A paixão rubro-negra ganhou forma em uma nova coleção da Reserva, marca de moda masculina do grupo AZZAS 2154 e parceira oficial de moda do Flamengo. Em comemoração ao aniversário do clube, a marca lançou uma collab especial que une estilo, identidade e memória esportiva em uma linha exclusiva de roupas e acessórios.
O destaque fica por conta da jaqueta Varsity numerada, peça de edição super limitada — apenas 130 unidades — que celebra o legado do Flamengo com design inspirado no orgulho da torcida. A coleção também inclui camisetas, polos, bonés, moletons e o tênis Spriz Flamengo, modelo de acabamento premium e estética urbana, pensado para traduzir a energia das arquibancadas cariocas.
Cada detalhe da collab foi desenvolvido como um tributo à trajetória do clube, dos aviamentos exclusivos às estampas que reverenciam seus símbolos clássicos. Segundo Pedro Cardoso, diretor de Marketing Digital e Novos Negócios da Reserva, o projeto reforça o papel do futebol como expressão cultural e social. “O futebol é uma das linguagens mais poderosas da cultura brasileira. A Reserva o enxerga como um campo de expressão, pertencimento e identidade, que vai muito além da torcida”, afirmou.
A parceria com o Flamengo marca o quinto lançamento conjunto entre marca e clube e consolida a presença da Reserva no território do lifestyle esportivo, com colaborações com outros 12 clubes brasileiros. As peças da nova coleção estão disponíveis em lojas selecionadas da Reserva, nas lojas oficiais do Flamengo e no e-commerceusereserva.com/flamengo.
O Bahia apresenta um novo terceiro uniforme para a temporada 2026 com uma proposta que vai além da estética. Desenvolvida em parceria com a Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (FINPAT), a campanha coloca os povos originários como protagonistas da narrativa.
Com o conceito “O Brasil sempre esteve aqui”, o projeto foi construído a partir da participação de lideranças e comunidades indígenas. A proposta procura romper com o modelo tradicional de campanhas que apenas homenageiam povos originários, dando espaço para que suas próprias histórias, culturas e reivindicações sejam apresentadas.
Identidade indígena em campo
A camisa combina azul e dourado e traz uma estampa inspirada nos colares pataxó. O azul representa as águas e o Oceano Atlântico, enquanto o dourado faz referência ao Tawá, o barro, associado às riquezas da terra.
Na estreia, contra o Remo, na segunda-feira (14), pela 27ª rodada do Brasileirão, os jogadores do Bahia terão nas costas nomes de povos indígenas da Bahia, como Pataxó, Tupinambá, Kirirí e Atikum.
Antes da partida, lideranças indígenas também participarão do protocolo no gramado e farão a leitura do manifesto da campanha, acompanhadas por crianças indígenas.
A produção audiovisual foi realizada em territórios indígenas do Extremo Sul da Bahia e da Ilha de Itaparica, com participação de lideranças como a Cacica Inaiê Tupinambá e outros representantes indicados pelas próprias comunidades.
Resistência cultural
O projeto também prevê conteúdos sobre ancestralidade, sustentabilidade, preservação cultural, proteção dos territórios e formação de novas lideranças.
Esse é talvez o ponto mais relevante da iniciativa: a parceria não se limita à criação de uma camisa temática. Ao colocar a FINPAT na construção do conceito e da narrativa, o Bahia busca transformar a ação em uma plataforma permanente de conteúdo e diálogo.
O uniforme ainda é produzido com 100% de poliéster reciclado e utiliza a tecnologia dryCELL, voltada para absorção de umidade e respirabilidade.
A nova camisa já está à venda nos canais oficiais do Bahia e da PUMA. A versão Torcedor custa R$ 369,99, enquanto a versão Jogador sai por R$ 599,99. O modelo infantil custa R$ 329,99.
A cobertura esportiva da Copa do Mundo já não se limita mais à transmissão dos jogos. Em 2026, ela também passa pela linguagem da internet, pela construção de comunidade e até pela forma de vestir. A CazéTV anunciou o lançamento da coleção oficial de roupas que será usada por narradores, comentaristas e apresentadores durante o Mundial, ampliando uma estratégia que mistura futebol, cultura digital e identificação com o público.
A linha chega ao mercado com quatro modelos de camisetas nas cores amarelo, azul, branco e preto, inspiradas em referências históricas das Copas de 1994 e 2002. As peças incorporam elementos visuais ligados à torcida brasileira e à identidade construída pela própria CazéTV nos últimos anos.
As peças serão vendidas inicialmente pela loja oficial da CazéTV no Mercado Livre e terão preços abaixo de R$ 100. A proposta reforça outro aspecto importante da estratégia: tornar o produto acessível a um público amplo, aproximando ainda mais o canal da comunidade que ajudou a consolidar sua audiência nos últimos anos.
Ao permitir que o público utilize exatamente os mesmos uniformes do elenco durante a cobertura da Copa, a CazéTV aposta justamente nessa lógica de aproximação. A estratégia também evidencia uma mudança importante no mercado esportivo brasileiro.
Se antes a cobertura da Copa estava concentrada apenas na televisão tradicional, hoje ela se espalha por plataformas digitais que conseguem dialogar diretamente com públicos mais jovens, especialmente aqueles acostumados à comunicação rápida, descontraída e interativa da internet.
O Fluminense de Feira apresentou sua nova coleção de uniformes para a Série B do Campeonato Baiano 2026 com uma proposta que vai além do futebol. Com o conceito “O Sertão Não Se Rende”, o clube aposta na valorização da cultura local como parte da sua identidade esportiva.
O lançamento traz uma homenagem direta a dois nomes da literatura feirense: Antonio Brasileiro e Roberval Pereyr.
O ensaio da campanha foi realizado no Museu Casa do Sertão, em Feira de Santana, espaço que carrega a memória da região e dialoga com a proposta do projeto. Ao reunir jogadores e artistas no mesmo ambiente, o clube constrói uma narrativa que aproxima esporte e literatura em torno de uma mesma identidade. Isso insere o clube em um movimento mais amplo de conexão com o território, reforçando o papel do futebol como plataforma de expressão cultural.
A iniciativa também revela uma tentativa de reposicionamento. Em um cenário onde muitos clubes ainda limitam suas ações ao campo esportivo, o Fluminense de Feira busca se afirmar como agente cultural, valorizando referências que, muitas vezes, ficam à margem do grande público.
Os próprios homenageados destacam esse ponto. A valorização da arte local aparece como um caminho para ampliar o alcance da literatura e criar novos pontos de contato com a população, algo que o futebol, pela sua capilaridade, consegue potencializar.
Ao incorporar elementos culturais à sua comunicação, o Fluminense de Feira reforça vínculos com a comunidade e constrói uma identidade que não depende apenas de resultados dentro de campo.