grupo de bicampeões mundiais, reforçando a tradição brasileira nas ondas mais radicais do planeta.

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