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Baianão

TVE transmite semifinais do Baianão 2026 neste fim de semana

Bahia x Juazeirense e Vitória x Jacuipense serão exibidos ao vivo, com cobertura multiplataforma e campanha contra o feminicídio

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O fim de semana promete fortes emoções para o torcedor baiano, e com transmissão ao vivo na TV aberta. A TVE Bahia transmite ao vivo as duas semifinais do Campeonato Baiano 2026, mantendo a tradição de dar visibilidade ao futebol local em TV aberta e também nas plataformas digitais.

No sábado (28), às 16h30, a bola rola para Bahia x Juazeirense, direto da Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Líder da primeira fase, o Bahia joga em casa, enquanto a Juazeirense, quarta colocada, tenta surpreender em confronto único. O novo formato aumenta ainda mais a tensão, já que empate leva a decisão para os pênaltis.

No domingo (1º), também às 16h30, a emissora exibe Vitória x Jacuipense, do Estádio Manoel Barradas, o Barradão. O Rubro-Negro terminou a fase classificatória na segunda posição e terá o apoio da torcida como trunfo. Já o Jacuipense, terceiro colocado, chega embalado por uma campanha consistente. Assim como no sábado, não há vantagem: igualdade no placar significa disputa nas cobranças.

Além da transmissão pela TV aberta, os torcedores poderão acompanhar os jogos pelo canal oficial da emissora no YouTube (youtube.com/tvebahia), ampliando o alcance para quem consome futebol via streaming.

Futebol e responsabilidade social

Durante as partidas, a TVE e a Federação Bahiana de Futebol reforçam a campanha Feminicídio Zero e Prevenção à Violência contra as Mulheres. A iniciativa envolve clubes, Governo do Estado e a própria emissora, utilizando o alcance do campeonato para promover conscientização.

Baianão

FBF define arbitragem das semifinais do Baianão 2026 e reforça peso da decisão em jogo único

Bahia x Juazeirense e Vitória x Jacuipense terão árbitros do quadro nacional e presença de VAR nas duas partidas

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A reta final do Campeonato Baiano 2026 começa a ganhar contornos definitivos também fora das quatro linhas. A Federação Bahiana de Futebol (FBF) realizou, nesta quinta-feira (26), o sorteio da escala de arbitragem para as semifinais da competição, que serão disputadas em jogo único, nos dias 28 de fevereiro e 1º de março.

O procedimento ocorreu no auditório do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol da Bahia (TJDF-BA), reforçando o caráter formal e transparente do processo. A definição dos nomes não é detalhe burocrático: em confrontos eliminatórios, qualquer decisão pode ser definitiva.

Bahia x Juazeirense abre a rodada decisiva

No sábado (28), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, o Bahia enfrenta a Juazeirense sob arbitragem de Bruno Pereira Vasconcelos (CBF/Madre de Deus). Ele será auxiliado por Luanderson Lima dos Santos (FIFA/Salvador) e Elicarlos Franco de Oliveira (CBF/Salvador). O quarto árbitro será Emerson Souza Silva, com Patrícia dos Reis do Nascimento como quinta árbitra.

No comando do VAR estará Wagner Reway (FIFA/Santa Catarina), nome experiente em competições nacionais, o que amplia a responsabilidade e o nível técnico da operação de vídeo.

Vitória x Jacuipense fecha a semifinal

No domingo (1º), o Barradão recebe o duelo entre Vitória e Jacuipense, com arbitragem de Wagner Francisco Silva Souza (CBF/Feira de Santana). Os assistentes serão Alessandro Álvaro Rocha de Matos (MTR/Salvador) e Daniella Coutinho Pinto (FIFA/Feira de Santana).

O VAR ficará sob responsabilidade de Diego Pombo Lopez (FIFA/Salvador), outro nome consolidado no cenário nacional. A presença de árbitros com selo FIFA nas duas partidas demonstra a tentativa da FBF de reduzir margem para contestação em confrontos de alta tensão.

