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No pódio

Judocas baianas brilham e conquistam ouro e prata nos Jogos da Juventude

Conquistas de Mila Oliveira e Rafaela Borges reforçam protagonismo feminino da Bahia na competição

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O judô baiano viveu um domingo histórico nos Jogos da Juventude 2025, em Brasília. Logo no primeiro dia da modalidade, duas jovens de 15 anos subiram ao pódio: Mila Oliveira, campeã na categoria até 44 kg, e Rafaela Borges, vice-campeã até 48 kg.

Mila Oliveira, estreante na competição, venceu adversárias de quatro estados até conquistar a medalha de ouro— incluindo a final contra São Paulo, tradicional potência da modalidade. A atleta, que treina em Lauro de Freitas, já havia sido vice-campeã brasileira cadete em junho, em Salvador.

“É um dia muito especial. Minhas performances nas lutas só foram aumentando. Comecei não tão bem. Mas, após a segunda luta, já entrei no jogo para ser campeã”

Mila Oliveira e sua medalha de ouro (Foto: Jéssica Tavares/Ascom Sudesb)

Rafaela Borges, natural de Simões Filho e líder do ranking estadual da sua categoria, conquistou a medalha de prata após uma rotina intensa de treinos quase diários. Apesar da conquista inédita em nível nacional, manteve o tom crítico: “Estou feliz, mas não satisfeita. Acho que dá para melhorar”, disse, já pensando em evoluir.

Rafaela Borges conquistou a medalha de prata (Foto: Jéssica Tavares/Ascom Sudesb)

Com os resultados, a Bahia soma quatro medalhas nesta edição: além do ouro e da prata no judô, duas medalhas de bronze — uma no wrestling, com Ana Carolina Almeida, e outra no vôlei de praia, com Samara Brandão e Suane Audir. Todas vieram com estudantes-atletas mulheres, mostrando o protagonismo feminino no esporte baiano.

A delegação estadual reúne 172 competidores em 20 modalidades, com apoio logístico do Governo da Bahia. Os Jogos da Juventude seguem até o dia 25, reunindo 4.700 jovens atletas de todo o Brasil, em 33 instalações esportivas, com transmissão pelos canais oficiais do Time Brasil.

No pódio

Isaquias lidera brilho da canoagem baiana em Copa do Mundo

Atletas baianos conquistam medalhas na Hungria e mostram como projetos sociais seguem transformando a canoagem em potência esportiva nacional

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A canoagem baiana voltou a ocupar espaço entre os principais nomes do esporte mundial. Na etapa de abertura da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2026, disputada em Szeged, na Hungria, atletas do estado conquistaram medalhas, chegaram a finais importantes e reforçaram o protagonismo da Bahia em uma modalidade que há anos transforma vidas no interior do estado.

O principal destaque foi o campeão olímpico Isaquias Queiroz, que conquistou a medalha de prata no C1 Masculino 500m. O baiano completou a prova em 1:44.73, terminando atrás apenas do chinês Bowen Jii. O resultado mantém Isaquias entre os principais nomes da modalidade no ciclo rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

A Bahia também subiu ao pódio com Gabriel Assunção e Jacky Godmann, medalhistas de bronze no C2 Masculino 500m. A dupla brasileira fechou a final com o tempo de 1:37.16 e confirmou a competitividade da nova geração da canoagem nacional.

Além das medalhas, outros atletas baianos tiveram presença constante entre os melhores da competição. Mateus Nunes ficou em quarto lugar no C1 Masculino 5000m, enquanto Filipe Santana alcançou a oitava colocação mundial no C1 200m. Nas finais B, nomes como Valdenice Conceição e o próprio Jacky Godmann também mantiveram a Bahia em evidência.

Os resultados reforçam uma característica já conhecida da canoagem baiana: a capacidade de revelar atletas de elite a partir de projetos sociais e iniciativas de formação esportiva em cidades do interior. Grande parte dos atletas da Seleção Brasileira surgiu justamente dessas ações desenvolvidas pela Federação Baiana de Canoagem em parceria com o Governo do Estado.

