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Nos campos

Copinha 2025: quatro times baianos na maior vitrine do futebol de base do País

Bahia, Vitória, Vitória da Conquista e Estrela de Março estão prontos para a 55ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior

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A Copa São Paulo de Futebol Júnior, principal torneio de base do Brasil, está pronta para sua 55ª edição, com início em 2 de janeiro de 2025. Entre os 128 clubes participantes, quatro equipes baianas entram em campo carregando a tradição do estado e a esperança de revelar novos talentos: Bahia, Vitória, Vitória da Conquista e Estrela de Março.

O Bahia foi alocado no Grupo 16, com sede em Capivari, ao lado de Capivariano-SP, Madureira-RJ e Sergipe. O Tricolor terá um desafio equilibrado, mas sua força histórica na base é um trunfo para avançar à fase eliminatória. Já o Vitória, no Grupo 8, com sede em Cravinhos, enfrentará Comercial-SP, Retrô-PE e São José-RS. O Rubro-Negro, tradicional na competição, busca recuperar o protagonismo em uma chave desafiadora.

O Vitória da Conquista, no Grupo 21, sediado em Guaratinguetá, terá como adversários Atlético Guaratinguetá-SP, Grêmio-RS e Porto Vitória-ES. Representando o interior baiano, o Bode promete lutar para surpreender em uma chave com nomes fortes. Já o Estrela de Março, debutando na Copinha, enfrentará Estrela-SP, América-MG e Piauí no Grupo 26, sediado em Salto. A equipe encara o torneio como uma oportunidade de mostrar sua capacidade em nível nacional.

Além de preparar os clubes para a vitrine do futebol nacional, a Copinha traz histórias de superação e rivalidades que fazem do torneio uma experiência única. A grande final, no dia 25 de janeiro, será no Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, marcando a tradição do aniversário da cidade.

Confira os grupos da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2025:

Grupo 1 – Votuporanga
Votuporanguense, Botafogo, Floresta-CE e Fast Clube-AM

Grupo 2 – Santa Fé do Sul
Santa Fé, Cuiabá, IAPE-MA e Ponte Preta

Grupo 3 – Tanabi
Tanabi, Santa Cruz, Operário-PR e o Força e Luz-RN

Grupo 4 – Bálsamo
Mirassol, Criciúma, Rio Branco-ES e Capitão Poço-PA

Grupo 5 – Franca
Francana, Atlético-MG, Nova Iguaçu e Guarani

Grupo 6 – Brodowski
Bandeirante-SP, Azuriz-PR, Tuna Luso-PA e Botafogo-SP

Grupo 7 – Araraquara
Ferroviária, Santos, Jaciobá-AL e Tirol-CE

Grupo 8 – Cravinhos
Comercial, Vitória, Retrô-PE e São José-RS

Grupo 9 – Tupã
Tupã, CRB, Brasiliense e Água Santa

Grupo 10 – Lins
Linense, Fluminense, Coimbra-MG e Inter de Limeira

Grupo 11 – Jaú
XV de Jaú, São Paulo, Picos-PI e Serra Branca-PB

Grupo 12 – Tietê
Comercial Tietê-SP, América-RN, Juventude e Operário Caarapó-MS

Grupo 13 – São Carlos
São Carlos, Cruzeiro, Imperatriz-MA e Real Brasília

Grupo 14 – Itapira
Itapirense, Atlético-GO, América-RJ e Portuguesa

Grupo 15 – Porto Feliz
Desportivo Brasil, Coritiba, Dom Bosco-MT e Hercílio Luz-SC

Grupo 16 – Capivari
Capivariano, Bahia, Madureira-RJ e Sergipe

Grupo 17 – Osasco
Audax, Athletico-PR, Mazagão-AP e Ferroviário- CE

Grupo 18 – Votorantim
Votoraty, ABC-RN, Genus-RO e Novorizontino

Grupo 19 – Barueri
Oeste, Palmeiras, Santa Cruz-AC e Náutico-RR

Grupo 20 – Embu das Artes
Referência-SP, Sport, Boa Vista-RJ e Cascavel-PR

Grupo 21 – Guaratinguetá
Atlético Guaratinguetá, Grêmio, Porto Vitória-ES e Vitória da Conquista

Grupo 22 – Taubaté
Taubaté, Goiás, Marcílio Dias-SC e Inter de Minas

Grupo 23 – Mogi das Cruzes
EC São Bernardo, Flamengo, Zumbi-AL e Cruzeiro-PB

Grupo 24 – Suzano
União Suzano, Avaí, Red Bull Bragantino e União Araguainense-TO

Grupo 25 – Santana do Parnaíba
Fortaleza, Carajás-PA, Ituano e São Bento

Grupo 26 – Salto
Sfera-SP, América-MG, Estrela de Março-BA e Piauí

Grupo 27 – Santo André
Santo André, Corinthians, Rio Branco-AC e Gazin Porto Velho-RO

