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Nas telas

Galvão Bueno será narrador da Copa de 2026 no SBT

Parceria com NSports aproxima emissora da compra dos direitos de transmissão

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O narrador Galvão Bueno será a principal voz da Copa do Mundo de 2026 no SBT. O acordo, costurado em parceria com a NSports, prevê que Galvão narre os principais jogos da Seleção Brasileira, além da final e outras partidas de destaque do torneio, que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.

O contrato ainda não foi assinado, mas já está em fase final no jurídico da emissora. A expectativa é de que o anúncio seja feito nos próximos dias. Para o SBT, a chegada de Galvão representa não apenas um reforço de peso para a cobertura, mas também um passo decisivo no processo de aquisição dos direitos de transmissão do Mundial, negociação que avança com a Livemode.

A força do nome Galvão

Com mais de 40 anos de carreira, Galvão construiu sua imagem como narrador das principais conquistas da Seleção. Estar à frente da Copa de 2026 devolve a ele o protagonismo em um evento que moldou sua trajetória. Além disso, reforça a estratégia do SBT de investir em nomes capazes de atrair audiência e anunciantes em um mercado cada vez mais fragmentado.

A disputa pelos direitos

Enquanto a Globo e a CazéTV já garantiram espaço na cobertura, o SBT aposta no Mundial como oportunidade de reposicionar sua grade e atrair publicidade de grande porte. A Record, que chegou a estudar a compra, recuou diante do alto custo. Já o SBT, ao lado da NSports, acredita que o retorno comercial compensa o investimento.

Tiago Leifert e novos projetos

O narrador não chega sozinho. Tiago Leifert, atual voz esportiva do SBT, também fará parte da cobertura, em jogos selecionados e programas especiais. A ideia é que Galvão seja a estrela, mas que haja uma combinação de estilos para ampliar o alcance da transmissão.

Ainda resta definir como ficará o programa “Galvão e Amigos”, que ele apresenta na Band. A tendência é que siga no ar até a Copa.

Nas telas

Carlo Ancelotti detalha novo ciclo e reformulação da Seleção em entrevista exclusiva

Técnico italiano e diretor Rodrigo Caetano defendem planejamento de longo prazo e espaço para nova geração

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A Seleção Brasileira deve passar por uma renovação geracional após a Copa do Mundo. Em entrevista ao programa CNN Esportes S/A, Carlo Ancelotti e Rodrigo Caetano detalham os planos para o próximo ciclo e reconhecem que o futebol brasileiro precisa corrigir problemas dentro e fora de campo.

Ancelotti classificou a campanha recente do Brasil como uma decepção e defendeu mudanças para recolocar a equipe entre as principais seleções do mundo. O treinador pretende observar principalmente jogadores nascidos entre 2004 e 2008 nos próximos amistosos, sem estabelecer uma ruptura automática com atletas mais experientes.

A ideia é fazer uma transição gradual. Para Ancelotti, a idade não deve ser o único critério para uma convocação, mas o momento é de aumentar a atenção sobre os jovens que podem formar a Seleção dos próximos anos.

Depois de Neymar, uma nova referência

O treinador também comentou o encerramento do ciclo de Neymar com a Amarelinha. Sem apontar um substituto direto, Ancelotti destacou a dimensão do atacante e considerou impossível reproduzir o que o ex-camisa 10 representou.

A declaração reforça uma questão que vai além da escolha de nomes: a Seleção precisa construir uma identidade capaz de não depender exclusivamente de um jogador. A renovação, portanto, envolve não apenas trocar peças, mas formar uma equipe mais equilibrada e preparada para diferentes adversários.

CBF admite falhas no planejamento

Rodrigo Caetano reconheceu que o ciclo anterior foi marcado por instabilidade administrativa e técnica. Mudanças na presidência, sucessivas trocas de treinadores e a ausência de um coordenador durante quase dois anos prejudicaram a preparação.

A proposta agora é trabalhar com mais tempo e planejamento. A CBF pretende manter confrontos contra seleções de diferentes escolas de futebol e chegar às próximas competições com uma base mais entrosada.

O objetivo é usar o período até 2028 e 2030 para construir uma Seleção menos dependente de soluções imediatas. Depois de anos de instabilidade, o maior desafio brasileiro talvez seja justamente transformar a renovação anunciada em um projeto contínuo, e não apenas em mais uma mudança de ciclo.

