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Nos campeonatos

Brasil terá 35 atletas em 16 modalidades nos Jogos Olímpicos da Juventude

Time Brasil entra na reta final para Dakar 2026, que será a primeira edição da competição realizada no continente africano

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O Brasil terá 35 atletas, sendo 22 homens e 13 mulheres, nos Jogos Olímpicos da Juventude Dakar 2026. A delegação foi anunciada pelo Comitê Olímpico do Brasil nesta segunda-feira (31), exatamente dois meses antes do início da competição, marcada para 31 de outubro a 13 de novembro.

O Time Brasil estará representado em 16 modalidades. Entre os destaques estão o atleta Kevin Tobias Aguero, de 17 anos, e a judoca Clarisse Vallim, de 15.

Jovens em destaque

Kevin chega ao Senegal embalado pelo recorde brasileiro e sul-americano Sub-18 dos 400 metros com barreiras. No dia 22 de agosto, o sul-mato-grossense marcou 50s77 e passou a figurar entre os seis melhores do mundo na categoria.

No judô, Clarisse será a única brasileira da modalidade. Bicampeã mundial cadete até 70 kg, a carioca chega a Dakar depois de conquistar o título mundial em Guayaquil, no Equador.

Brasil em 16 modalidades

Além do atletismo e do judô, a delegação terá representantes em badminton, beach handebol, beach wrestling, breaking, ciclismo de estrada, esgrima, futsal, ginástica artística, kitesurf, natação, remo costal, taekwondo, tiro com arco, triatlo e vôlei de praia.

A competição também terá um significado histórico: Dakar 2026 será a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude realizada na África.

A preparação brasileira entra agora na fase final, com planejamento logístico e estrutura multidisciplinar nas áreas de saúde, transporte, hospedagem, comunicação e esporte seguro. A competição representa para os atletas uma primeira experiência no ambiente olímpico e uma etapa importante na formação da próxima geração do esporte brasileiro.

Nos campeonatos

Festival Paralímpico chega a cinco cidades da Bahia com esporte e inclusão

Salvador, Ilhéus, Jequié, Vitória da Conquista e Vera Cruz recebem atividades gratuitas no dia 19 de setembro

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O esporte paralímpico vai ocupar cinco cidades baianas no dia 19 de setembro. Salvador, Ilhéus, Jequié, Vitória da Conquista e Vera Cruz estão entre as 149 sedes do Festival Paralímpico Loterias Caixa 2026, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

A iniciativa oferece gratuitamente a crianças e jovens, com e sem deficiência, a oportunidade de conhecer e experimentar diferentes modalidades esportivas. Mais do que uma ação recreativa, o Festival amplia o acesso ao esporte e ajuda a aproximar novos talentos do movimento paralímpico.

Em Salvador, as atividades serão realizadas no Centro de Referência Paralímpico. As outras cidades baianas participantes são Vitória da Conquista, Jequié, Ilhéus e Vera Cruz, ampliando a presença do projeto em diferentes regiões do estado.

Criado em 2018, o Festival Paralímpico cresceu de 48 para 149 cidades participantes. Em 2025, as duas edições reuniram mais de 54 mil inscritos em todo o país, mostrando a expansão de uma iniciativa que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão, convivência e descoberta.

As inscrições para a edição deste ano são gratuitas e seguem abertas até o dia 17 de setembro.

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Nos campeonatos

Aplicativo amplia curso de xadrez com ferramenta que analisa partidas

Novo recurso do Duolingo permite revisar jogadas, identificar erros e acertos e reforça o uso da tecnologia na modalidade

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O xadrez ganha uma nova ferramenta de aprendizado no Duolingo. A partir desta terça-feira (2), o aplicativo disponibiliza a Revisão da Partida, recurso que analisa os jogos dos alunos lance a lance e mostra erros, acertos e oportunidades de melhoria.

A ferramenta utiliza o Oscar, personagem do aplicativo especializado em xadrez, para avaliar as decisões tomadas durante a partida. Em situações de desvantagem, o sistema apresenta alternativas e permite que o jogador refaça determinadas jogadas para compreender como poderia chegar mais rapidamente ao xeque-mate.

Tecnologia a serviço do xadrez

As partidas são divididas em três categorias: acertos, erros e oportunidades perdidas. A proposta vai além de apontar uma jogada considerada ruim: o aluno pode entender o motivo da decisão e visualizar outras possibilidades.

Esse tipo de recurso aproxima o aprendizado digital de uma das principais características do xadrez como esporte: a capacidade de analisar decisões, antecipar movimentos e aprender com os próprios erros.

Disponível para iOS e Android, o curso de xadrez do Duolingo está entre os que mais crescem no Brasil. O país ocupa a quarta posição mundial em número de alunos da modalidade na plataforma.

Um esporte além do óbvio

O crescimento do xadrez em ambientes digitais também ajuda a ampliar o contato com uma modalidade que combina raciocínio, estratégia, concentração e tomada de decisão.

Na Bahia, Paulo Afonso se destaca como um dos principais polos da modalidade, com uma tradição que ajuda a mostrar que o esporte tem espaço para crescer tanto nas escolas e clubes quanto nas plataformas digitais.

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Nas ruas

Maratona Salvador reforça inclusão com participação de atletas PCD

Prova já tem 66 corredores com deficiência inscritos e reúne histórias de superação, esporte e oportunidade

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A Maratona Salvador, marcada para os dias 26 e 27 de setembro, terá novamente a participação de atletas com deficiência. Neste ano, 66 PCD já estão inscritos nas provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km, além dos desafios combinados.

A organização mantém um sistema próprio de classificação, criado para ampliar a participação de cadeirantes, amputados, pessoas com deficiência visual e intelectual. Profissionais do Comitê Paralímpico Brasileiro também participarão da avaliação dos atletas.

Esporte como transformação

Entre os participantes está Angelina Nascimento, de 60 anos. Cadeirante, ela disputa todas as edições da Maratona Salvador e vai encarar novamente os 42 km. Após perder os movimentos das pernas por causa de uma polineuropatia, encontrou na corrida uma forma de reconstruir a própria vida.

“Cada dia da minha vida, eu aprendo e tenho evolução maior. O esporte foi tudo.”

Morador de Plataforma, José Bonifácio Soares Filho, o Baby Maratonista, também representa essa relação entre esporte e superação. Atleta de baixa visão, ele corre há 27 anos e completou a maratona de 2025 em 3h28min, terminando em segundo lugar na categoria PCD.

Inclusão além da largada

Para o treinador Felipe Albuquerque, o Chokito, a preparação de atletas PCD exige planejamento individualizado, considerando limitações funcionais, técnica, força e condicionamento.

A experiência da Maratona Salvador mostra que inclusão esportiva vai além de permitir a inscrição. É criar estrutura, classificação e oportunidades para que atletas com diferentes deficiências possam competir, desenvolver suas capacidades e ocupar o espaço que também é deles no esporte.

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