A etapa da Hungria também marcou o início da disputa por pontos no ranking classificatório para Los Angeles 2028. Agora, a Seleção Brasileira volta as atenções para a próxima etapa da Copa do Mundo, marcada para acontecer entre os dias 14 e 17 de maio, em Brandenburg, na Alemanha.

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No pódio

Bahia domina Copa Norte-Nordeste de Tiro com Arco e reforça crescimento da modalidade

Delegação baiana fecha competição em Pernambuco com 25 medalhas e confirma força do estado

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A Bahia voltou a mostrar força no cenário esportivo nacional, desta vez longe dos holofotes do futebol. Na Copa Norte-Nordeste de Tiro com Arco 2026, disputada em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, a delegação baiana terminou a competição como a maior medalhista do torneio, somando 25 pódios: foram 16 medalhas de ouro, quatro de prata e cinco de bronze.

O resultado consolida o crescimento do tiro com arco no estado e evidencia um movimento importante no esporte baiano: a ampliação do protagonismo em modalidades historicamente menos populares, mas que vêm ganhando espaço graças ao trabalho de formação e incentivo esportivo.

A delegação da Bahia contou com 39 integrantes: 31 atletas com sete representantes do paradesporto, além de membros da comissão técnica e arbitragem. O desempenho chamou atenção não apenas pelo número de medalhas, mas também pela diversidade de atletas envolvidos no projeto.

Para a presidente da Federação Baiana de Arco e Flecha, Morena Saito, a campanha reforça o potencial da modalidade no estado. Segundo ela, os resultados mostram como investimento e estrutura fazem diferença no desenvolvimento esportivo.

O desempenho também recoloca em debate a importância de ampliar o olhar sobre o esporte na Bahia. Enquanto grande parte dos investimentos e da atenção pública ainda se concentra no futebol, modalidades como o tiro com arco seguem revelando talentos e conquistando resultados expressivos em competições nacionais.

Outro ponto relevante foi a participação de atletas do paradesporto, reforçando o caráter inclusivo da competição e mostrando como o esporte pode funcionar como ferramenta de acesso, representatividade e transformação social.

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No pódio

Circuito Baiano de Skate confirma vencedores da segunda etapa do estadual

Etapa de Camaçari reforça crescimento da modalidade, mas o desafio segue sendo interiorizar a estrutura

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A segunda etapa do Circuito Baiano de Skateboard Street 2026, disputada em Camaçari, confirmou uma tendência que vem se desenhando no calendário estadual: o skate baiano começa a consolidar nomes, ampliar sua base competitiva e ocupar espaço com mais consistência.

Com cerca de 100 competidores em sete categorias, a etapa reuniu atletas da Bahia e de Sergipe em disputas da modalidade street, que hoje é uma vitrine global do esporte desde sua entrada no programa olímpico e presença confirmada em Los Angeles 2028.

O dado que mais chama atenção é a repetição de resultados. Em seis das sete categorias, os vencedores foram os mesmos da etapa anterior, realizada em Salvador. No feminino, Yayla Aksoy, Evelyn Keith e Camilly Victoria mantiveram o protagonismo. No masculino, Bernardo Nonato, Antony Ferreira e Jailson Santana também repetiram o desempenho. A única mudança veio no amador masculino, com o título de Dayvson Parente, atleta da casa.

Esse cenário aponta para dois movimentos. O primeiro é positivo: a modalidade já começa a formar referências técnicas no estado. O segundo exige atenção: a repetição de campeões também sugere que o skate baiano ainda precisa ampliar a renovação competitiva e o acesso à formação em outras cidades.

O circuito tem um peso estratégico porque é homologado pela Confederação Brasileira de Skateboarding e distribui vagas para o Campeonato Brasileiro, previsto para dezembro. Mais do que medalhas, portanto, a disputa representa uma porta concreta para o cenário nacional.

Para o público baiano, o avanço da modalidade tem um valor adicional. Ver atletas de Salvador, Ilhéus, Feira de Santana e Camaçari dividindo protagonismo indica que o skate já ultrapassa o eixo tradicional da capital, ainda que a infraestrutura siga sendo desigual.

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