Grupo 28 – Itaquaquecetuba
Aster Itaquá, Vila Nova, Dourados-MS e Falcon-SE

Grupo 29 – Guarulhos
Flamengo-SP, Internacional, Barra-SC e América-SE

Grupo 30 – SP (Ibrachina)
Ibrachina, Náutico, Monte Roraima-RR e Araguacema-TO

Grupo 31 – SP (Juventus)
Juventus, Ceará, Trindade-GO e Portuguesa Santista

Grupo 32 – SP (Nacional)
Nacional-SP, Vasco da Gama, Canaã-DF e XV de Piracicaba

Nos campos

Álbum da Copa 2026 chega às lotéricas e amplia acesso, mas impõe restrições ao público jovem

Venda nas unidades da CAIXA facilita distribuição, mas levanta debate sobre acesso de crianças e adolescentes

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A corrida pelas figurinhas da Copa do Mundo de 2026 começa antes mesmo de a bola rolar — e, desta vez, com um novo ponto de distribuição. A rede de lotéricas da CAIXA passa a vender oficialmente o álbum e os pacotes de cromos a partir de 30 de abril, ampliando o alcance do produto em todo o país.

Com cerca de 13 mil unidades espalhadas por mais de 95% dos municípios brasileiros, a inclusão das lotéricas na venda fortalece a capilaridade e aproxima o produto de públicos que nem sempre têm acesso fácil a bancas ou livrarias. Para o torcedor baiano, especialmente no interior, a novidade tende a facilitar o acesso e reforçar um hábito cultural que atravessa gerações.

O modelo segue o padrão das últimas edições: cada pacote com sete figurinhas custa R$ 7, enquanto o álbum sai por R$ 24,90. Ao todo, são 980 cromos, sendo 68 especiais — um número que mantém o desafio de completar a coleção e, ao mesmo tempo, sustenta o alto custo final para os colecionadores.

Mas a novidade chega acompanhada de uma limitação importante. Por exigência do Estatuto da Criança e do Adolescente, a venda nas lotéricas será restrita a maiores de 18 anos. Na prática, isso cria um paradoxo: um produto historicamente associado ao público infantil passa a ter barreiras justamente em um dos canais mais acessíveis do país.

O movimento revela dois caminhos. De um lado, a ampliação da distribuição fortalece o mercado e democratiza o acesso geográfico. Do outro, expõe uma contradição entre o perfil tradicional do consumidor e as regras de comercialização.

Enquanto isso, o ritual segue o mesmo: abrir pacotes, trocar repetidas e tentar completar o álbum. A Copa ainda não começou, mas, para muita gente, a competição já está em curso — agora também na fila da lotérica.

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Nos campos

Vitória reage contra arbitragem após derrota e aumenta pressão na CBF

Clube promete entrar com representação junto à CBF e diretoria ataca comissão de árbitros

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A derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, fora de casa, não terminou com o apito final para o Vitória. O clube deixou o campo com críticas contundentes à arbitragem e anunciou que vai formalizar uma nova representação junto à CBF, ampliando um movimento que já vinha desde jogos anteriores.

O principal ponto de contestação foi o pênalti marcado ainda no primeiro tempo, considerado inexistente pelos jogadores e pela comissão técnica. O lance gerou reação imediata, com o zagueiro Cacá afirmando que houve valorização do contato por parte do adversário.

Além disso, o Vitória questiona decisões disciplinares ao longo da partida. O clube entende que houve falhas graves de critério, especialmente em dois lances que, na avaliação interna, eram passíveis de expulsão e terminaram apenas com cartões amarelos, sem revisão do VAR.

A insatisfação foi além do campo. O técnico Jair Ventura cobrou o uso mais efetivo da tecnologia, enquanto o presidente Fábio Mota adotou um tom mais direto ao criticar a condução da arbitragem e a própria estrutura da comissão responsável.

Em nota, o clube detalha os lances contestados e afirma ter sido prejudicado pela segunda partida consecutiva, o que motivou a decisão de acionar formalmente o Comitê de Arbitragem. Dentro de campo, o resultado mantém o Vitória sem vencer como visitante e estacionado na parte intermediária da tabela, com 15 pontos.

Veja nota divulgada pelo Vitória

O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.

Nosso clube relata as seguintes ocorrências:

* Aos 7 minutos, nosso atleta Zé Vitor foi agredido com um chute enquanto estava no chão. O árbitro aplicou apenas cartão amarelo e o VAR não interveio.

* Aos 30 minutos, foi marcado um pênalti para o Athletico-PR em um lance onde nosso zagueiro não cometeu carga faltosa no atacante adversário. Novamente, o VAR não recomendou a revisão.

* Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro adversário atingiu o atacante Renê com um carrinho violento, visando apenas a perna do nosso jogador. Mais uma vez, o árbitro limitou-se ao cartão amarelo, sem revisão do VAR.

Diante do exposto, o Esporte Clube Vitória informa que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto ao Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol e de Competições.

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Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

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O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

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