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Baianão

Atlético de Alagoinhas anuncia atacante Walter

Jogador de 36 anos chega ao Carcará como reforço de impacto, mas também como desafio esportivo e de gestão

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O Atlético de Alagoinhas anunciou a contratação do atacante Walter, de 36 anos, para a disputa do Campeonato Baiano de 2026. O jogador, que havia sido apresentado recentemente pelo Samambaia, muda de rota e passa a integrar o elenco do Carcará, em uma aposta que combina experiência, histórico vencedor e riscos conhecidos.

Em 2025, Walter atuou por Guarany de Alagoas, Tupy-GO e CRA, com seis gols marcados na temporada. Ao longo da carreira, acumulou passagens por clubes de peso do futebol brasileiro e internacional, como Fluminense, Cruzeiro, Goiás, Athletico-PR, Vitória e o Porto, de Portugal. Um currículo que, por si só, eleva o patamar de atenção em torno do estadual baiano.

Ao mesmo tempo, a trajetória do atacante também carrega episódios que ajudam a explicar por que sua contratação desperta debate. Questões físicas recorrentes marcaram diferentes momentos da carreira, assim como o afastamento de dois anos do futebol, entre 2018 e 2020, após um caso de doping envolvendo o uso de sibutramina, substância presente em medicamentos para emagrecimento.

A nota oficial divulgada pelo clube ressalta o perfil decisivo do jogador e aposta em sua capacidade de liderança dentro do elenco. O discurso institucional fala em “novo capítulo” e em reforço capaz de agregar qualidade e personalidade ao time tricolor. Fora do tom promocional, o movimento do Atlético revela também uma escolha estratégica: buscar um nome conhecido, capaz de gerar repercussão e atrair atenção para o projeto esportivo em 2026.

Para o Carcará, o desafio vai além do campo. A chegada de Walter exige gestão cuidadosa, acompanhamento físico rigoroso e equilíbrio entre expectativa e realidade. Se responder esportivamente, o atacante pode ser um diferencial técnico no Baianão. Caso contrário, a aposta corre o risco de reforçar um padrão já visto em outras praças do futebol brasileiro.

Baianão

TVE lidera audiência e mostra força do futebol baiano no primeiro Ba-Vi de 2026

Clássico no Barradão consolida TV pública como principal vitrine do Campeonato Baiano

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O primeiro Ba-Vi de 2026 não movimentou apenas o Barradão, mas também a disputa pela atenção do torcedor baiano fora de campo. Com a vitória do Bahia por 1 a 0, gol do jovem Dell, de apenas 17 anos, a TVE assumiu a liderança isolada de audiência durante toda a transmissão da partida válida pela quinta rodada do Campeonato Baiano.

Segundo dados da Kantar IBOPE, a emissora pública registrou 32% de share na média do jogo, superando com folga a soma das concorrentes na Grande Salvador. O domínio ficou ainda mais evidente no pico de audiência, às 17h48, quando a TVE alcançou 19 pontos e 40% de participação entre os televisores ligados, enquanto as demais emissoras ficaram muito abaixo desse patamar.

O desempenho reforça uma tendência já observada nos últimos anos: o fortalecimento da televisão pública baiana como principal plataforma do futebol local. A estratégia de transmissão exclusiva das competições profissionais do estado tem ampliado o alcance do Campeonato Baiano e reposicionado o torneio no cotidiano do torcedor.

Esse impacto também se reflete no ambiente digital. No YouTube da TVE, a transmissão do clássico ultrapassou 1 milhão de visualizações logo após o apito final, evidenciando o engajamento multiplataforma e o diálogo com públicos mais jovens e conectados.

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Baianão

Baianão adota naming rights e passa a se chamar Baianão Mansão Green 2026

Apoio da empresa de Feira de Santana reposiciona o torneio no mercado

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O Campeonato Baiano entra em 2026 com uma mudança simbólica e estrutural. A principal competição do futebol estadual passará a se chamar Baianão Mansão Green 2026, após a formalização de um acordo de naming rights — iniciativa inédita na história do torneio e ainda pouco explorada entre os estaduais do país.

