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Nos campos

Fonte Nova e Barradão estão entre os estádios mais intimidadores do Brasil

Estudo aponta força da torcida e desempenho em casa como diferenciais que transformam Salvador em território hostil para visitantes

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A Casa de Apostas Arena Fonte Nova e o Barradão aparecem entre os dez estádios mais intimidadores do Brasil, segundo um levantamento inédito do Bolavip Brasil que analisou fatores objetivos dentro e fora de campo. O estudo considerou três elementos centrais: média de público, proximidade da torcida em relação ao gramado e desempenho do time mandante.

A combinação desses fatores ajuda a explicar por que enfrentar Bahia e Vitória em Salvador segue sendo um desafio para qualquer adversário. A Fonte Nova aparece com destaque absoluto, ocupando a segunda colocação no ranking nacional, atrás apenas do Maracanã do Flamengo. O estádio tricolor alia arquibancadas cheias, torcida próxima do campo e uma forte média de pontos do Bahia como mandante, formando um ambiente que pesa sobre o visitante desde o aquecimento.

O Barradão, por sua vez, surge na 10ª posição, mas com características próprias que o tornam singular. A proximidade do torcedor rubro-negro com o gramado e o perfil mais “raiz” do estádio mantêm viva a fama de um dos campos mais desconfortáveis do país, especialmente em jogos de maior pressão.

Torcida, arquitetura e desempenho: a fórmula da intimidação

O levantamento mostra que não basta apenas ter um estádio moderno ou arquibancadas próximas. A intimidação nasce do equilíbrio entre presença de público e força esportiva. É o que explica, por exemplo, a liderança do Maracanã, seguido por Fonte Nova e Mineirão — estádios que figuram entre os maiores públicos e melhores aproveitamentos como mandantes.

Em contraste, arenas como a Arena MRV, apesar da menor distância entre torcida e campo no Brasil, perdem força no ranking por conta da média de público mais baixa e do desempenho irregular do Atlético-MG em casa. O mesmo raciocínio vale para Morumbis e Nilton Santos, onde a grande distância das arquibancadas dilui a pressão, mesmo com clubes competitivos.

Salvador como fator de jogo

Para o futebol baiano, o estudo reforça algo que o torcedor já sente na arquibancada: jogar em Salvador é barril! Fonte Nova e Barradão seguem sendo extensões da identidade de resistência baiana com as cores de Bahia e Vitória, onde a torcida não apenas assiste, mas interfere no jogo.

Nos campos

Estrela de Março cai para o Taubaté na estreia da Copinha em jogo decidido nos pênaltis

Caio Matheus converteu as duas cobranças e garante vitória paulista no Grupo 22

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A estreia do Estrela de Março na Copa São Paulo de Futebol Júnior terminou com derrota por 2 a 0 para o Taubaté, na manhã deste domingo (4), no estádio Joaquim de Morais Filho, o Joaquinzão. A partida foi marcada por equilíbrio nas ações, mas acabou definida pela eficiência do time da casa nas cobranças de pênalti.

Os dois gols do Taubaté foram anotados pelo meia Caio Matheus, especialista na bola parada. O primeiro saiu aos 15 minutos do primeiro tempo, em lance que deu tranquilidade ao Alviazul ainda cedo. Já na segunda etapa, aos 26 minutos, o camisa 10 voltou a converter da marca da cal e consolidou o resultado.

Apesar do placar, o jogo expôs um Estrela de Março competitivo em alguns momentos, mas com dificuldades para transformar volume em finalizações claras. Faltou agressividade no terço final e maior leitura defensiva para evitar faltas decisivas dentro da área: detalhe que pesou em um torneio curto, onde os erros costumam ser amplificados.

Com o resultado, o Taubaté soma três pontos e larga em vantagem no Grupo 22, que ainda conta com Botafogo e Águia de Marabá. Já o Estrela de Março começa a Copinha sem pontuar e passa a tratar a próxima rodada como decisiva.

A equipe volta a campo na quarta-feira (7), às 21h30, novamente no Joaquinzão, quando enfrenta o Botafogo em busca de reação e sobrevivência no grupo.

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Vitória mostra força mental, joga com dois a menos e arranca empate na estreia da Copinha

Rubro-Negro sai atrás duas vezes, perde jogadores, mas reage em Guarulhos e soma ponto importante

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O Vitória estreou na Copa São Paulo de Futebol Júnior com um empate de peso emocional. Mesmo atuando grande parte do jogo com dois jogadores a menos, o Rubro-Negro buscou o 2 a 2 contra o Capivariano, neste sábado, no estádio Antônio Soares de Oliveira, em Guarulhos, em partida marcada por oscilações técnicas, tensão disciplinar e forte poder de reação dos baianos.

O time começou melhor, controlando as ações nos minutos iniciais, mas viu o Capivariano crescer e abrir o placar com Gustavo Rodrigues, em jogada aérea. A partir daí, o Vitória perdeu organização e, sobretudo, equilíbrio emocional. O cenário se agravou ainda no primeiro tempo, quando Luís Fabiano foi expulso por reclamação, deixando a equipe em desvantagem numérica e psicológica.

Mesmo assim, o segundo tempo começou com resposta imediata. Logo no primeiro minuto, Emanoel empatou de cabeça após cruzamento de Kauan Vitor, recolocando o Vitória no jogo. A reação, porém, voltou a ser interrompida pela indisciplina: Hiago Fernandes recebeu o segundo amarelo e deixou o Rubro-Negro com apenas nove jogadores em campo. Pouco depois, Rayan marcou e recolocou o Capivariano em vantagem.

Com dois a mais, o time paulista passou a controlar o ritmo, trocando passes e administrando o resultado. A postura conservadora, no entanto, foi castigada no fim. Aos 45 minutos do segundo tempo, Luís Aucélio apareceu pela direita e aproveitou mais um cruzamento preciso de Kauan Vitor para marcar o gol do empate, premiando a insistência e a coragem do Vitória.

O resultado deixa Vitória e Capivariano com um ponto no Grupo 28, atrás do líder Flamengo de Guarulhos. Os paulistas levam vantagem nos critérios disciplinares e ocupam a segunda posição, enquanto o Rubro-Negro fica em terceiro lugar.

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Atlético de Alagoinhas estreia com vitória e larga bem na Copinha 2026

Carcará vence o Santa Fé-SP por 2 a 0, soma três pontos e ganha fôlego no Grupo 1

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O Atlético de Alagoinhas começou a Copa São Paulo de Futebol Júnior com o pé direito. Na tarde deste sábado, o Carcará venceu o Santa Fé-SP por 2 a 0, em Santa Fé do Sul, e deu um passo importante na briga por classificação no Grupo 1 do principal torneio de base do país.

Os gols da equipe baiana foram marcados por Leu e Yan, em uma atuação segura e pragmática. Sem pressa e com boa leitura do jogo, o Atlético soube aproveitar os espaços e controlar o ritmo da partida, administrando a vantagem sem correr riscos desnecessários.

A vitória na estreia tem peso estratégico em uma competição curta, na qual cada resultado influencia diretamente o cenário do grupo. Mais do que os três pontos, o Carcará mostrou organização, maturidade competitiva e eficiência ofensiva, elementos fundamentais para quem busca avançar de fase longe de casa.

Na próxima rodada, o Atlético de Alagoinhas enfrenta a Chapecoense, na terça-feira, às 15h15 (de Brasília), novamente em Santa Fé do Sul.

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