Conecte-se com nossas redes

Nos campos

Bahia anuncia construção de novo centro de treinamento em Camaçari

Com investimento do City Football Group, projeto de desenvolvimento esportivo tem inauguração prevista para 2027

Publicado

em

O Bahia deu um novo passo na consolidação de sua estrutura esportiva e institucional. O clube anunciou a construção do CFA Bahia (City Football Academy), um moderno centro de treinamento que será erguido em Camaçari, às margens da Via Metropolitana (BA-535). O projeto, que promete redefinir o conceito de infraestrutura esportiva na região, reunirá o futebol profissional masculino e feminino, além das categorias de base.

Com 12 campos de futebol, um miniestádio com capacidade para mil pessoas e a nova sede administrativa do clube, o complexo será o coração do Esquadrão. Inspirado nos padrões internacionais do City Football Group, o CFA Bahia também abrigará uma Academia de Futebol voltada à formação de jovens atletas com metodologia global e foco em excelência técnica.

O CEO do Bahia, Raul Aguirre, destacou o impacto do projeto na economia e na comunidade local. Segundo ele, a construção e operação do centro “vão gerar centenas de empregos diretos e indiretos, impulsionando o desenvolvimento regional”. Já o CEO do grupo controlador, Ferran Soriano, afirmou que o investimento “reforça a confiança no clube e no estado da Bahia”, e que o espaço “servirá tanto ao desempenho esportivo quanto ao crescimento pessoal e profissional dos atletas”.

Mais do que um investimento em infraestrutura, o CFA Bahia nasce com uma agenda de sustentabilidade e responsabilidade social. O projeto prevê certificação ambiental LEED, uso de energia solar, reaproveitamento de água da chuva, tratamento próprio de esgoto, iluminação natural e gestão de resíduos durante a obra. Também estão previstas ações de reflorestamento urbano e melhorias no entorno, fortalecendo o vínculo do clube com a comunidade de Camaçari.

Com previsão de inauguração em 2027, o novo centro de treinamento simboliza o avanço da gestão SAF e o papel do Bahia como um dos clubes que mais investem em inovação, formação e sustentabilidade no futebol brasileiro.

Confira outras fotos do novo CT Tricolor:

Nos campos

Álbum da Copa 2026 chega às lotéricas e amplia acesso, mas impõe restrições ao público jovem

Venda nas unidades da CAIXA facilita distribuição, mas levanta debate sobre acesso de crianças e adolescentes

Publicado

em

A corrida pelas figurinhas da Copa do Mundo de 2026 começa antes mesmo de a bola rolar — e, desta vez, com um novo ponto de distribuição. A rede de lotéricas da CAIXA passa a vender oficialmente o álbum e os pacotes de cromos a partir de 30 de abril, ampliando o alcance do produto em todo o país.

Com cerca de 13 mil unidades espalhadas por mais de 95% dos municípios brasileiros, a inclusão das lotéricas na venda fortalece a capilaridade e aproxima o produto de públicos que nem sempre têm acesso fácil a bancas ou livrarias. Para o torcedor baiano, especialmente no interior, a novidade tende a facilitar o acesso e reforçar um hábito cultural que atravessa gerações.

O modelo segue o padrão das últimas edições: cada pacote com sete figurinhas custa R$ 7, enquanto o álbum sai por R$ 24,90. Ao todo, são 980 cromos, sendo 68 especiais — um número que mantém o desafio de completar a coleção e, ao mesmo tempo, sustenta o alto custo final para os colecionadores.

Mas a novidade chega acompanhada de uma limitação importante. Por exigência do Estatuto da Criança e do Adolescente, a venda nas lotéricas será restrita a maiores de 18 anos. Na prática, isso cria um paradoxo: um produto historicamente associado ao público infantil passa a ter barreiras justamente em um dos canais mais acessíveis do país.

O movimento revela dois caminhos. De um lado, a ampliação da distribuição fortalece o mercado e democratiza o acesso geográfico. Do outro, expõe uma contradição entre o perfil tradicional do consumidor e as regras de comercialização.

Enquanto isso, o ritual segue o mesmo: abrir pacotes, trocar repetidas e tentar completar o álbum. A Copa ainda não começou, mas, para muita gente, a competição já está em curso — agora também na fila da lotérica.

Continue Lendo

Nos campos

Vitória reage contra arbitragem após derrota e aumenta pressão na CBF

Clube promete entrar com representação junto à CBF e diretoria ataca comissão de árbitros

Publicado

em

A derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, fora de casa, não terminou com o apito final para o Vitória. O clube deixou o campo com críticas contundentes à arbitragem e anunciou que vai formalizar uma nova representação junto à CBF, ampliando um movimento que já vinha desde jogos anteriores.

O principal ponto de contestação foi o pênalti marcado ainda no primeiro tempo, considerado inexistente pelos jogadores e pela comissão técnica. O lance gerou reação imediata, com o zagueiro Cacá afirmando que houve valorização do contato por parte do adversário.

Além disso, o Vitória questiona decisões disciplinares ao longo da partida. O clube entende que houve falhas graves de critério, especialmente em dois lances que, na avaliação interna, eram passíveis de expulsão e terminaram apenas com cartões amarelos, sem revisão do VAR.

A insatisfação foi além do campo. O técnico Jair Ventura cobrou o uso mais efetivo da tecnologia, enquanto o presidente Fábio Mota adotou um tom mais direto ao criticar a condução da arbitragem e a própria estrutura da comissão responsável.

Em nota, o clube detalha os lances contestados e afirma ter sido prejudicado pela segunda partida consecutiva, o que motivou a decisão de acionar formalmente o Comitê de Arbitragem. Dentro de campo, o resultado mantém o Vitória sem vencer como visitante e estacionado na parte intermediária da tabela, com 15 pontos.

Veja nota divulgada pelo Vitória

O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.

Nosso clube relata as seguintes ocorrências:

* Aos 7 minutos, nosso atleta Zé Vitor foi agredido com um chute enquanto estava no chão. O árbitro aplicou apenas cartão amarelo e o VAR não interveio.

* Aos 30 minutos, foi marcado um pênalti para o Athletico-PR em um lance onde nosso zagueiro não cometeu carga faltosa no atacante adversário. Novamente, o VAR não recomendou a revisão.

* Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro adversário atingiu o atacante Renê com um carrinho violento, visando apenas a perna do nosso jogador. Mais uma vez, o árbitro limitou-se ao cartão amarelo, sem revisão do VAR.

Diante do exposto, o Esporte Clube Vitória informa que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto ao Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol e de Competições.

Continue Lendo

Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

Publicado

em

O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

Continue Lendo

Mais lidas