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Brasileirão

Panini lança cards colecionáveis do Brasileirão com principais craques do futebol

Nova edição do Adrenalyn XL chega às bancas com 471 cards e novidades para colecionadores e torcedores

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O Brasileirão 2025 ganhou um atrativo especial fora dos gramados. Desde 15 de agosto, a Panini colocou no mercado a nova edição do Adrenalyn XL™, coleção oficial de cards do campeonato, já disponível no site da editora e nas principais bancas do país.

O Starterpack, vendido a R$ 99,90, vem com 27 cards (sendo 3 Limited Edition), quatro envelopes, um tabuleiro, pasta porta-cards e o Guia Oficial. A coleção completa soma 471 cards numerados, incluindo 131 metalizados e 25 Limited Edition, além de versões autografadas de jogadores da categoria Estrela. Os cards retratam atletas de todos os clubes da Série A, com categorias especiais como Muralha, Artilheiro, Estrela, Top Player e Luvas Douradas.

A cada card, os jogadores recebem pontuações baseadas no desempenho no Brasileirão de 2024, estaduais e torneios internacionais. Isso permite que os colecionadores montem suas próprias equipes e disputem partidas no estilo game com amigos e familiares.

A Panini também preparou lançamentos quinzenais para manter o ritmo da coleção: a Lata Classic (R$ 79,90), disponível a partir de 29 de agosto, com seis envelopes e cinco cards Limited Edition; os envelopes premium (15 de setembro); e o Upgrade Set (10 de outubro), com 100 cards inéditos e novas contratações. Já os envelopes individuais, com um card, custam R$ 11,90.

Como incentivo extra, a coleção traz a promoção “Adrenalyn”: quem reunir as nove letras da palavra impressas em envelopes poderá trocar por uma bola de futebol oficial. Com quase 60 anos de tradição no segmento, a Panini reforça sua ligação com o futebol brasileiro, oferecendo aos torcedores um produto que une paixão, nostalgia e interação.

Brasileirão

Vitória passa pelo São Paulo em casa e escapa do rebaixamento

Baralhas faz o gol salvador e contagia a torcida presente no Barradão

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O Vitória conaeguiu se salvar! Mas o torcedor voltou a viver um roteiro conhecido: tensão até o fim, drama nas arquibancadas e uma permanência conquistada na marra. O resultado de 1 a 0 sobre o São Paulo, no Barradão, garantiu o clube na Série A e encerrou uma temporada marcada por oscilações e pela dificuldade de construir regularidade. O gol da sobrevivência saiu dos pés de Baralhas, aos 23 minutos do segundo tempo, em um jogo em que o Rubro-Negro oscilou, mas resistiu.

A permanência não veio apenas do desempenho em campo. As derrotas de Fortaleza e Ceará ajudaram a clarear o cenário, reduzindo a pressão por combinações improváveis. Ainda assim, o Vitória fez a sua parte. No primeiro tempo, empurrou o São Paulo para trás, criou chances com Erick, Kayzer e Willian Oliveira, mas parou no goleiro Rafael. Do outro lado, viveu sustos que só não viraram problema maior pela boa intervenção de Thiago Couto.

O gol que mudou tudo

Quando o jogo começava a ficar morno, uma roubada de bola pela esquerda terminou com Baralhas livre na área para finalizar com tranquilidade. O Barradão explodiu — e dali em diante o Vitória jogou por uma bola, enquanto o São Paulo acumulava posse, mas sem produtividade. A estratégia foi arriscada, mas funcionou.

Um padrão que se repete

Foi a terceira vez que o clube se salva na última rodada — algo que traduz parte da identidade recente do Vitória: competitivo, reativo, emocional, mas pouco previsível ao longo do campeonato. A permanência, embora celebrada, reforça a necessidade de um projeto mais estável para evitar novos sufocos.

