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Copa do Mundo

Netflix apresenta primeiro trailer da série “Brasil 70 – A Saga do Tri”

Produção da Netflix revisita a Copa de 1970 sob olhar ficcional e promete mergulho nos bastidores da Seleção em plena ditadura militar

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A conquista do tricampeonato mundial volta ao centro da cena — agora pelas lentes da dramaturgia. A Netflix divulgou o primeiro teaser de Brasil 70 – A Saga do Tri, minissérie brasileira que estreia em 2026 e propõe uma releitura ficcional da campanha da Seleção na Copa do Mundo do México.

A produção promete recriar lances históricos e tensionar os bastidores de um dos times mais emblemáticos da história do futebol, com foco não apenas na genialidade em campo, mas também nas pressões políticas e emocionais que cercaram o elenco. O pano de fundo é a fase mais dura do regime militar brasileiro — contexto que transformou o título de 1970 em símbolo esportivo e instrumento narrativo de um país sob censura.

Ídolos, tensão e contexto histórico

A trama mergulha na trajetória de personagens centrais como Pelé, Tostão, Jairzinho, Rivellino e Carlos Alberto Torres, além dos técnicos João Saldanha e Zagallo. A proposta é mostrar os conflitos internos, as disputas por comando e os bastidores que antecederam a arrancada rumo ao tri.

No elenco, destaque para Rodrigo Santoro como João Saldanha, Bruno Mazzeo no papel de Zagallo e Lucas Agrícola interpretando Pelé. O elenco ainda tem Marcelo Adnet, interpretando o personagem fictício do locutor Eusébio Teixeira. A coprodução envolve a O2 Filmes, responsável por obras de forte identidade visual no cinema e na TV.

Copa do Mundo

Saiba quanto os brasileiros devem investir para assistir a Copa do Mundo 2030 nos estádios

Mundial será espalhado por três continentes; e começar a guardar dinheiro agora pode fazer diferença

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Quem pretende acompanhar a Copa do Mundo de 2030 presencialmente precisa começar a pensar no orçamento muito antes de comprar a passagem ou o ingresso. Depois de uma edição de 2026 marcada por custos elevados, o próximo Mundial terá um ingrediente adicional: os jogos serão distribuídos entre América do Sul, Europa e África.

A Copa de 2030 acontecerá entre 8 de junho e 21 de julho, com Espanha, Portugal e Marrocos como sedes principais. Argentina, Paraguai e Uruguai receberão partidas comemorativas pelo centenário da competição nos dias 8 e 9 de junho.

A experiência, portanto, poderá ter preços bastante diferentes dependendo do roteiro escolhido. Em 2026, uma viagem em perfil econômico para acompanhar a Copa foi estimada em cerca de R$ 21,5 mil, enquanto um planejamento intermediário chegou a R$ 43,5 mil. A conta incluiu passagens aéreas, hospedagem, alimentação e outros gastos durante a competição.

Quatro anos para preparar o bolso

Para Gabriella Bridi, educadora financeira da Franq, o intervalo até 2030 pode ser justamente o maior aliado do torcedor. A recomendação é transformar a viagem em uma meta financeira de longo prazo, com uma reserva específica para a Copa.

“Quanto antes o planejamento começar, maior será o tempo para o dinheiro trabalhar a favor do torcedor”

O primeiro passo é estimar quanto custaria hoje uma viagem com o roteiro desejado. Passagens, hospedagem, alimentação, transporte, ingressos e tempo de permanência precisam entrar na conta.

Depois, é necessário considerar que os preços não ficarão congelados até 2030. A especialista recomenda trabalhar com uma projeção de reajuste anual entre 5% e 6%, levando em consideração inflação e variações cambiais.

América do Sul pode ser alternativa

A distribuição geográfica do Mundial também permite estratégias diferentes. Quem deseja uma experiência mais ampla pode concentrar a viagem na Europa e no Marrocos. Para quem busca reduzir os custos, acompanhar uma das partidas comemorativas na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai pode ser uma alternativa.

Essa escolha de roteiro será importante para o orçamento final. Uma Copa acompanhada em vários países exige mais deslocamentos e, consequentemente, aumenta as despesas.

Para viagens à Europa, Gabriella também recomenda considerar a formação de parte da reserva em uma moeda forte, como o euro, como forma de reduzir a exposição às oscilações cambiais.

R$ 500 por mês podem virar R$ 27 mil

Um exemplo apresentado pela especialista ajuda a dimensionar o efeito do planejamento. Quem começar a investir R$ 500 por mês a partir de julho de 2026 poderá chegar a aproximadamente R$ 27 mil até julho de 2030, considerando um cenário conservador.

O valor, evidentemente, não garante uma viagem completa, já que os preços de passagens, hospedagem e ingressos ainda são desconhecidos. Mas mostra como a regularidade pode transformar uma meta distante em uma reserva significativa. A principal lição, nesse caso, não está apenas no investimento escolhido. Está no comportamento financeiro.

Criar uma conta ou aplicação exclusiva para a Copa, estabelecer uma meta e revisar o planejamento uma vez por ano são medidas que podem evitar que o sonho de assistir ao Mundial termine em uma dívida depois da viagem. Quatro anos passam rápido, e quanto antes começar a guardar, menos a paixão pelo futebol precisará disputar espaço com o orçamento doméstico.

