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Nas quadras

Atleta de vôlei Serginho desembarca em Salvador para se encontrar com estudantes

Atleta vai falar sobre sua trajetória

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O Atleta Serginho, também conhecido como Escadinha, continua inspirando diversas gerações de brasileiros com sua jornada no esporte. E nesta terça-feira, 22, ele é o convidado da Inspira Rede de Educadores, junto com o CEO do grupo, André Aguiar, para um encontro com as famílias dos estudantes das escolas sob sua administração: Colégio São Paulo, Anchieta e Portinari. O evento será realizado às 19h no Hotel Fiesta, no Itaigara. 

Eleito o melhor líbero da história do vôlei e o único jogador, em sua marca, a ser reconhecido como MVP (Jogador Mais Valioso) da Liga Mundial de 2009 e a disputar quatro finais olímpicas consecutivas entre 2004 e 2016. No evento, o atleta vai inspirar as famílias contando parte de sua biografia, também registrada em livro escrito por Daniel Bortoletto e lançado em 2017: Degrau por degrau – a trajetória de Serginho, de Pirituba ao Olimpo. 

Além da palestra de Serginho, o evento recebe André Aguiar, CEO da Inspira Rede de Educadores, que apresentará um panorama com as últimas tendências educacionais no Brasil. Aguiar administra uma rede de escolas com quase 40 marcas em 104 escolas espalhadas por 18 estados do Brasil, que, juntas, têm 60 mil alunos e deve fechar 2024 com R$ 1,5 bilhão de faturamento. 

Atento ao futuro da educação no país e ao dinamismo do setor, catalisado pelas novas tecnologias, o empresário pretende dividir insights importantes e inspirar as famílias. “Estar à frente de uma rede de escolas tão diversas, que representam diversas regiões do país, deu-me importantes percepções sobre o nosso sistema de ensino. Pretendo inspirar os pais das nossas escolas em Salvador a continuar se envolvendo e investindo tempo e intenção na educação de seus filhos. Eles são o nosso futuro, que confio ser brilhante, bem como a trajetória do Serginho, nosso convidado da noite”, completa. 

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Nas quadras

Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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Febre do tênis entre “aposentados” do futebol revela novo caminho para a saúde pós-40

Ex-jogadores têm encontrado nas quadras um retorno ao esporte e manutenção do bem-estar

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O tênis virou ponto de encontro para uma geração de ex-jogadores e atletas amadores que ultrapassou os 40 anos, mas não abriu mão da competitividade nem do prazer de se manter ativa. O movimento, que cresce em diferentes cidades brasileiras, vem sendo observado de perto pelo médico João Marcello Branco, especialista em saúde, performance e longevidade para adultos que querem continuar rendendo dentro e fora do esporte.

Nos últimos anos, a chamada “saúde pós-40” deixou de ser tabu. Para muitos que saíram dos gramados, o tênis tem funcionado como uma porta de retorno ao esporte, oferecendo intensidade, desafio técnico e, ao mesmo tempo, menor impacto do que o futebol. É um reencontro com o próprio corpo, agora com outras prioridades: qualidade de vida, prevenção de lesões e equilíbrio emocional, como explicao médico.

“A saúde física e mental desses atletas passa a ser o eixo da rotina. A ideia é mostrar que há vida esportiva depois dos 40, e ela pode ser competitiva”

O fenômeno ganhou visibilidade ao chegar também aos nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Felipe Melo e Egídio, que passaram a frequentar quadras e competir ao lado de jogadores amadores. A presença deles reforça a ideia de que o esporte pode ser reiniciado em outra plataforma menos rígida, mais orgânica e inclusiva. “Eles invadiram o terreno dos amadores e mostraram que o tênis virou nova válvula de escape, um novo desafio”, comenta João Marcello Branco.

O trabalho desenvolvido pelo especialista envolve protocolos integrados que combinam avaliação física completa, orientação nutricional, prevenção de lesões, fortalecimento muscular e acompanhamento contínuo de desempenho. A proposta é simples: criar caminhos para que adultos maduros continuem competitivos e saudáveis, com disposição para treinar e para a vida.

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João Fonseca faz história e entra no top-30 após título na Basileia

Aos 19 anos, brasileiro vence espanhol Davidovich Fokina e consolida ascensão meteórica no circuito mundial

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A nova geração do tênis brasileiro ganhou um nome para marcar época. João Fonseca, de apenas 19 anos, conquistou neste domingo (26) o título do ATP 500 da Basileia, na Suíça, ao derrotar o espanhol Alejandro Davidovich Fokina na final. O triunfo, o maior da carreira até agora, coloca o carioca entre os 30 melhores tenistas do mundo, coroando uma temporada de crescimento impressionante.

Com os 500 pontos somados no ranking da ATP, Fonseca saltará 18 posições, chegando ao 28º lugar na atualização da próxima segunda-feira — sua melhor marca até aqui. A façanha o coloca em um grupo restrito de nove brasileiros, entre homens e mulheres, que já figuraram no top-30 de simples na história do tênis mundial.

+ Relembre como a Bahia moldou grandes campeões do tênis mundial

O avanço também reconfigura o lugar de Fonseca na história do tênis nacional: antes da conquista, ele era o 12º brasileiro mais bem ranqueado; agora, sobe para o sexto posto, ultrapassando nomes históricos como Maria Esther Bueno, que chegou ao 29º lugar antes da criação do ranking oficial da WTA.

A temporada de 2025 é o retrato da rápida evolução do jovem atleta. No início do ano, Fonseca ocupava a 145ª posição e ainda era tratado como promessa. Dez meses depois, soma 1.615 pontos e supera com folga a meta pessoal de encerrar o ano entre os 40 melhores.

A trajetória, no entanto, está longe de parar. A partir desta segunda-feira, o brasileiro disputa o Masters 1000 de Paris, onde estreia contra o canadense Denis Shapovalov. Independentemente do resultado, João Fonseca já consolidou seu nome entre os protagonistas de uma nova era para o tênis brasileiro e mundial.

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