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Nos campos

Prefeitura entrega mais um campo de grama sintética em Salvador

Nova Arena Jaguar, em Jaguaripe II, simboliza investimento social e aposta na formação de jovens através do esporte

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O antigo campo de barro da Rua Dom Ivo Lorscheiter, em Jaguaripe II, ganhou uma nova vida. A Prefeitura de Salvador inaugurou nesta sexta-feira (17) a Arena Jaguar, um moderno campo com grama sintética, nova iluminação em LED, alambrado, muretas e rede de proteção. O investimento, de cerca de R$ 1,2 milhão, foi realizado pela Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre).

Com a entrega, Salvador chega ao 84º campo requalificado desde o início da política municipal voltada ao esporte comunitário. Segundo o prefeito Bruno Reis, o projeto é parte de uma estratégia mais ampla para promover lazer e inclusão social em áreas vulneráveis.

“Este campo com grama sintética era um sonho antigo, e é com essa visão que nós estamos investindo muito no esporte. Não há no Brasil uma cidade que tenha uma política tão robusta para a área como Salvador”

O diretor de Esportes da Sempre, Felipe Lucas, destacou o impacto do programa. “Antes, as pessoas pediam apenas para nivelar o campo de barro, mas hoje pedem grama sintética porque elas sabem que a Prefeitura tem feito esse trabalho, levando infraestrutura de qualidade”, disse.

A nova estrutura já beneficia projetos locais como a Liga Desportiva Jaguar, que atende cerca de 300 crianças e adolescentes com treinos regulares. Para Tia Marici, diretora da iniciativa, o espaço é mais que um campo: “O esporte aqui representa muito mais do que só jogar bola, mas abraça as crianças e jovens a fim de mantê-los longe da criminalidade”

Entre esses sonhos está o do jovem Lucas Trindade, 16 anos, atleta do Bolsa Atleta Salvador. “havia muita dificuldade para jogar aqui antes, até para correr. Quando chovia era complicado, era muita lama”, contou.

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Fonte Nova e Barradão estão entre os estádios mais intimidadores do Brasil

Estudo aponta força da torcida e desempenho em casa como diferenciais que transformam Salvador em território hostil para visitantes

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A Casa de Apostas Arena Fonte Nova e o Barradão aparecem entre os dez estádios mais intimidadores do Brasil, segundo um levantamento inédito do Bolavip Brasil que analisou fatores objetivos dentro e fora de campo. O estudo considerou três elementos centrais: média de público, proximidade da torcida em relação ao gramado e desempenho do time mandante.

A combinação desses fatores ajuda a explicar por que enfrentar Bahia e Vitória em Salvador segue sendo um desafio para qualquer adversário. A Fonte Nova aparece com destaque absoluto, ocupando a segunda colocação no ranking nacional, atrás apenas do Maracanã do Flamengo. O estádio tricolor alia arquibancadas cheias, torcida próxima do campo e uma forte média de pontos do Bahia como mandante, formando um ambiente que pesa sobre o visitante desde o aquecimento.

O Barradão, por sua vez, surge na 10ª posição, mas com características próprias que o tornam singular. A proximidade do torcedor rubro-negro com o gramado e o perfil mais “raiz” do estádio mantêm viva a fama de um dos campos mais desconfortáveis do país, especialmente em jogos de maior pressão.

Torcida, arquitetura e desempenho: a fórmula da intimidação

O levantamento mostra que não basta apenas ter um estádio moderno ou arquibancadas próximas. A intimidação nasce do equilíbrio entre presença de público e força esportiva. É o que explica, por exemplo, a liderança do Maracanã, seguido por Fonte Nova e Mineirão — estádios que figuram entre os maiores públicos e melhores aproveitamentos como mandantes.

Em contraste, arenas como a Arena MRV, apesar da menor distância entre torcida e campo no Brasil, perdem força no ranking por conta da média de público mais baixa e do desempenho irregular do Atlético-MG em casa. O mesmo raciocínio vale para Morumbis e Nilton Santos, onde a grande distância das arquibancadas dilui a pressão, mesmo com clubes competitivos.

