Conecte-se com nossas redes

Brasileirão

Bahia vence o Atlético-MG com dois golaços e se firma no G-4

Com camisa inspirada em Superman, Tricolor supera o time de Hulk por 2 a 1 e segue imbatível na Fonte Nova

Publicado

em

Vestido como super-herói, o Bahia mostrou que a “mística tricolor” é o seu poder mais especial. Na noite deste sábado (13), o Tricolor de Aço venceu o Atlético-MG por 2 a 1, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time de Rogério Ceni chegou aos 24 pontos e assumiu temporariamente a terceira colocação, coroando uma noite marcada por golaços, protagonismo coletivo e domínio em casa.

A partida teve roteiro de blockbuster: Luciano Juba acertou um chute de rara felicidade para abrir o placar no início do segundo tempo. Hulk, com seu repertório de jogadas improváveis, empatou aos 45 minutos com um gol olímpico, mas Michel Araujo, nos acréscimos, decidiu com outro lindo arremate de fora da área. Mais um “gol de Raudinei” na história do Bahia.

Primeiro tempo truncado, segundo tempo cinematográfico

Apesar da proposta inicial do Atlético-MG de sufocar a saída do Bahia, o primeiro tempo foi de poucas emoções. O Tricolor chegou mais pelas pontas, enquanto o Galo apostava nas bolas paradas e em Hulk. A arbitragem ainda chegou a marcar um pênalti para os mineiros, mas o VAR corrigiu e confirmou que a falta em Ademir foi fora da área. O placar, justo, foi de 0 a 0.

Na volta do intervalo, o Bahia acelerou o jogo e assumiu o protagonismo. Juba aproveitou sobra da zaga atleticana e acertou um míssil de perna esquerda. Depois do empate improvável de Hulk, aos 45, parecia que o Galo sairia com um ponto. Mas Michel Araujo não quis saber de roteiro previsível: dominou, girou e acertou outro chute indefensável, dando ao Bahia mais três pontos e uma atuação digna da nova camisa do Superman — lançada em homenagem ao filme Superman: Legacy.

Com o resultado, o Bahia mantém sua invencibilidade como mandante no Brasileirão e ganha confiança para o próximo compromisso. Na terça-feira (15), às 21h30, a equipe volta à Fonte Nova para enfrentar o América de Cali, pela Copa Sul-Americana.

Brasileirão

Vitória sofre virada no fim contra o Athletico e amplia jejum fora de casa

Rubro-negro acumula dois empates e quatro derrotas jogando longe do Barradão

Publicado

em

O Vitória voltou a esbarrar em um problema recorrente no Brasileirão: a dificuldade de sustentar resultados longe de Salvador. Na Arena da Baixada, o time baiano até saiu na frente, mas sofreu a virada e perdeu por 3 a 1 para o Athletico-PR, em um jogo decidido nos acréscimos.

O início foi equilibrado, com chances para os dois lados. Mais atento, o Vitória aproveitou um erro na saída de bola e abriu o placar com Renê, em jogada construída com rapidez e precisão. A vantagem, porém, durou pouco. O Athletico aumentou a pressão e empatou ainda no primeiro tempo, com Viveros em cobrança de pênalti.

Na etapa final, o confronto seguiu aberto, com alternância de momentos e boas intervenções do goleiro Lucas Arcanjo, que evitou a virada em mais de uma ocasião. O Vitória, por sua vez, teve dificuldade para transformar suas saídas em contra-ataques efetivos, optando por se fechar na reta final.

A estratégia, no entanto, não resistiu ao volume do adversário. Já nos acréscimos, o Athletico encontrou o gol da virada em bola disputada dentro da área com Viveros novamente. Pouco depois, Luiz Gustavo ampliou o placar e deu números finais ao jogo.

O resultado mantém o Vitória com 15 pontos, na parte intermediária da tabela, mas reforça um alerta: o time ainda não venceu como visitante na competição.

Continue Lendo

Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

Publicado

em

O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

Continue Lendo

Brasileirão

Vitória empata com o Corinthians em jogo sem criatividade e expõe limitações ofensivas

Único chute a gol do jogo saiu aos 42 minutos do segundo tempo

Publicado

em

O Vitória ficou no 0 a 0 com o Corinthians, no Barradão, em uma partida marcada pela falta de inspiração ofensiva. Com apenas uma finalização no alvo durante os 90 minutos, o confronto expôs dificuldades claras de criação dos dois lados, especialmente do time baiano.

O primeiro tempo foi praticamente inexistente do ponto de vista técnico. Sem agressividade e com muita troca de passes sem profundidade, as equipes não conseguiram sequer acertar o gol. A saída precoce de Renato Kayzer, lesionado, reduziu ainda mais as opções ofensivas do Vitória, que perdeu sua principal referência no ataque.

Na etapa final, o Leão tentou mudar o cenário. Passou a ocupar mais o campo ofensivo, principalmente pelo lado esquerdo, mas seguiu esbarrando na falta de precisão no último passe. O Corinthians, por sua vez, só reagiu nos minutos finais, também sem conseguir transformar presença em perigo real.

A única finalização certa do jogo saiu aos 42 minutos, em chute de fora da área de Zé Vitor, defendido por Hugo Souza. No último lance, Ronald Lopes ainda teve a chance de garantir a vitória, mas desperdiçou. O empate mantém o Vitória na zona intermediária da tabela, com 14 pontos, ainda próximo da disputa por vaga em competições internacionais. Mas o desempenho deixa um alerta.

Mais do que o resultado, o que preocupa é a dificuldade de construir jogadas e transformar posse de bola em chances concretas. Em um campeonato de margens curtas, a falta de efetividade ofensiva pode custar caro. O próximo desafio é pela Copa do Brasil, contra o Flamengo, fora de casa, e tende a exigir um nível de competitividade maior e, principalmente, um ataque mais presente.

Continue Lendo

Mais lidas