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Nas quadras

Wellhub anuncia patrocínio ao Rio Open 2025 fortalecendo o crescimento do tênis no Brasil

Torneio contará com atletas internacionais de elite, reforçando o compromisso da Wellhub de expandir o acesso ao tênis e esportes de raquete

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O Wellhub, plataforma de bem-estar corporativo que conecta colaboradores aos melhores parceiros para fitness, meditação, terapia, nutrição e sono, anuncia hoje seu patrocínio oficial ao Rio Open 2025, que será realizado de 15 a 23 de fevereiro e contará com atletas de alto nível como Holger Rune, Alexander Zverev e Lorenzo Musetti. Como parceiro oficial de preparação atlética, o Wellhub oferecerá aos atletas acesso a uma academia de última geração, projetada para atender às suas necessidades de preparação física e mental, garantindo que eles estejam prontos para competir em sua melhor forma. 

O torneio ocorre em nove quadras de saibro, incluindo o estádio central batizado em homenagem ao lendário tenista brasileiro Gustavo Kuerten. O Rio Open já recebeu ícones globais do esporte, como Carlos Alcaraz, Rafael Nadal e Dominic Thiem, e faz parte do circuito ATP 500. Tendo atraído mais de 65 mil fãs no ano passado, o Rio Open se consolidou como o evento esportivo anual mais popular do Rio de Janeiro. Com o apoio do Wellhub, o Rio Open 2025 visa ampliar o alcance do tênis e esportes de raquete pelo Brasil, intensificando o engajamento do público e criando oportunidades de networking executivo durante o evento.

“O Wellhub tem orgulho de patrocinar o Rio Open e ajudar mais pessoas a experimentar os benefícios do tênis e outros esportes de raquete. Estamos tornando esses esportes mais acessíveis através dos nossos planos corporativos e da nossa extensa rede de parceiros”, afirma Priscila Siqueira, líder do Wellhub no Brasil. “Nossa missão é transformar todas as empresas em companhias de bem-estar, onde os colaboradores possam melhorar sua qualidade de vida e as empresas possam colher os benefícios de uma força de trabalho mais produtiva e saudável”.

“O Rio Open é uma plataforma importante que não só fortalece a visibilidade do Wellhub entre os principais executivos do Brasil – dos quais 89% dos CEOs utilizam o tênis como uma ferramenta de networking – mas também promove nosso compromisso com o bem-estar integral. Este evento é uma oportunidade para demonstrar a importância da saúde física e mental, dois valores essenciais de nossa marca que também são fundamentais no tênis. Nosso objetivo é alcançar um público amplo em todo o Brasil, incentivando discussões sobre bem-estar e encorajando mais pessoas a se envolverem com o esporte como um caminho para uma vida equilibrada e saudável”, diz Flavio Reghini, Diretor Sênior de Brand Marketing & Criação do Wellhub.

O interesse pelos esportes de raquete está crescendo no Brasil, com recordes de público e engajamento em alta nas redes sociais. A parceria do Wellhub com o Rio Open faz parte dos investimentos estratégicos realizados pela marca no tênis e em outros esportes de raquete, incluindo beach tennis, tênis de mesa, squash, badminton e pickleball. A plataforma do Wellhub tem observado um crescimento significativo no engajamento dos usuários com essas atividades, incluindo um notável aumento nos check-ins e no número de parceiros nas modalidades, apoiando a expansão da base de fãs e da comunidade de jogadores.

Com maior visibilidade e investimentos, o Brasil está se consolidando como um país de destaque para os esportes de raquete. Somente no beach tennis, o número de torneios aumentou em 162% desde 2015, enquanto o número de atletas registrados e prêmios em dinheiro cresceram exponencialmente. Esse rápido desenvolvimento coloca o Brasil como uma potência mundial na categoria, com o maior número de atletas a aparecer entre os cinco primeiros do ranking mundial de beach tennis.

Ao anunciar seu apoio ao Rio Open 2025, o Wellhub reforça seu compromisso de promover a cultura e o esporte, incentivar o engajamento da comunidade com atividades de bem-estar e expandir o acesso às práticas esportivas no Brasil.

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Nas quadras

Salvador Basketball ganha espaço na TV aberta em momento importante para o basquete feminino

Transmissão nacional reforça visibilidade da modalidade e coloca equipe baiana em evidência na LBF

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O Salvador Basketball volta à quadra neste domingo diante do ADRM Maringá pela fase classificatória da Liga de Basquete Feminino 2026, em confronto que terá transmissão ao vivo da TV Brasil.

A partida, disputada em Maringá, acontece em um contexto delicado para as duas equipes. O time baiano chega pressionado após a dura derrota para o Sampaio Basquete, enquanto a equipe paranaense também tenta se recuperar depois de tropeço diante do Campinas.

O jogo simboliza um movimento importante para o esporte feminino brasileiro: a ampliação de espaço na televisão aberta. Em um país onde a maior parte da cobertura esportiva ainda concentra atenção no futebol masculino, a presença constante da LBF na programação nacional ajuda a fortalecer visibilidade, mercado e identificação do público com a modalidade.

Para o Salvador Basketball, a exposição ganha peso ainda maior. O clube representa um cenário esportivo baiano que busca ampliar protagonismo para além do futebol, em uma capital historicamente rica em talentos, mas que ainda enfrenta dificuldades estruturais em modalidades coletivas femininas.

A iniciativa da EBC de transmitir regularmente a LBF e outras competições femininas acompanha uma transformação gradual no consumo esportivo brasileiro. O público passou a demandar mais diversidade de modalidades, personagens e narrativas, especialmente aquelas ligadas ao esporte praticado por mulheres.

Ainda assim, os desafios permanecem evidentes. Diferenças de investimento, calendário, estrutura e cobertura seguem impactando diretamente o desenvolvimento do basquete feminino nacional. Nesse cenário, a televisão pública assume um papel estratégico ao oferecer espaço que muitas vezes não encontra prioridade nas grandes grades comerciais.

A transmissão começa às 10h45 na tela da TV Brasil (retransmitida pela TVE na Bahia), além de TV por assinatura, parabólica, app TV Brasil Play e YouTube.

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Tenista baiana de 12 anos disputa Banana Bowl em busca de pontos no ranking nacional

Julia Batista Ferreira, de Salvador, participa de tradicional torneio juvenil em São Paulo com apoio da Sudesb

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A jovem tenista baiana , de 12 anos, vai representar a Bahia no , competição juvenil que será disputada entre os dias 16 e 22 de março em . O torneio é um dos mais tradicionais do calendário infantojuvenil e reúne atletas de diferentes regiões do país.

Moradora do bairro de , em , Julia ocupa atualmente a 11ª posição no ranking nacional da categoria 12 anos e chega à competição em busca de pontos importantes para melhorar sua colocação.

A atleta iniciou no tênis em 2023, treinando em quadra pública no bairro da , e rapidamente se destacou no cenário estadual. Hoje, já soma o título de bicampeã baiana da categoria infantojuvenil.

A participação no torneio nacional conta com apoio da , que viabilizou as passagens para a viagem ao interior paulista.

Para a família da atleta, o incentivo é decisivo para ampliar as oportunidades no esporte. Além de competir em alto nível, Julia terá no torneio mais uma experiência importante no processo de formação esportiva.

Em modalidades como o tênis, onde o calendário competitivo exige deslocamentos frequentes, a presença de jovens atletas baianos em eventos nacionais também revela um movimento gradual de fortalecimento da base — etapa fundamental para que novos talentos possam surgir no cenário esportivo brasileiro.

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Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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