* O CNN Esportes S/A vai ao ar neste domingo (13), às 21h15 (horário de Brasília) na CNN Brasil e no canal do YouTube do CNN Esportes.

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Nas telas

Prime Video amplia espaço no futebol brasileiro e estende Copa do Brasil até 2030

Streaming também garante direitos da Supercopa Rei e passa a reunir três das principais competições do calendário nacional

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O Prime Video ampliou sua presença no futebol brasileiro ao renovar por mais quatro temporadas os direitos de transmissão da Copa do Brasil, agora até 2030. O novo acordo também inclui a Supercopa Rei, entre 2028 e 2031, reforçando a estratégia da plataforma de disputar espaço no mercado de transmissões esportivas.

A partir da fase de 32 avos de final da Copa do Brasil, o Prime Video terá 18 partidas por temporada, entre jogos exclusivos, coexclusivos e as principais escolhas de cada fase. Pela primeira vez, o pacote prevê ainda a exclusividade de uma semifinal em dois dos quatro anos, além da final.

Streaming ganha peso no futebol

Com o acordo, o Prime Video passa a reunir Brasileirão Série A, Copa do Brasil e Supercopa Rei em seu portfólio. A plataforma também oferece NBA, WNBA e conteúdos da CazéTV, ampliando a disputa por audiência esportiva no ambiente digital.

O movimento acompanha o crescimento do futebol dentro do serviço. Desde a entrada na Copa do Brasil, em 2021, as horas assistidas nos lares brasileiros mais que dobraram, segundo a empresa. A chegada do Brasileirão, em 2025, aumentou ainda mais a relevância do esporte na estratégia da plataforma.

Uma nova disputa pela audiência

A expansão do Prime Video mostra como a transmissão esportiva brasileira está cada vez menos concentrada na televisão tradicional. Competições de grande apelo passaram a ser também ativos estratégicos para plataformas de streaming, que buscam fidelizar assinantes por meio de eventos ao vivo.

Para o torcedor, a oferta maior pode significar mais opções para acompanhar o futebol. Por outro lado, a fragmentação dos direitos também exige atenção: quanto mais plataformas entram no jogo, maior pode ser a dificuldade para o público saber onde assistir a cada competição ou partida.

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Nas pistas

Xsports transmite STU de skate e garante Ultimate Championship de Atletismo

Emissora segue investindo e amplia espaço dos esportes olímpicos na TV aberta

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A Xsports amplia a presença dos esportes olímpicos na televisão aberta brasileira. No próximo fim de semana, a emissora transmite com exclusividade a etapa de Brasília do Pro Tour STU, principal circuito nacional de skate, e já prepara a estreia do World Athletics Ultimate Championship, novo torneio de elite do atletismo mundial.

O STU Brasília terá as semifinais no sábado (5), às 20h55, e as finais ao vivo no domingo (6), a partir das 14h30. A competição reúne atletas das modalidades Street e Park e, ao longo de nove anos, ajudou a revelar nomes que chegaram ao pódio olímpico, como Rayssa Leal e Augusto Akio.

Skate como porta de entrada

Levar o STU para a TV aberta amplia o contato do público com uma modalidade que ganhou força entre os jovens e passou a ocupar espaço relevante no programa olímpico.

Mais do que audiência, a exposição pode ajudar a aproximar novos praticantes do skate e valorizar atletas que ainda enfrentam dificuldades para alcançar grande visibilidade fora dos principais eventos.

Piu volta à tela

A Xsports também adquiriu os direitos para TV aberta e YouTube do World Athletics Ultimate Championship. A primeira edição será realizada entre 11 e 13 de setembro, em Budapeste, na Hungria.

Entre os destaques está Alison dos Santos, o Piu, que retorna à programação da emissora depois de estabelecer o recorde mundial dos 400 metros com barreiras na Diamond League.

O movimento indica uma aposta mais consistente da Xsports em modalidades além do futebol. Para esportes como skate e atletismo, ampliar a presença em plataformas abertas significa criar novas oportunidades de audiência, formação de público e valorização dos atletas brasileiros.

A emissora também já garantiu os direitos da segunda edição do Ultimate Championship, prevista para 2028.

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