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Nos campeonatos

Bolsa Atleta Salvador amplia vagas e reforça apoio ao esporte de rendimento em 2026

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A Prefeitura de Salvador segue com inscrições abertas até 10 de março para o Bolsa Atleta Salvador 2026, programa que se consolidou como uma das principais políticas públicas de incentivo ao esporte na capital baiana. Neste ano, a iniciativa ampliou o número de beneficiados: serão 412 bolsas, 78 a mais que na edição anterior, com investimento total de R$ 2 milhões.

Coordenado pela Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), o programa é voltado para atletas e paratletas que representam Salvador em competições estaduais, nacionais e internacionais. O auxílio financeiro mensal varia entre R$ 300 e R$ 2 mil, de acordo com a categoria e o nível de desempenho do esportista.

A divisão contempla desde atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos (Categoria A), que recebem R$ 2 mil mensais, até competidores de base, estudantis e de nível estadual (Categoria D), com bolsa de R$ 300. Entre esses extremos estão os atletas de nível internacional (R$ 800) e nacional (R$ 500).

As inscrições seguem até 10 de março de 2026 e exigem que o candidato esteja inscrito na Carteira Municipal do Atleta e vinculado a uma federação registrada no Conselho Municipal de Esporte e Lazer de Salvador (Comels). A documentação deve ser entregue presencialmente na sede da Sempre, no Comércio.

No tatame

Rei do Tatame abre Circuito Baiano 2026 e reforça disputa por ranking estadual

Primeira etapa acontece em abril, no Ginásio de Cajazeiras, e só atletas filiados pontuam na temporada

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O calendário das artes marciais na Bahia começa a ganhar forma com a confirmação da primeira etapa do Rei do Tatame 2026, competição que integra o Circuito Baiano e vale pontos para o ranking estadual da temporada. O evento será realizado no dia 12 de abril de 2026, a partir das 9h, no Ginásio de Cajazeiras, em Salvador.

As inscrições seguem abertas até o dia 10 de abril, às 12h, e um ponto já chama atenção: apenas atletas filiados em 2026 poderão somar pontos no ranking oficial. A filiação não é obrigatória para competir, mas é decisiva para quem mira benefícios futuros, como participação em programas de incentivo estadual e municipal ou solicitação de documentação para patrocínio.

Regras claras para evitar polêmicas

A organização reforçou critérios que buscam evitar distorções competitivas. A categoria de idade será definida pelo ano de nascimento, e não pela data exata. Isso significa que atletas que completam 18 anos em 2026 já competem na categoria adulto, independentemente do mês de aniversário.

Outro ponto de atenção é a rigidez na inscrição correta: competidores flagrados fora da categoria serão automaticamente desclassificados, além de perderem pontuação no ranking.

Na divisão juvenil, há regra específica para graduação. O atleta juvenil não pode competir como faixa colorida além da azul. Caso tenha sido graduado colorida aos 15 anos, obrigatoriamente deverá atuar como faixa azul.

A inscrição para a categoria absoluto — tradicional vitrine para atletas que buscam projeção — deve ser feita no ato da inscrição principal. Após a confirmação, não será possível incluir o competidor posteriormente.

Ranking, visibilidade e profissionalização

O Rei do Tatame funciona como porta de entrada para a temporada 2026. Em modalidades que dependem fortemente de resultados para acesso a bolsas e patrocínios, o ranking estadual tem peso estratégico.

Ao vincular a pontuação à filiação anual, a organização fortalece a formalização do circuito e estimula o cadastro regular dos atletas — movimento que dialoga com a profissionalização crescente das competições de tatame no estado.

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Na saúde

Corrida entra na era digital com campeonato mundial de esteira a partir de 2026

RUN X™ propõe disputa global de 5 km, conecta amadores e profissionais e amplia o acesso à corrida competitiva

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A corrida, uma das práticas esportivas mais populares do mundo, está prestes a ganhar um novo formato de competição. A partir de 2026, atletas profissionais e amadores poderão disputar o RUN X™, o primeiro Campeonato Mundial de Esteira, uma iniciativa que une tecnologia, atletismo e acesso global ao esporte.