Arbitragem sob holofotes

Ao escalar árbitros do quadro nacional e garantir o uso do VAR nos dois confrontos, a FBF sinaliza preocupação com a credibilidade do torneio. Ainda assim, a efetividade dependerá menos do currículo e mais da condução prática dentro de campo.

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Baianão

TVE lidera audiência e mostra força do futebol baiano no primeiro Ba-Vi de 2026

Clássico no Barradão consolida TV pública como principal vitrine do Campeonato Baiano

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O primeiro Ba-Vi de 2026 não movimentou apenas o Barradão, mas também a disputa pela atenção do torcedor baiano fora de campo. Com a vitória do Bahia por 1 a 0, gol do jovem Dell, de apenas 17 anos, a TVE assumiu a liderança isolada de audiência durante toda a transmissão da partida válida pela quinta rodada do Campeonato Baiano.

Segundo dados da Kantar IBOPE, a emissora pública registrou 32% de share na média do jogo, superando com folga a soma das concorrentes na Grande Salvador. O domínio ficou ainda mais evidente no pico de audiência, às 17h48, quando a TVE alcançou 19 pontos e 40% de participação entre os televisores ligados, enquanto as demais emissoras ficaram muito abaixo desse patamar.

O desempenho reforça uma tendência já observada nos últimos anos: o fortalecimento da televisão pública baiana como principal plataforma do futebol local. A estratégia de transmissão exclusiva das competições profissionais do estado tem ampliado o alcance do Campeonato Baiano e reposicionado o torneio no cotidiano do torcedor.

Esse impacto também se reflete no ambiente digital. No YouTube da TVE, a transmissão do clássico ultrapassou 1 milhão de visualizações logo após o apito final, evidenciando o engajamento multiplataforma e o diálogo com públicos mais jovens e conectados.

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Baianão

Baianão adota naming rights e passa a se chamar Baianão Mansão Green 2026

Apoio da empresa de Feira de Santana reposiciona o torneio no mercado

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O Campeonato Baiano entra em 2026 com uma mudança simbólica e estrutural. A principal competição do futebol estadual passará a se chamar Baianão Mansão Green 2026, após a formalização de um acordo de naming rights — iniciativa inédita na história do torneio e ainda pouco explorada entre os estaduais do país.

A adoção do novo nome sinaliza uma leitura mais estratégica sobre o papel dos campeonatos regionais dentro da indústria do esporte. Tradicionalmente marcados por forte apelo popular, mas com baixa exploração comercial, os estaduais vivem um momento de reavaliação. Inserir uma marca diretamente na identidade da competição representa tratar o Baianão como ativo de mercado, e não apenas como calendário esportivo.

Diferente do patrocínio convencional, o naming rights cria uma associação permanente entre marca e campeonato. A partir da próxima temporada, o nome Mansão Green estará presente em todas as frentes institucionais, esportivas e comerciais do torneio, ampliando a recorrência da marca e, ao mesmo tempo, reposicionando o estadual baiano em um patamar mais próximo das práticas adotadas em competições nacionais.

Para Neto Lima, fundador da empresa, o acordo estabelece uma parceria de longo prazo. Segundo ele, colocar o nome da marca no Baianão significa assumir compromisso com o fortalecimento do torneio, que reúne clubes tradicionais, rivalidades históricas e alto engajamento popular. A fala reforça uma ideia central do modelo: o naming rights não é apenas exposição, mas participação estrutural.

Do ponto de vista do mercado, o movimento dialoga com um desafio antigo. Em meio à força do Brasileirão e das copas nacionais, os estaduais precisam encontrar caminhos para manter relevância, atrair parceiros e gerar valor para clubes e federações. Nesse cenário, o naming rights surge como ferramenta direta de reposicionamento competitivo.

Há também impactos práticos. Quando uma marca passa a integrar o nome do campeonato, crescem as exigências por padronização, organização e comunicação institucional. O torneio passa a ser observado com mais rigor por patrocinadores, clubes e público, o que tende a elevar o nível de cobrança sobre gestão e entrega.

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