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Brasileirão

Bahia reage e busca empate com o Santos na Vila Belmiro

Em jogo movimentado, Tricolor sai na frente, sofre virada, mas busca empate com gol de Luciano Juba nos acréscimos

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Em um duelo eletrizante na Vila Belmiro, o Bahia arrancou um empate suado por 2 a 2 com o Santos, na noite deste domingo (7), pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Com direito a gol nos acréscimos de Luciano Juba, o Tricolor mostrou força mental e poder de reação mesmo atuando fora de casa.

O jogo começou em alta rotação, com o Santos partindo para cima e criando boas chances nos minutos iniciais. O Bahia demorou a encontrar seu ritmo, mas foi fatal quando teve a oportunidade. Aos 16 minutos, Erick Pulga aproveitou uma brecha na zaga santista e abriu o placar após bela enfiada de bola. Depois disso, o time baiano passou a dominar as ações, controlando o jogo com posse e velocidade nos contra-ataques.

Na volta do intervalo, o técnico Pedro Caixinha mexeu no Santos e foi feliz: Thaciano, recém-chegado ao jogo, empatou logo nos primeiros minutos da segunda etapa. O gol inflamou o Peixe, que passou a buscar a virada com mais intensidade. Ela veio com Diego Pituca, outro nome que saiu do banco para mudar a história do jogo.

Mesmo em desvantagem e com a pressão da torcida santista, o Bahia não se abateu. O técnico Rogério Ceni também fez ajustes táticos e manteve a equipe viva na partida. A insistência foi premiada no fim, quando Luciano Juba, em bela jogada individual, decretou o empate aos 48 minutos, dando números finais a um jogo aberto e imprevisível.

O Bahia soma seu segundo empate seguido na competição, mas mostra sinais positivos de evolução e resiliência. A equipe volta a campo em busca da primeira vitória na próxima rodada, com moral renovada pela atuação competitiva fora de casa.

Brasileirão

Vitória passa pelo São Paulo em casa e escapa do rebaixamento

Baralhas faz o gol salvador e contagia a torcida presente no Barradão

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O Vitória conaeguiu se salvar! Mas o torcedor voltou a viver um roteiro conhecido: tensão até o fim, drama nas arquibancadas e uma permanência conquistada na marra. O resultado de 1 a 0 sobre o São Paulo, no Barradão, garantiu o clube na Série A e encerrou uma temporada marcada por oscilações e pela dificuldade de construir regularidade. O gol da sobrevivência saiu dos pés de Baralhas, aos 23 minutos do segundo tempo, em um jogo em que o Rubro-Negro oscilou, mas resistiu.

A permanência não veio apenas do desempenho em campo. As derrotas de Fortaleza e Ceará ajudaram a clarear o cenário, reduzindo a pressão por combinações improváveis. Ainda assim, o Vitória fez a sua parte. No primeiro tempo, empurrou o São Paulo para trás, criou chances com Erick, Kayzer e Willian Oliveira, mas parou no goleiro Rafael. Do outro lado, viveu sustos que só não viraram problema maior pela boa intervenção de Thiago Couto.

O gol que mudou tudo

Quando o jogo começava a ficar morno, uma roubada de bola pela esquerda terminou com Baralhas livre na área para finalizar com tranquilidade. O Barradão explodiu — e dali em diante o Vitória jogou por uma bola, enquanto o São Paulo acumulava posse, mas sem produtividade. A estratégia foi arriscada, mas funcionou.

Um padrão que se repete

Foi a terceira vez que o clube se salva na última rodada — algo que traduz parte da identidade recente do Vitória: competitivo, reativo, emocional, mas pouco previsível ao longo do campeonato. A permanência, embora celebrada, reforça a necessidade de um projeto mais estável para evitar novos sufocos.

Como termina a temporada

O Vitória fecha a Série A em 15º, com 45 pontos, dois acima da zona de rebaixamento. O São Paulo, mesmo derrotado, fica em e ainda pode disputar a pré-Libertadores caso haja campeão da Copa do Brasil vindo de Flu ou Cruzeiro.