A adoção do novo nome sinaliza uma leitura mais estratégica sobre o papel dos campeonatos regionais dentro da indústria do esporte. Tradicionalmente marcados por forte apelo popular, mas com baixa exploração comercial, os estaduais vivem um momento de reavaliação. Inserir uma marca diretamente na identidade da competição representa tratar o Baianão como ativo de mercado, e não apenas como calendário esportivo.

Diferente do patrocínio convencional, o naming rights cria uma associação permanente entre marca e campeonato. A partir da próxima temporada, o nome Mansão Green estará presente em todas as frentes institucionais, esportivas e comerciais do torneio, ampliando a recorrência da marca e, ao mesmo tempo, reposicionando o estadual baiano em um patamar mais próximo das práticas adotadas em competições nacionais.

Para Neto Lima, fundador da empresa, o acordo estabelece uma parceria de longo prazo. Segundo ele, colocar o nome da marca no Baianão significa assumir compromisso com o fortalecimento do torneio, que reúne clubes tradicionais, rivalidades históricas e alto engajamento popular. A fala reforça uma ideia central do modelo: o naming rights não é apenas exposição, mas participação estrutural.

Do ponto de vista do mercado, o movimento dialoga com um desafio antigo. Em meio à força do Brasileirão e das copas nacionais, os estaduais precisam encontrar caminhos para manter relevância, atrair parceiros e gerar valor para clubes e federações. Nesse cenário, o naming rights surge como ferramenta direta de reposicionamento competitivo.

Há também impactos práticos. Quando uma marca passa a integrar o nome do campeonato, crescem as exigências por padronização, organização e comunicação institucional. O torneio passa a ser observado com mais rigor por patrocinadores, clubes e público, o que tende a elevar o nível de cobrança sobre gestão e entrega.

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Baianão

Jacuipense apresenta novos patrocinadores e uniformes da temporada 2026

Mudança ousada substitui branco pelo dourado nos detalhes dos modelos titular e reserva

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O Esporte Clube Jacuipense deu um passo simbólico importante na preparação para a temporada 2026 ao apresentar sua nova coleção de uniformes, em evento realizado na tarde desta quinta-feira (18). O clube de Riachão do Jacuípe reforça sua presença entre os melhores times do estado, e ousa ao atualizar a identidade visual com elementos ligados à própria história.

A principal mudança está na substituição do branco pelo dourado nos detalhes dos modelos titular e reserva. A escolha não é apenas estética. O dourado carrega a ideia de valorização, permanência e afirmação; conceitos que dialogam com o momento vivido pelo Leão do Sisal. Em 2026, o Jacupa disputa o Baianão (estreia dia 10 de janeiro contra o Porto), além de Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Brasileirão Série D.

O uniforme principal mantém o rubro como cor predominante, agora acompanhado por acabamentos dourados na gola e nas mangas. O tecido traz uma textura discreta de linhas verticais, recurso visual que confere sobriedade e sensação de continuidade ao desenho. Já o uniforme visitante, predominantemente branco, apresenta detalhes rubros e um diferencial técnico: a textura opaca com o escudo vazado ao longo do tecido, reforçando identidade sem recorrer ao excesso.

Para os goleiros, o clube apresentou duas variações: preto com dourado e laranja com detalhes dourados, mantendo a coerência visual da coleção e ampliando as opções para a temporada. Todo o enxoval do clube é assinado pela empresa baiana Niory Sports.

O lançamento contou com a presença de dirigentes, parceiros e convidados, além de apresentações musicais que integraram a programação. Ainda assim, o ponto central foi a mensagem transmitida pelo clube: organização, cuidado com a imagem e respeito às origens como um dos mais fortes representantes do interior da Bahia.

Confira detalhes do evento e das novas camisas do Jacuipense:

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