Como termina a temporada

O Vitória fecha a Série A em 15º, com 45 pontos, dois acima da zona de rebaixamento. O São Paulo, mesmo derrotado, fica em e ainda pode disputar a pré-Libertadores caso haja campeão da Copa do Brasil vindo de Flu ou Cruzeiro.

Para o torcedor rubro-negro, o fim de 2025 chega com alívio, mas também com a certeza de que sobreviver não pode seguir sendo o único plano.

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Brasileirão

Ceará e Fortaleza perdem na última rodada e caem juntos para a Série B

Dupla cearense se junta a Juventude e Sport para a disputa da segunda divisão em 2026

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A última rodada do Brasileirão 2025 deixou uma marca difícil de ignorar: Ceará e Fortaleza foram rebaixados juntos para a Série B de 2026. Não foi apenas uma queda — foi o encerramento simbólico de um ciclo em que o futebol cearense chegou a ocupar protagonismo nacional, mas que agora enfrenta seu momento mais crítico em mais de uma década.

Enquanto Internacional e Vitória viveram seus próprios dramas, mas conseguiram escapar com vitórias importantes — 3 a 1 contra o Bragantino, no Beira-Rio, e 1 a 0 sobre o São Paulo, no Barradão —, a dupla de Fortaleza não teve o mesmo desfecho.

No Castelão, o Ceará foi dominado pelo vice-campeão Palmeiras e perdeu por 3 a 1. No Rio, o Fortaleza até encontrou brechas, mas foi superado pelo Botafogo, por 4 a 2. A combinação dos resultados selou a queda dos dois clubes, que se juntam a Juventude e Sport, já rebaixados anteriormente.

A rodada expôs algo maior do que a soma das derrotas: revelou fragilidade estrutural, erros de planejamento e a incapacidade de sustentar competitividade ao longo de um campeonato cada vez mais exigente. Depois de anos de crescimento, estádios cheios e projetos ousados, o futebol cearense agora encara a necessidade de repensar suas bases e reconstruir sua trajetória na elite.

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Brasileirão

Bahia perde no Maracanã e fica fora da fase de grupos da Libertadores

O que explica a queda de rendimento e o que esperar da pré-Libertadores?

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O Bahia entrou em campo no Maracanã sabendo exatamente o que precisava: vencer o Fluminense para seguir sonhando com uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores. Fez um primeiro tempo competitivo, controlado, mas faltou presença ofensiva. Quando o jogo abriu no segundo tempo, o Tricolor carioca foi mais eficiente, marcou duas vezes — com Ganso e Thiago Silva — e definiu o 2 a 0 que redesenha o destino da equipe baiana na temporada.

A derrota em si não explica tudo. O sétimo lugar, com ultrapassagem do Botafogo na última rodada, mostra como o Bahia deixou pontos importantes pelo caminho nas semanas finais. Em um campeonato tão regulado, qualquer oscilação cobra um preço alto — e no caso do Tricolor baiano, custou a vaga direta.

O que muda para o torcedor baiano?

A equipe agora vai para a pré-Libertadores, um caminho mais longo, com menos margem para erro e uma carga emocional maior. É um prêmio importante para a campanha do clube, mas também um alerta: a temporada de 2026 começa mais cedo, com jogos decisivos em janeiro ou fevereiro.

E o Fluminense?

Enquanto o Bahia entra de férias, o Fluminense vira a chave para a semifinal da Copa do Brasil. Com 64 pontos e o quinto lugar garantido, confirma que mesmo longe do título conseguiu estabilizar seu desempenho na reta final.

Um fechamento que diz muito

O Bahia de 2024/25 mostrou evolução, identidade e competitividade, especialmente na Fonte Nova. Mas o fim do Brasileirão deixa a sensação de que a equipe poderia ter ido além. A pré-Libertadores é oportunidade e risco ao mesmo tempo — e será também um termômetro da maturidade deste projeto.

Para o torcedor, fica o misto de frustração e esperança: o clube voltou ao cenário internacional, mas a caminhada até a fase de grupos será mais dura do que poderia ser.

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