Salvador como fator de jogo

Para o futebol baiano, o estudo reforça algo que o torcedor já sente na arquibancada: jogar em Salvador é barril! Fonte Nova e Barradão seguem sendo extensões da identidade de resistência baiana com as cores de Bahia e Vitória, onde a torcida não apenas assiste, mas interfere no jogo.

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Arena Porto da Lenha é inaugurada no Bonfim e reforça o esporte como vetor de convivência na Cidade Baixa

Equipamento transforma antigo campo de barro em espaço estruturado de lazer e inclusão social

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O futebol de várzea ganhou um novo cenário na Cidade Baixa. A Prefeitura de Salvador inaugurou, nesta segunda-feira (5), a Arena Porto da Lenha, no bairro do Bonfim, ampliando o acesso gratuito ao esporte em uma área historicamente ocupada pela própria comunidade. O equipamento recebeu investimento total de R$ 842,8 mil e passa a integrar a rede de arenas públicas espalhadas pela capital baiana — já são 127 entregues nesta gestão, a primeira em 2026.

Construído há cerca de duas décadas pelos moradores, o espaço sempre foi ponto de encontro de crianças, jovens e adultos, apesar das condições precárias. Antes da intervenção, o campo era apenas de barro e, em períodos de chuva, se transformava em um lamaçal que inviabilizava a prática esportiva. Agora, a arena conta com grama sintética, drenagem, alambrado, traves, iluminação em LED e infraestrutura elétrica, permitindo o uso também à noite.

A entrega da arena dialoga diretamente com a requalificação do Porto da Lenha, realizada no ano passado, quando a área foi usada provisoriamente para abrigar quiosques durante as obras da orla. Com a conclusão do projeto, o espaço voltou para a comunidade em melhores condições, fortalecendo a relação entre esporte, lazer e economia local. A expectativa é que a movimentação dos jogos ajude a impulsionar o comércio informal e os quiosques do entorno, prática comum na dinâmica da Cidade Baixa.

Segundo a Associação de Moradores do Porto da Lenha, o espaço abriga um projeto social de escolinha de futebol, atendendo crianças da própria comunidade e atraindo também moradores de bairros vizinhos. A melhoria da estrutura amplia a permanência dos jovens no esporte e oferece uma alternativa concreta de lazer em um território marcado pela ocupação popular.

O investimento em iluminação (com 30 projetores de LED, quatro luminárias e cinco postes de 16 metros) reforça o caráter democrático do equipamento, permitindo o uso fora do horário comercial e garantindo mais segurança. Para quem vive a rotina do bairro, a mudança é visível. Onde antes havia areia e improviso, agora existe um espaço digno, que valoriza o esporte de base e a convivência comunitária.

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Estrela de Março cai para o Taubaté na estreia da Copinha em jogo decidido nos pênaltis

Caio Matheus converteu as duas cobranças e garante vitória paulista no Grupo 22

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A estreia do Estrela de Março na Copa São Paulo de Futebol Júnior terminou com derrota por 2 a 0 para o Taubaté, na manhã deste domingo (4), no estádio Joaquim de Morais Filho, o Joaquinzão. A partida foi marcada por equilíbrio nas ações, mas acabou definida pela eficiência do time da casa nas cobranças de pênalti.

Os dois gols do Taubaté foram anotados pelo meia Caio Matheus, especialista na bola parada. O primeiro saiu aos 15 minutos do primeiro tempo, em lance que deu tranquilidade ao Alviazul ainda cedo. Já na segunda etapa, aos 26 minutos, o camisa 10 voltou a converter da marca da cal e consolidou o resultado.

Apesar do placar, o jogo expôs um Estrela de Março competitivo em alguns momentos, mas com dificuldades para transformar volume em finalizações claras. Faltou agressividade no terço final e maior leitura defensiva para evitar faltas decisivas dentro da área: detalhe que pesou em um torneio curto, onde os erros costumam ser amplificados.

Com o resultado, o Taubaté soma três pontos e larga em vantagem no Grupo 22, que ainda conta com Botafogo e Águia de Marabá. Já o Estrela de Março começa a Copinha sem pontuar e passa a tratar a próxima rodada como decisiva.

A equipe volta a campo na quarta-feira (7), às 21h30, novamente no Joaquinzão, quando enfrenta o Botafogo em busca de reação e sobrevivência no grupo.

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