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Nas quadras

Quais times devem se destacar na NBA 24/25

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A partir desta terça (29), o BetBox tv transmitirá palpites ao vivo para partidas da NBA 24/25. Às 20h30, Brooklyn Nets x Denver Nuggets se enfrentarão na casa dos nova-iorquinos e o canal de TV dedicado às bets comentará o jogo, lance por lance, acompanhando as estatísticas das principais casas de apostas.

No site do BetBox tv, a temporada 2024/25 da NBA ganha destaque com comentários de Marcela Morgan, coordenadora de redes sociais do BetBox tv e fundadora do Raiz do Basquete, página com mais de 240 mil seguidores no Instagram que acompanha todas as notícias do esporte. Ela aponta quais são os principais destaques entre as equipes das Conferências Leste e Oeste..

Segundo ela, o Boston Celtics é a única equipe sem pontos fracos da NBA. São os atuais campeões e contam com cinco titulares extremamente versáteis, com destaque para o líder, Jayson Tatum, e Jaylen Brown. “É um time com profundidade de elenco, banco que pontua muito bem, garrafão forte nos dois lados da quadra, defesa inteligente e comunicativa, além de um grande entrosamento ofensivo e defensivo. É o favorito disparado”, opina Marcela.

O Dallas Mavericks é outra promessa, por contar com o esloveno Luka Doncic, um dos melhores jogadores da liga atualmente e favorito ao prêmio de MVP (Most Valuable Player, que avalia o atleta mais valioso do campeonato). Além dele, Marcela aponta que há Kyrie Irving, “um excelente criador de jogadas, inteligentíssimo e que sabe jogar sob pressão”, além de Dereck Lively e Klay Thompson – este último é considerado um dos melhores arremessadores da história do basquete.

Por fim, o Oklahoma City Thunder também deve se destacar. A equipe teve uma das melhores defesas da NBA na temporada passada e esse ano contará com Alex Caruso, ótimo defensor de perímetro, sem precisar se desfazer das suas principais peças. Seu líder é Shai Gilgeous-Alexander, que ficou no top 5 da corrida para MVP em 2023 e teve médias de quase 29 pontos por jogo, além de contribuir também no âmbito defensivo.

Nesta terça, os espectadores podem acompanhar Nets x Nuggets pela NBA no BetBox tv, pelo canal 580 da nova parabólica (Banda Ku), no site ou pelo YouTube. Espectadores poderão acompanhar os lances em tempo real, com algumas vantagens exclusivas da transmissão BetBox tv como um painel atualizado ao vivo com estatísticas detalhadas, mudanças nas odds e outras informações valiosas para apostas.

Os comentários sobre apostas e palpites em si são do especialista Leo Borges. Quem comanda a narração é Leonardo Fontes, conhecido por integrar as transmissões da Paramount+, Prime Video e BandSports.

Nas quadras

Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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Febre do tênis entre “aposentados” do futebol revela novo caminho para a saúde pós-40

Ex-jogadores têm encontrado nas quadras um retorno ao esporte e manutenção do bem-estar

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O tênis virou ponto de encontro para uma geração de ex-jogadores e atletas amadores que ultrapassou os 40 anos, mas não abriu mão da competitividade nem do prazer de se manter ativa. O movimento, que cresce em diferentes cidades brasileiras, vem sendo observado de perto pelo médico João Marcello Branco, especialista em saúde, performance e longevidade para adultos que querem continuar rendendo dentro e fora do esporte.

Nos últimos anos, a chamada “saúde pós-40” deixou de ser tabu. Para muitos que saíram dos gramados, o tênis tem funcionado como uma porta de retorno ao esporte, oferecendo intensidade, desafio técnico e, ao mesmo tempo, menor impacto do que o futebol. É um reencontro com o próprio corpo, agora com outras prioridades: qualidade de vida, prevenção de lesões e equilíbrio emocional, como explicao médico.

“A saúde física e mental desses atletas passa a ser o eixo da rotina. A ideia é mostrar que há vida esportiva depois dos 40, e ela pode ser competitiva”

O fenômeno ganhou visibilidade ao chegar também aos nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Felipe Melo e Egídio, que passaram a frequentar quadras e competir ao lado de jogadores amadores. A presença deles reforça a ideia de que o esporte pode ser reiniciado em outra plataforma menos rígida, mais orgânica e inclusiva. “Eles invadiram o terreno dos amadores e mostraram que o tênis virou nova válvula de escape, um novo desafio”, comenta João Marcello Branco.

O trabalho desenvolvido pelo especialista envolve protocolos integrados que combinam avaliação física completa, orientação nutricional, prevenção de lesões, fortalecimento muscular e acompanhamento contínuo de desempenho. A proposta é simples: criar caminhos para que adultos maduros continuem competitivos e saudáveis, com disposição para treinar e para a vida.

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Nas quadras

João Fonseca faz história e entra no top-30 após título na Basileia

Aos 19 anos, brasileiro vence espanhol Davidovich Fokina e consolida ascensão meteórica no circuito mundial

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A nova geração do tênis brasileiro ganhou um nome para marcar época. João Fonseca, de apenas 19 anos, conquistou neste domingo (26) o título do ATP 500 da Basileia, na Suíça, ao derrotar o espanhol Alejandro Davidovich Fokina na final. O triunfo, o maior da carreira até agora, coloca o carioca entre os 30 melhores tenistas do mundo, coroando uma temporada de crescimento impressionante.

Com os 500 pontos somados no ranking da ATP, Fonseca saltará 18 posições, chegando ao 28º lugar na atualização da próxima segunda-feira — sua melhor marca até aqui. A façanha o coloca em um grupo restrito de nove brasileiros, entre homens e mulheres, que já figuraram no top-30 de simples na história do tênis mundial.

+ Relembre como a Bahia moldou grandes campeões do tênis mundial

O avanço também reconfigura o lugar de Fonseca na história do tênis nacional: antes da conquista, ele era o 12º brasileiro mais bem ranqueado; agora, sobe para o sexto posto, ultrapassando nomes históricos como Maria Esther Bueno, que chegou ao 29º lugar antes da criação do ranking oficial da WTA.

A temporada de 2025 é o retrato da rápida evolução do jovem atleta. No início do ano, Fonseca ocupava a 145ª posição e ainda era tratado como promessa. Dez meses depois, soma 1.615 pontos e supera com folga a meta pessoal de encerrar o ano entre os 40 melhores.

A trajetória, no entanto, está longe de parar. A partir desta segunda-feira, o brasileiro disputa o Masters 1000 de Paris, onde estreia contra o canadense Denis Shapovalov. Independentemente do resultado, João Fonseca já consolidou seu nome entre os protagonistas de uma nova era para o tênis brasileiro e mundial.

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