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Jiu-jitsu baiano abre temporada 2025 com Badboy Cup em Cajazeiras

Primeira competição do ano reunirá 440 atletas e marcará início do calendário da FBJJMMA

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O jiu-jitsu baiano inicia sua temporada de 2025 neste domingo (09) com a Badboy Cup, que acontece no Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras, em Salvador, a partir das 9h. O torneio abre o calendário oficial da Federação Baiana de Jiu-Jitsu e MMA (FBJJMMA) e contará com cerca de 440 atletas, incluindo 40 competidores do parajiu-jitsu, vindos da capital e do interior do estado.

Além de ser o primeiro evento do ano, a competição é fundamental para os atletas filiados, que buscam pontuação no ranking estadual de 2025. O desempenho nos tatames pode garantir acesso a programas de incentivo ao esporte, como o Bolsa Esporte e o FazAtleta, iniciativas do Governo da Bahia. Com o objetivo de fortalecer a modalidade, a FBJJMMA prevê um circuito intenso em 2025, com pelo menos um evento por mês até novembro.

Após a Badboy Cup, a federação promove no dia 21 de fevereiro, no Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas, a cerimônia Melhores do Ano 2024, que premiará os destaques do jiu-jitsu, MMA, muaythai e kickboxing. O evento também reconhecerá professores, técnicos, apoiadores e os campeões do ranking do ano passado. Com um calendário recheado e apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), a expectativa é que 2025 seja um ano de crescimento e fortalecimento do jiu-jitsu no estado.

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Rei do Tatame abre Circuito Baiano 2026 e reforça disputa por ranking estadual

Primeira etapa acontece em abril, no Ginásio de Cajazeiras, e só atletas filiados pontuam na temporada

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O calendário das artes marciais na Bahia começa a ganhar forma com a confirmação da primeira etapa do Rei do Tatame 2026, competição que integra o Circuito Baiano e vale pontos para o ranking estadual da temporada. O evento será realizado no dia 12 de abril de 2026, a partir das 9h, no Ginásio de Cajazeiras, em Salvador.

As inscrições seguem abertas até o dia 10 de abril, às 12h, e um ponto já chama atenção: apenas atletas filiados em 2026 poderão somar pontos no ranking oficial. A filiação não é obrigatória para competir, mas é decisiva para quem mira benefícios futuros, como participação em programas de incentivo estadual e municipal ou solicitação de documentação para patrocínio.

Regras claras para evitar polêmicas

A organização reforçou critérios que buscam evitar distorções competitivas. A categoria de idade será definida pelo ano de nascimento, e não pela data exata. Isso significa que atletas que completam 18 anos em 2026 já competem na categoria adulto, independentemente do mês de aniversário.

Outro ponto de atenção é a rigidez na inscrição correta: competidores flagrados fora da categoria serão automaticamente desclassificados, além de perderem pontuação no ranking.

Na divisão juvenil, há regra específica para graduação. O atleta juvenil não pode competir como faixa colorida além da azul. Caso tenha sido graduado colorida aos 15 anos, obrigatoriamente deverá atuar como faixa azul.

A inscrição para a categoria absoluto — tradicional vitrine para atletas que buscam projeção — deve ser feita no ato da inscrição principal. Após a confirmação, não será possível incluir o competidor posteriormente.

Ranking, visibilidade e profissionalização

O Rei do Tatame funciona como porta de entrada para a temporada 2026. Em modalidades que dependem fortemente de resultados para acesso a bolsas e patrocínios, o ranking estadual tem peso estratégico.

Ao vincular a pontuação à filiação anual, a organização fortalece a formalização do circuito e estimula o cadastro regular dos atletas — movimento que dialoga com a profissionalização crescente das competições de tatame no estado.

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Baco Exu do Blues vence torneio de jiu-jitsu e conquista faixa-azul

Vitória em torneio oficial marca mais um capítulo da relação do rapper baiano com o esporte

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O jiu-jitsu ganhou um protagonista fora do circuito tradicional das artes marciais no último domingo (21). O rapper Baco Exu do Blues venceu o AJP Tour Salvador ainda como faixa-branca e, no mesmo dia, foi promovido à faixa-azul, celebrando publicamente o feito nas redes sociais. A conquista vai além do pódio: simboliza um percurso de disciplina e constância que o artista vem construindo longe dos palcos.

A graduação ocorreu logo após a final do torneio, quando Baco recebeu a nova faixa das mãos do professor Herrick Kong, da academia Galpão da Luta, espaço conhecido por formar atletas de alto rendimento e que abriga nomes como o peso-pesado do UFC Jailton Malhadinho. Com medalha de ouro no peito, o artista resumiu o momento com humor e orgulho: “Campeão na AJP. Finalmente azul”.

O episódio reforça um movimento cada vez mais visível: a presença de figuras da cultura pop em esportes de combate não como ação pontual, mas como prática contínua. No caso de Baco, a relação com o jiu-jitsu não é recente. Frequentador assíduo do Galpão da Luta, ele construiu uma rotina de treinos que já rendeu elogios públicos de Malhadinho, que destaca o comprometimento e a seriedade do rapper nos tatames.

Conhecido artisticamente como Baco Exu do Blues, Diogo Álvaro Ferreira Moncorvo é um dos nomes centrais do rap brasileiro na última década. Desde o impacto de Sulicídio, em 2016, até a consagração com o álbum Esú (2017), premiado com o Grammy Latino, o artista sempre dialogou com temas como identidade, força e enfrentamento — conceitos que também atravessam o universo das lutas.

A promoção à faixa-azul, portanto, não surge como curiosidade isolada, mas como extensão de um percurso pessoal que conecta arte, corpo e disciplina. Em um cenário onde o esporte passa a ser visto também como ferramenta de equilíbrio mental e expressão cultural, a trajetória de Baco no jiu-jitsu ajuda a ampliar o debate sobre quem ocupa esses espaços e por quê.

Confira outras fotos da conquista de Baco Exu do Blues:

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Taça Denílson Caribé de karatê celebra 30 anos neste sábado

Evento homenageia mestre que colocou a Bahia no mapa do karatê nacional

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O karatê baiano volta a ferver neste sábado (18), com a realização da 30ª Taça Denílson Caribé de Castro de Karatê, no ginásio da AABB, em Salvador. O torneio, que integra o Circuito Open Nacional de Karatê 2025, celebra três décadas de história e homenageia o mestre Denílson Caribé, considerado o patrono do karatê brasileiro.

Promovida pela Federação Bahiana de Karatê (FBK) e organizada pela Associação de Karatê da Bahia (Askaba), a competição reúne 447 atletas de todo o país, com disputas nas categorias katá e kumitê, abrangendo desde iniciantes até faixas pretas e atletas com deficiência (PCD). A programação começa às 7h30, com a cerimônia de abertura marcada para as 9h.

A Taça Denílson Caribé é um evento, que conta com o apoio do Governo da Bahia e da Sudesb. Uma competição que é símbolo de resistência e continuidade de um legado esportivo que ultrapassa gerações. Criada em 1994, a taça mantém viva a memória do mestre nascido em Santo Amaro, em 1940, que iniciou sua trajetória no karatê em 1961 e se tornou faixa preta 10º DAN, o mais alto grau da modalidade.

Falecido em 1985, em um acidente em Vitória da Conquista, Denílson deixou uma marca profunda na formação de atletas e professores em todo o país. Seu nome, agora estampado em um dos torneios mais longevos do karatê nacional, traduz o esforço de uma comunidade que segue promovendo o esporte como ferramenta de disciplina, inclusão e valorização cultural.

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