A proposta rompe com a lógica tradicional das grandes provas ao eliminar barreiras geográficas, climáticas e logísticas. Academias e centros de bem-estar de diferentes países poderão sediar as disputas por meio de esteiras conectadas, com resultados validados digitalmente e exibidos em ranking online em tempo real.

O modelo prevê uma competição inclusiva, dividida por faixas etárias, em que os melhores corredores de cada país avançam para fases regionais até chegar à final mundial, marcada para o fim de 2026, em um local simbólico do atletismo. No evento decisivo, estarão reunidos os 10 melhores homens e as 10 melhores mulheres do planeta, disputando um prêmio total de 100 mil dólares, além de convites para eventos oficiais da World Athletics.

Tecnologia como ponte entre o amador e o alto rendimento

Mais do que uma novidade tecnológica, o RUN X™ aponta para uma mudança no conceito de competição esportiva. Ao levar um campeonato mundial para dentro das academias, o projeto amplia o acesso ao atletismo competitivo e cria um ambiente em que corredores comuns podem medir forças, ainda que virtualmente, com atletas de elite.

A prova será disputada em 5 quilômetros, distância familiar ao público que corre por saúde, lazer ou performance, o que reforça o caráter democrático da iniciativa. Para o atletismo, trata-se também de uma resposta às transformações do esporte no século XXI, cada vez mais conectado, híbrido e digital.

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Nos campeonatos

Salvador Social Clube amplia vagas e vai atender mais de mil estudantes em 2026

Programa cresce 57%, reforça inclusão social pelo esporte e amplia acesso de alunos da rede municipal a clubes da capital

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Mais crianças e adolescentes da rede pública de Salvador terão o esporte como ferramenta de formação, convivência e oportunidade a partir de 2026. A Prefeitura anunciou a ampliação do Salvador Social Clube, que passará a atender 1,1 mil estudantes, um aumento de 57% em relação ao número atual de beneficiados.

O programa, que hoje alcança cerca de 700 alunos, ganhará mais 400 vagas, ampliando o acesso gratuito a atividades esportivas em 11 clubes sociais parceiros da capital. As aulas acontecem duas vezes por semana e contemplam modalidades como natação, futebol, judô, vôlei, basquete, vela, canoagem, tênis, ginástica rítmica, karatê, jiu-jitsu, futsal, ballet e futevôlei.

Com isso, a iniciativa se consolida como política pública de inclusão social e formação cidadã. Durante a renovação do acordo de cooperação técnica, realizada no Yacht Clube da Bahia, o prefeito Bruno Reis destacou o impacto do programa ao aproximar jovens de realidades sociais distintas e democratizar o acesso a espaços historicamente restritos.

Ao garantir que estudantes da rede municipal frequentem clubes sociais, o Salvador Social Clube amplia horizontes e utiliza o esporte como instrumento de saúde, prevenção social, disciplina e convivência coletiva.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), em parceria com as secretarias da Educação (Smed) e da Fazenda (Sefaz). O modelo funciona a partir de incentivos fiscais, em que os clubes recebem isenção de tributos municipais como contrapartida pela oferta das vagas.

Além das atividades esportivas, o programa assegura transporte, uniforme e lanche, criando condições reais de permanência dos estudantes. Atualmente, 12 escolas municipais participam da ação, atendendo alunos do 1º ao 9º ano, com expectativa de ampliação da rede em 2026.

Para o secretário da Sempre, Júnior Magalhães, o Salvador Social Clube representa um modelo eficiente de política integrada. Já o secretário da Educação, Thiago Dantas, destaca o impacto pedagógico e o fortalecimento do vínculo dos alunos com a escola, ampliando o protagonismo juvenil.

Os efeitos aparecem também no cotidiano das famílias. Relatos de mães presentes na cerimônia reforçam ganhos em saúde, socialização, autoestima e comportamento, especialmente entre crianças com deficiência ou histórico de problemas respiratórios.

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