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Nas águas

Pedro Scooby vence Gigantes de Nazaré 

Carioca pega onda de mais de 18 metros e fatura o principal prêmio do evento

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No último domingo (13), o surfista Pedro Scooby venceu o troféu de maior onda masculina na 7º edição dos Gigantes de Nazaré. Realizado em Portugal, o carioca desbancou o compatriota Will Santana nos momentos finais do evento, ao surfar uma onda de mais de 18 metros de altura. 

Ao todo, 21 surfistas participaram do campeonato – maior número até hoje. Os atletas foram divididos em trios com pilotos de jet-skis ajudando nos resgates. Scooby ficou com a equipe amarela, junto com Lucas Chumbo e Lucas Fink. Chumbo também foi premiado com a melhor performance individual dos Gigantes de Nazaré 2025. Na categoria feminina, Michelle Des Bouillons pegou a maior onda, com 16,80 metros, superando a paranaense Michaela Fregonese. 

As disputas foram com emoção até o fim. Durante grande parte do evento, quem liderava o ranking era Will Santana, com um paredão de 17,62 metros. Porém, na última sessão, Scooby conseguiu encontrar a maior onda do campeonato e virou o jogo no apagar das luzes, garantindo o título para a equipe amarela.

Campeão no ano passado e atual vice do Nazaré Big Wave Challenge, principal campeonato de ondas gigantes do mundo, junto com seu compatriota Lucas Chumbo, Pedro Scooby, aos 36 anos, vive um dos seus melhores momentos da carreira em competições com uma sequência incrível de resultados. 

Foto | Damien Poullenot/World Surf League

Nas águas

Conheça a história de Jacky Godmann: da canoa em Itacaré à medalha mundial

Baiano de 27 anos conquista a prata no Mundial de Poznan e chega ao Brasileiro de Canoagem Velocidade como um dos nomes da nova geração da modalidade

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Menos de uma semana depois de conquistar a primeira medalha em um Campeonato Mundial, o baiano Jacky Godmann já encara outro desafio. O canoísta de Itacaré disputa, a partir desta quinta-feira (3), o Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade e Paracanoagem, em Lagoa Santa, Minas Gerais.

Ao lado de Gabriel Nascimento, Jacky foi prata no C2 500m do Mundial de Poznan, na Polônia, com o tempo de 1min39s81. A dupla terminou apenas 58 centésimos atrás dos campeões Zakhar Petrov e Ivan Shtyl. A medalha também representa a evolução de uma parceria que havia ficado perto do pódio um ano antes, com o quarto lugar no Mundial de Milão.

Uma história construída em Itacaré

Nascido em Itacaré, em 1999, Jacky cresceu na comunidade de Porto de Trás em uma família ligada à canoagem. Começou a remar aos oito anos e enfrentou dificuldades financeiras durante a infância, chegando a ajudar a família na venda de caranguejos pescados pela avó.

A morte da mãe, Valdirene, em 2012, fez o atleta se afastar temporariamente do esporte. A retomada veio com o incentivo do amigo Maico dos Santos e, posteriormente, a mudança para São Paulo abriu caminho para resultados nacionais e internacionais.

Em 2014, Jacky foi campeão brasileiro pelo Flamengo. Cinco anos depois, venceu cinco provas no Sul-Americano de Ibarra, no Equador. A evolução o levou às grandes competições da modalidade e, em 2021, ao primeiro pódio em uma etapa de Copa do Mundo, com bronze ao lado de Isaquias Queiroz.

Duas Olimpíadas e agora um Mundial

Jacky estreou nos Jogos Olímpicos em Tóquio, substituindo Erlon Souza na parceria com Isaquias. Mesmo com pouco tempo de preparação, os dois chegaram à final do C2 1000m e terminaram em quarto lugar. O baiano também competiu no C1 1000m.

Para Paris 2024, ajudou o Brasil a conquistar a vaga olímpica no C2 500m ao lado de Filipe Vieira. Nos Jogos, voltou a formar dupla com Isaquias e chegou novamente à final, terminando em oitavo.

