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Brasileirão

Vitória vence o Mirassol no Barradão e confirma força da torcida na Série A

Gol de Baralhas decide jogo travado contra o Mirassol e mantém Rubro-Negro competitivo no Brasileiro

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O Vitória segue encontrando no Barradão o seu principal aliado na Série A. Na noite deste domingo, o Rubro-Negro venceu o Mirassol por 1 a 0, com um golaço de Gabriel Baralhas, e confirmou o bom momento como mandante: já são três triunfos em quatro jogos dentro de casa.

O resultado vai além dos três pontos. Em uma partida de poucos espaços e pouca criatividade ofensiva, o time baiano mostrou organização defensiva e capacidade de competir, dois elementos fundamentais para quem luta por estabilidade na elite.

O primeiro tempo indicou o roteiro. O Mirassol teve mais posse, mas pouco incomodou. O Vitória, mais direto, foi eficiente quando teve a chance. Aos 27 minutos, Baralhas aproveitou sobra na entrada da área e acertou um chute de três dedos, definindo o jogo ainda na etapa inicial.

Na volta do intervalo, o cenário se manteve. O time paulista avançou suas linhas e passou mais tempo no campo de ataque, mas esbarrou na falta de criatividade e na boa atuação defensiva rubro-negra. Quando conseguiu finalizar, parou em Lucas Arcanjo ou na própria imprecisão.

O Vitória, por sua vez, não conseguiu encaixar contra-ataques com regularidade, mas soube administrar o resultado. Mesmo sem ampliar o placar, controlou o ritmo e evitou riscos maiores até o apito final.

Com 17.837 torcedores no Barradão, o time reafirma uma identidade clara: em casa, é competitivo e confiável; fora, ainda precisa evoluir. A vitória leva o Rubro-Negro aos 10 pontos e o coloca na parte intermediária da tabela. Antes de voltar a campo pelo Brasileiro contra o Cruzeiro, o Vitória muda o foco para a Copa do Nordeste, novamente no Barradão — onde, até aqui, tem feito a diferença.

Brasileirão

Athletico goleia Botafogo e acende alerta para duelo com o Bahia na Fonte Nova

Como o desempenho dominante do Furacão pode impactar o próximo desafio do Tricolor no Brasileirão?

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O próximo adversário do Bahia chega em alta. O Athletico goleou o Botafogo por 4 a 1 e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, em uma atuação que combinou eficiência ofensiva e imposição física, dando sinais que pretende complicar a vida do Tricolor na sequência da rodada.

O jogo foi movimentado no primeiro tempo. O Athletico aproveitou erros defensivos, abriu o placar com Viveros logo no início e, mesmo após sofrer o empate com Edenílson aos 43, retomou o controle nos acréscimos com o próprio Viveros.

Na segunda etapa, o domínio se consolidou. O time paranaense manteve intensidade, explorou os espaços deixados pelo Botafogo e ampliou com naturalidade. Aguirre marcou de cabeça, e Esquivel fechou o placar com um golaço de falta, reforçando a variedade de soluções ofensivas da equipe.

Para o Bahia, o cenário exige atenção. Enfrentar um adversário em ascensão, com confiança elevada e repertório ofensivo diversificado, impõe ajustes, sobretudo no sistema defensivo. A partida na Fonte Nova, portanto, ganha um peso maior: não é apenas mais um jogo, mas um teste direto de consistência diante de um dos times mais competitivos do momento.

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Brasileirão

Bahia perde invencibilidade e sofre goleada histórica do Remo no Mangueirão

Tricolor sai na frente, mas sofre virada contundente no Pará e vê sequência positiva ser interrompida

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O Bahia viu sua invencibilidade no Campeonato Brasileiro chegar ao fim de forma dura. Neste sábado, o Tricolor foi goleado por 4 a 1 pelo Remo, no Mangueirão, em um jogo que começou sob controle baiano, mas terminou com domínio absoluto dos paraenses.

A derrota não apenas interrompe a sequência positiva como também revela problemas que vinham sendo mascarados pelos resultados. O Bahia até abriu o placar com Everaldo, após boa construção pelo lado direito, e teve mais posse no primeiro tempo. Mas a vantagem não se sustentou.

A partir da metade da etapa inicial, o Remo encontrou espaços e cresceu no jogo. O empate veio com Vitor Bueno, já nos acréscimos, em chute de fora da área, um sinal claro da dificuldade do Bahia em controlar transições defensivas.

No segundo tempo, o cenário desmoronou. O Remo virou logo no início com Gabriel Taliari e, pouco depois, teve um momento-chave a seu favor: a defesa de pênalti de Marcelo Rangel em cobrança de Luciano Juba, quando o jogo ainda estava aberto. A partir daí, o time da casa ganhou confiança e ampliou com mais um gol de Taliari e outro de Jajá.

Com a pausa da Data Fifa, o Bahia ganha tempo para ajustes antes de voltar a campo contra o Athletico, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Mais do que recuperar pontos, será uma oportunidade para entender até que ponto a derrota em Belém foi um acidente ou um sintoma.

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Brasileirão

Torcida do Bahia se destaca no Brasileirão, mas Flamengo dita o ritmo nas arquibancadas

Tricolor tem a segunda maior média de público da Série A, enquanto Vitória aparece no Top 10

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O Campeonato Brasileiro de 2026 começa a revelar uma disputa que vai além das quatro linhas: a força das arquibancadas. E, nesse cenário, o Bahia aparece como protagonista. Com média de 38.929 torcedores por jogo, o clube ocupa a segunda colocação no ranking de público da Série A, atrás apenas do Flamengo, que lidera com folga.

O time carioca, inclusive, estabeleceu o maior público da competição até aqui ao levar 62.075 torcedores ao Maracanã na vitória sobre o Remo. O número reforça uma tendência já consolidada: o Flamengo segue como referência nacional em mobilização de torcida, com média superior a 55 mil por partida.

Mas o dado que chama atenção para o público baiano é a consistência do Bahia. Mesmo em um campeonato equilibrado e com oscilações dentro de campo, o Tricolor mantém presença forte na Fonte Nova, refletindo uma conexão sólida com o torcedor e um momento de retomada de protagonismo.

Outro destaque é o Vitória, que aparece na décima posição, com média de 20.072 torcedores. O número, embora distante dos líderes, indica crescimento e reforça a importância do Barradão como fator competitivo — especialmente nos jogos em casa, onde o time tem somado pontos importantes.

O ranking ainda mostra um cenário desigual entre os clubes. Enquanto alguns ultrapassam facilmente a marca dos 20 mil torcedores por jogo, outros ainda enfrentam dificuldades para atrair público, evidenciando diferenças estruturais, de desempenho e de engajamento.

Para o futebol baiano, o recorte é positivo. Ter dois clubes entre os dez maiores públicos da Série A reforça o peso local no cenário nacional e mostra que, mesmo em um mercado dominado por grandes centros, a paixão do torcedor segue sendo um ativo decisivo.

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