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Copa do Mundo

Jornalistas baianos ganham espaço na cobertura da Copa do Mundo e levam a voz da Bahia para a rede nacional

Profissionais da Band Bahia marcam presença nas transmissões da BandNews FM em um dos maiores eventos do mundo

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A Copa do Mundo de 2026 tem proporcionado momentos históricos dentro e fora das quatro linhas. Entre eles, a participação de profissionais da imprensa baiana nas transmissões em rede nacional da BandNews FM, ampliando a presença do jornalismo produzido na Bahia em um dos eventos mais importantes do esporte mundial.

Nesta segunda-feira (15), a jornalista Janayna Moradillo, da BandNews FM Salvador, integrou a equipe responsável pela transmissão de Espanha x Cabo Verde. A partida entrou para a história ao marcar a estreia da seleção cabo-verdiana em Copas do Mundo e a conquista de seu primeiro ponto na competição.

Janayna participou da cobertura de um capítulo memorável do futebol mundial. A presença de Cabo Verde no torneio representa o crescimento de países historicamente afastados dos grandes centros do futebol e reforça o caráter cada vez mais global da Copa do Mundo.

A participação da jornalista baiana na rede nacional terá continuidade ao longo da competição. Ela também estará nas transmissões de Portugal x Uzbequistão, no dia 23 de junho, e Uruguai x Espanha, em 26 de junho.

Outro representante da Bahia escalado para a cobertura é o jornalista Gustavo Castellucci, da TV Band Bahia. Ele participará das transmissões de Holanda x Suécia, em 20 de junho, e Tunísia x Holanda, em 25 de junho.

A presença de profissionais baianos em uma cobertura de alcance nacional reflete a consolidação de um mercado de comunicação esportiva que, há anos, forma narradores, repórteres, comentaristas e produtores capazes de atuar nos principais eventos do calendário esportivo mundial.

Enquanto as seleções disputam seus objetivos dentro de campo, os profissionais da comunicação também vivem suas próprias conquistas. E, nesta Copa do Mundo, a Bahia tem motivos para celebrar ambos os lados dessa história.

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Artigos

Curaçao: o menor país estreante na Copa do Mundo de 2026

Ilha caribenha chega à Copa do Mundo com poucas expectativas, mas celebrando conquista histórica para o país,

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por Fernanda Brandão *

No dia 14 de junho, a seleção de Curaçao fez sua estreia na Copa do Mundo diante da Alemanha, tetracampeã mundial. Os alemães, por sua vez, participaram de 21 das 23 edições do torneio, tendo ficado de fora apenas da Copa de 1930, por não terem se inscrito, e da Copa de 1950, quando cumpriam suspensão após a Segunda Guerra Mundial. Apesar da derrota por 7 a 1, a partida foi marcada pela alegria dos jogadores e da torcida de Curaçao, característica que tem acompanhado a seleção caribenha desde o embarque na ilha até a visita ao estádio onde o jogo foi disputado.

Curaçao é uma ilha localizada no sul do Caribe, famosa por suas praias de águas azul-turquesa e areia branca, além de ser um destino fora da rota tradicional dos furacões. A nação é um país autônomo pertencente ao Reino dos Países Baixos, status adquirido em 2010 com a dissolução das Antilhas Holandesas. Curaçao possui cerca de 185 mil habitantes e uma economia impulsionada principalmente pelo turismo, comércio marítimo, serviços financeiros e refino de petróleo. O país apresenta bons indicadores sociais, como uma taxa de alfabetização de 97% e um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,83, considerado elevado para um território de seu porte.

Curaçao foi inicialmente ocupada pelos espanhóis e posteriormente tornou-se posse da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, que transformou a ilha em um importante entreposto comercial no século XVII. Durante a ocupação holandesa do Nordeste brasileiro, e especialmente após a retomada da região pelos portugueses, muitos holandeses estabeleceram-se em Curaçao, contribuindo para o desenvolvimento econômico e comercial da ilha. A sociedade curaçalenha é marcada pela mistura de influências ibéricas, holandesas, indígenas e africanas, resultado de sua trajetória histórica. A capital, Willemstad, é reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997.

Brasil e Curaçao mantêm boas relações diplomáticas, e o fluxo de turistas brasileiros para a ilha tem crescido nos últimos anos. Atualmente, o Brasil representa a quinta principal origem de turistas internacionais que visitam Curaçao, com cerca de 36 mil visitantes. Apesar desse crescimento, o destino ainda é relativamente pouco explorado pelos brasileiros e apresenta potencial significativo de expansão. O Brasil mantém um acordo bilateral com os Países Baixos voltado à facilitação do transporte aéreo para a ilha, estimulando o turismo e os investimentos. A expectativa é que, em 2026, o número de visitantes brasileiros alcance a marca de 50 mil pessoas, impulsionado pelas parcerias estabelecidas entre os dois países.

O comércio entre Brasil e Curaçao é marcado principalmente pela exportação de alimentos, animais vivos e maquinário industrial brasileiros. De forma mais ampla, os países da América Central e do Caribe são considerados mercados importantes para as exportações brasileiras e apresentam potencial para a ampliação das relações comerciais. Já o comércio de serviços destaca-se pelas parcerias ligadas aos setores financeiro e turístico.

A ilha caribenha chega à Copa do Mundo com poucas expectativas de avançar às fases finais da competição, ocupando atualmente a 82ª posição no ranking da FIFA. Provavelmente, Curaçao não levantará a taça no dia 19 de julho. Ainda assim, a participação no torneio já representa uma conquista histórica para o país, que ganhou visibilidade no maior palco do futebol mundial ao chamar a atenção para sua alegria característica e para um destino paradisíaco ainda pouco conhecido por grande parte do mundo.

Fernanda Brandão, coordenadora do curso de Relações Internacionais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio

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