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Nas telas

Bahia e Vitória decidem o Baianão Sub-17 com transmissão da TVE

Tricolor abriu vantagem no jogo de ida e pode até empatar para ser campeão

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O Ba-Vi Sub-17 desta sexta-feira (28), às 13h15, promete mais do que a disputa por um título estadual. No Estádio Roberto Santos, em Pituaçu, o clássico coloca frente a frente dois projetos formadores que ajudam a explicar a identidade do futebol baiano — e que encontram na final uma vitrine para jovens que começam a dar os primeiros passos no alto rendimento.

O Bahia chega em vantagem após vencer o jogo de ida por 3 a 1, no Barradão. A equipe pode até perder por um gol de diferença para ficar com a taça. Já o Vitória vive um cenário mais desafiador: precisa de triunfo por três gols ou mais para ser campeão. Uma vitória rubro-negra por dois gols leva a decisão para os pênaltis.

A transmissão será da TVE, pela TV aberta e também no canal oficial da emissora no YouTube. A cobertura contará com narração de Valter Lima, comentários de Rodrigo Araújo e reportagens de Marina Aragão.

Baianão

TVE lidera audiência e mostra força do futebol baiano no primeiro Ba-Vi de 2026

Clássico no Barradão consolida TV pública como principal vitrine do Campeonato Baiano

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O primeiro Ba-Vi de 2026 não movimentou apenas o Barradão, mas também a disputa pela atenção do torcedor baiano fora de campo. Com a vitória do Bahia por 1 a 0, gol do jovem Dell, de apenas 17 anos, a TVE assumiu a liderança isolada de audiência durante toda a transmissão da partida válida pela quinta rodada do Campeonato Baiano.

Segundo dados da Kantar IBOPE, a emissora pública registrou 32% de share na média do jogo, superando com folga a soma das concorrentes na Grande Salvador. O domínio ficou ainda mais evidente no pico de audiência, às 17h48, quando a TVE alcançou 19 pontos e 40% de participação entre os televisores ligados, enquanto as demais emissoras ficaram muito abaixo desse patamar.

O desempenho reforça uma tendência já observada nos últimos anos: o fortalecimento da televisão pública baiana como principal plataforma do futebol local. A estratégia de transmissão exclusiva das competições profissionais do estado tem ampliado o alcance do Campeonato Baiano e reposicionado o torneio no cotidiano do torcedor.

Esse impacto também se reflete no ambiente digital. No YouTube da TVE, a transmissão do clássico ultrapassou 1 milhão de visualizações logo após o apito final, evidenciando o engajamento multiplataforma e o diálogo com públicos mais jovens e conectados.

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Nas pistas

São Silvestre 2025: onde assistir e principais informações

Corrida que encerra o ano se tornou símbolo do esporte, da cidade e das transformações do país

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A Corrida Internacional de São Silvestre chega ao seu centenário como o evento mais tradicional do atletismo brasileiro, reunindo milhares de corredores e encerrando o ano esportivo no país.

Quando acontece
📅 31 de dezembro de 2025 (terça-feira)
⏰ Largadas a partir das 7h25

Onde assistir
📺 TV Globo
📺 TV Gazeta
Transmissão ao vivo desde as primeiras largadas até a chegada dos vencedores na Avenida Paulista.

Horários de largada

  • 7h25 — PCD (cadeirantes)
  • 7h40 — Elite feminina
  • 8h05 — Elite masculina
  • 8h06 — PCD (demais categorias)
  • 8h08 — Pelotão premium
  • 8h10 — Pelotão geral (em ondas)

Percurso
📍 15 km, com largada e chegada na Avenida Paulista
Passa por pontos históricos como Pacaembu, Praça da República, Theatro Municipal, centro histórico e subida da Brigadeiro.

Números da edição centenária

  • 55 mil atletas inscritos
  • Corredores de 48 países
  • Prova criada em 1925 por Cásper Líbero

Destaques históricos

  • Quênia: 34 títulos na história
  • Brasil: 16 títulos
  • Último campeão brasileiro: Marílson Gomes dos Santos (2010)
  • Mulheres representam quase metade das inscrições em 2025

A São Silvestre 2025 reforça seu papel como símbolo do esporte brasileiro, unindo tradição, diversidade e resistência em uma das maiores corridas de rua do mundo.

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Nas telas

TV Cultura homenageia Roberto Rivellino em documentário que revisita carreira do craque

Produção celebra os 80 anos do ídolo da Seleção Brasileira que vestiu a camisa do Vitória

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A trajetória de Roberto Rivellino, um dos nomes mais influentes da história do futebol brasileiro, ganha um olhar atento e afetivo no documentário “Rivellino 80”, que estreia no dia 5 de janeiro, às 20h, na TV Cultura. Produzido pelo Departamento de Jornalismo da emissora e dirigido por Vladir Lemos, o filme celebra os 80 anos do ex-jogador (completados em 1º de janeiro) e mostra a vida do craque dentro e fora de campo.

A narrativa parte de um gesto íntimo. Conduzido pelo próprio Rivellino, o documentário se inicia com uma visita ao Memorial recém-inaugurado em sua casa, onde estão reunidos objetos, camisas, troféus e lembranças que ajudam a compreender a dimensão humana por trás do ídolo. A partir daí, o longa costura memória pessoal e história do futebol brasileiro.

Nas dependências da própria TV Cultura, Rivellino revisita dois jogos que marcaram sua carreira. O primeiro é o Corinthians x Palmeiras de 1971, uma das viradas mais emblemáticas da história do clássico paulista. Em seguida, o foco se volta para a final da Taça do Atlântico de 1976, entre Brasil e Uruguai, no Maracanã — uma partida tensa, marcada por confusão e que entrou para o imaginário do futebol sul-americano.

Rivellino: um nome na história

Para o público baiano, o documentário dialoga também com uma memória pouco conhecida, mas significativa. Em 13 de junho de 1976, Rivellino vestiu a camisa do Vitória em um amistoso histórico disputado na Fonte Nova.

Na ocasião, jogadores do Fluminense e do Vitória formaram um combinado para enfrentar uma seleção de estrangeiros que atuavam no futebol brasileiro. Sem uniforme próprio, o time entrou em campo com a camisa rubro-negra, dando origem ao simbólico “Flu-Vi”. Rivellino dividiu o campo com nomes como Paulo Cézar Caju, Carlos Alberto Torres e Dirceu, além de jogadores do Vitória, como Osni e Altivo.

Combinado Fluminense/Vitória (1976) — Em pé, da esquerda para a direita: Andrada, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto Pintinho, Joãozinho, Altivo e Rodrigues Neto. Agachados: Osni, Rivelino, Paulo Cézar Caju, Fischer, Dirceu, e o massagista Gaguinho.

A partida terminou com vitória do combinado Flu/Vitória por 3 a 1, e teve um roteiro especial para a memória local: após o time estrangeiro abrir o placar, Osni empatou, depois Rivellino marcou o gol da virada no início do segundo tempo e o próprio Osni fechou o marcador. Foi a única vez que Rivellino atuou vestindo a camisa do Vitória. Um detalhe que conecta o craque à história do futebol baiano.

Homenagem merecida

Tricampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1970 e ídolo eterno de Corinthians e Fluminense, Rivellino é apresentado no documentário como personagem central de uma era em que o esporte ajudava a construir identidade, linguagem e símbolos nacionais. O documentário propõe uma leitura sobre o papel do futebol como patrimônio cultural e sobre como figuras como Riva ajudam a entender o esporte como linguagem social, política e afetiva.

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