Para o torcedor rubro-negro, o fim de 2025 chega com alívio, mas também com a certeza de que sobreviver não pode seguir sendo o único plano.

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Brasileirão

Ceará e Fortaleza perdem na última rodada e caem juntos para a Série B

Dupla cearense se junta a Juventude e Sport para a disputa da segunda divisão em 2026

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A última rodada do Brasileirão 2025 deixou uma marca difícil de ignorar: Ceará e Fortaleza foram rebaixados juntos para a Série B de 2026. Não foi apenas uma queda — foi o encerramento simbólico de um ciclo em que o futebol cearense chegou a ocupar protagonismo nacional, mas que agora enfrenta seu momento mais crítico em mais de uma década.

Enquanto Internacional e Vitória viveram seus próprios dramas, mas conseguiram escapar com vitórias importantes — 3 a 1 contra o Bragantino, no Beira-Rio, e 1 a 0 sobre o São Paulo, no Barradão —, a dupla de Fortaleza não teve o mesmo desfecho.

No Castelão, o Ceará foi dominado pelo vice-campeão Palmeiras e perdeu por 3 a 1. No Rio, o Fortaleza até encontrou brechas, mas foi superado pelo Botafogo, por 4 a 2. A combinação dos resultados selou a queda dos dois clubes, que se juntam a Juventude e Sport, já rebaixados anteriormente.

A rodada expôs algo maior do que a soma das derrotas: revelou fragilidade estrutural, erros de planejamento e a incapacidade de sustentar competitividade ao longo de um campeonato cada vez mais exigente. Depois de anos de crescimento, estádios cheios e projetos ousados, o futebol cearense agora encara a necessidade de repensar suas bases e reconstruir sua trajetória na elite.

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Brasileirão

Bahia perde no Maracanã e fica fora da fase de grupos da Libertadores

O que explica a queda de rendimento e o que esperar da pré-Libertadores?

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O Bahia entrou em campo no Maracanã sabendo exatamente o que precisava: vencer o Fluminense para seguir sonhando com uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores. Fez um primeiro tempo competitivo, controlado, mas faltou presença ofensiva. Quando o jogo abriu no segundo tempo, o Tricolor carioca foi mais eficiente, marcou duas vezes — com Ganso e Thiago Silva — e definiu o 2 a 0 que redesenha o destino da equipe baiana na temporada.

A derrota em si não explica tudo. O sétimo lugar, com ultrapassagem do Botafogo na última rodada, mostra como o Bahia deixou pontos importantes pelo caminho nas semanas finais. Em um campeonato tão regulado, qualquer oscilação cobra um preço alto — e no caso do Tricolor baiano, custou a vaga direta.

O que muda para o torcedor baiano?

A equipe agora vai para a pré-Libertadores, um caminho mais longo, com menos margem para erro e uma carga emocional maior. É um prêmio importante para a campanha do clube, mas também um alerta: a temporada de 2026 começa mais cedo, com jogos decisivos em janeiro ou fevereiro.

E o Fluminense?

Enquanto o Bahia entra de férias, o Fluminense vira a chave para a semifinal da Copa do Brasil. Com 64 pontos e o quinto lugar garantido, confirma que mesmo longe do título conseguiu estabilizar seu desempenho na reta final.

Um fechamento que diz muito

O Bahia de 2024/25 mostrou evolução, identidade e competitividade, especialmente na Fonte Nova. Mas o fim do Brasileirão deixa a sensação de que a equipe poderia ter ido além. A pré-Libertadores é oportunidade e risco ao mesmo tempo — e será também um termômetro da maturidade deste projeto.

Para o torcedor, fica o misto de frustração e esperança: o clube voltou ao cenário internacional, mas a caminhada até a fase de grupos será mais dura do que poderia ser.

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