O novo ciclo trouxe a parceria com Gabriel Nascimento. Em 2026, os dois conquistaram bronze na Copa do Mundo de Szeged e chegaram à prata no Mundial de Poznan. Jacky também integrou o C4 brasileiro que foi vice-campeão em Montreal.

A trajetória ajuda a explicar o peso da medalha mundial. Jacky não surgiu de uma estrutura pronta nem chegou ao alto rendimento por um caminho linear. Entre a infância em Itacaré, duas Olimpíadas e anos de resultados internacionais, o baiano transformou uma relação familiar e comunitária com a canoagem em uma carreira de alto nível.

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Nas águas

Surfe ganha transmissão gratuita até 2027 com parceria entre WSL e Pluto TV

Acordo amplia alcance do Circuito Banco do Brasil de Surfe e coloca baterias masculinas e femininas em plataforma aberta

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O surfe brasileiro ganha mais espaço na televisão e no streaming. A World Surf League (WSL) fechou uma parceria com a Pluto TV para transmitir gratuitamente o Circuito Banco do Brasil de Surfe até o fim de 2027.

A estreia acontece nesta sexta-feira (4), em Guarapari, no Espírito Santo. A etapa, válida pelo Qualifying Series (QS), terá transmissão ao vivo de todas as baterias masculinas e femininas, das primeiras fases até as finais.

Mais visibilidade para os atletas

As transmissões serão realizadas pelo canal Pluto TV Esportes 2, com o sinal oficial da WSL, incluindo narração, comentários e os grafismos produzidos pela liga.

O acordo é relevante principalmente para os atletas que buscam espaço no cenário internacional. O Circuito Banco do Brasil é uma das principais portas de entrada para o QS e funciona como caminho para o Challenger Series, etapa importante na formação da próxima geração da chamada Brazilian Storm.

A parceria também representa uma mudança de alcance. Com uma plataforma gratuita, o circuito deixa de depender exclusivamente de públicos já familiarizados com o surfe e pode chegar a novos espectadores.

Circuito em expansão

A parceria contempla as duas etapas restantes da temporada de 2026 e todo o calendário de 2027. Depois de Guarapari, ainda haverá mais uma etapa neste ano, com local a ser definido.

O crescimento do circuito também chama atenção. Entre 2022 e 2028, estão previstas 33 etapas. O número representa aumento de 54% na quantidade de eventos e amplia a presença da competição, que já passou por nove estados brasileiros.

A etapa de Guarapari começa às 8h nos dias 4, 5 e 6 de setembro. A programação pode sofrer alterações de acordo com as condições do mar e do clima.

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Bruno Jacob vence no Guarujá e amplia liderança no Sul-Americano de Jet Waves

Baiano conquista mais uma etapa, abre vantagem no ranking e mantém disputa pelo título continental

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O baiano Bruno Jacob venceu mais uma etapa do Campeonato Sul-Americano de Jet Waves. O piloto terminou no topo do pódio neste domingo (30), no Guarujá, em São Paulo, e ampliou para mais de 20 pontos a vantagem na liderança do ranking.

A vitória foi construída após um período de preparação voltado principalmente à inovação das manobras. Na modalidade freeride motosurf, os pilotos são avaliados pela execução de movimentos técnicos e aéreos sobre as ondas.

Bruno tem uma carreira marcada por títulos nacionais, uma conquista mundial e participações em competições na América do Sul, Europa e Estados Unidos. O resultado no Guarujá reforça a presença brasileira entre os destaques internacionais da modalidade.

“Foi muito treino, como sempre, e ainda mais dessa vez para inovar nas manobras. Uma longa viagem e um trabalho árduo de toda equipe”

O francês François Lavergne ficou em segundo lugar na etapa, seguido pelo argentino Franco de Aza. Ainda restam quatro etapas para o fim do Sul-Americano. A próxima será em Florianópolis, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro.

Antes disso, Bruno disputa o Wavedaze, nos Estados Unidos, entre 14 e 18 de outubro. A sequência de competições mantém o baiano em uma rotina internacional e com a possibilidade de ampliar uma trajetória já marcada por vitórias e títulos.

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