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Nos campos

Brasil passa por Senegal em Londres e mostra evolução no penúltimo teste de 2025

Seleção vence com gols de Estêvão e Casemiro às vésperas de encerrar a temporada

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A Seleção Brasileira teve um desempenho seguro e vibrante diante de um adversário que decidiu competir para valer. No amistoso em Londres, o time não apenas controlou o ritmo do jogo como também confirmou sinais de evolução coletiva nesse penúltimo compromisso de 2025.

O primeiro tempo foi o ponto alto da atuação. A defesa ofereceu poucos espaços, reagiu bem às chegadas de Senegal e contou com intervenções firmes de Ederson e dos zagueiros. No meio, Casemiro e Bruno Guimarães aceleraram o jogo com precisão, enquanto o quarteto ofensivo manteve intensidade e criatividade. Estêvão abriu o placar e Casemiro ampliou, consolidando a superioridade brasileira antes do intervalo.

A segunda etapa começou com sustos. Logo aos seis minutos, Ederson errou na saída de bola e Ndiaye acertou a trave, quase reduzindo a vantagem. Três minutos depois, um novo erro defensivo entregou chance clara: Rodrygo finalizou rápido após falha de Mendy, mas Koulibaly salvou em cima da linha. O Brasil seguiu buscando o terceiro gol em jogadas de velocidade, como a arrancada de Vinicius Junior pela esquerda, contida pela defesa senegalesa.

Apesar das oscilações, o duelo deixa impressões positivas: a equipe mantém competitividade, mostra repertório e reage bem quando pressionada, algo essencial nesta fase de ajustes.

O ciclo de amistosos se encerra na próxima terça-feira, às 16h30, quando o Brasil enfrenta a Tunísia, no Estádio Decathlon Arena, em Lille. Será o último teste antes do balanço final da temporada, e mais uma oportunidade para confirmar o que Londres começou a revelar.

Brasileirão

Bahia vence o Sport e leva decisão da vaga direta à Libertadores para a última rodada

Rodrigo Nestor e Luciano Juba marcam no último jogo do ano na Casa de Apostas Arena Fonte Nova

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O Bahia fez o que precisava: venceu, controlou o jogo e manteve viva a corrida por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores. O triunfo por 2 a 0 sobre o já rebaixado Sport, na Arena Fonte Nova, foi construído com autoridade, e também com paciência diante de uma noite inspirada do goleiro Caíque Franque, que evitou uma goleada e chegou a defender um pênalti de William José.

A partida expôs dois cenários opostos. De um lado, um Bahia dominante, especialmente no primeiro tempo, criando chances em sequência e acelerando o jogo pelos lados. Do outro, um Sport abatido pela campanha, pela lanterna e pelas dez derrotas seguidas, sem capacidade de resposta e quase sempre encurralado em seu campo.

O primeiro gol veio com Rodrigo Nestor, coroando o volume ofensivo do time. Na etapa final, o jogo ganhou um elemento simbólico: Luciano Juba, em seu terceiro reencontro com o Sport, marcou um belo gol de fora da área e fez valer a conhecida lei do ex, ainda que sem comemoração. O chute forte e preciso ampliou o placar e consolidou um resultado que poderia ter sido mais largo.

Com esse resultado, o Bahia chegou aos 60 pontos, segue em sexto lugar e mantém a perseguição ao Fluminense, que soma 61 e ocupa o quinto lugar. O último que garante vaga direta na Libertadores. A disputa ainda inclui o Botafogo, deixando tudo aberto para uma rodada final de tensão.

E o destino reservou um roteiro perfeito para o desfecho: Fluminense x Bahia, no Maracanã. Um confronto direto, carregado de peso esportivo e emocional, que decide o lugar do Bahia no cenário continental de 2026.

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Brasileirão

Bragantino atropela Vitória e expõe fragilidades defensivas do Rubro-Negro

Situação do Leão é complicada e time passa a depender de outros resultados para se salvar do rebaixamento

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O Vitória viveu noite para esquecer. Frágil na recomposição e desajustado entre as linhas, o time baiano viu o Bragantino construir uma goleada praticamente sem resistência. Em oito minutos, Eduardo Sasha marcou duas vezes diante de uma defesa aberta, que não conseguiu acompanhar a velocidade e a leitura de jogo do adversário.

O primeiro gol nasceu de uma arrancada de Jhon Jhon pelo meio completamente exposto. Sinal de um setor que o Vitória não conseguiu proteger em nenhum momento. Minutos depois, Sasha voltou a aparecer livre para ampliar, em jogada que expôs novamente a falta de coordenação entre zaga e meio-campo. Com espaço de sobra, o Bragantino empilhou chances com Jhon Jhon, Sasha e Gustavinho, enquanto o Vitória tentava reter a bola sem conseguir transformar isso em presença ofensiva.

A volta do intervalo não mudou o roteiro. Logo aos cinco minutos, Lucas Barbosa acertou um chute preciso no canto de Thiago Couto e abriu caminho para um segundo tempo ainda mais duro para o Vitória. A defesa continuou dando metros de campo ao Bragantino, e o castigo veio novamente com Jhon Jhon, que aproveitou rebote para transformar o placar em goleada aos 19 minutos.

Sem ajuste tático e com dificuldade de competir fisicamente, o Vitória escapou de um resultado ainda mais pesado graças às defesas de Thiago Couto. A luta contra o rebaixamento fica ainda mais complicada e o clube não depende mais de si para se salvar na última rodada do Brasileirão.

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Brasileirão

Arena Barradão: Vitória apresenta projeto de modernização do estádio

Veja o que muda com a nova arena e como o clube projeta futuro da casa rubro-negra

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O Vitória deu o passo mais decisivo dos últimos anos ao apresentar, oficialmente, o projeto da Arena Barradão. A proposta, construída em parceria com o consórcio SD Arenas, promete redesenhar não apenas o estádio, mas também a forma como o clube se relaciona com sua torcida, sua cidade e suas fontes de receita.

O plano é claro: transformar o Barradão em uma arena multiuso, capaz de receber desde jogos até shows internacionais e eventos corporativos. A projeção financeira fala por si — uma receita líquida anual estimada em R$ 20 milhões, sem exposição a riscos diretos para o clube.

A modernização inclui um salto na capacidade: de 30.793 para 40.597 torcedores, um crescimento de quase 32%. Os antigos 20 camarotes se multiplicam para 116, acompanhando a lógica de diversificar serviços e criar novas frentes de arrecadação. A arena ainda contará com um setor oeste totalmente renovado, rooftop panorâmico, restaurantes com visão integral do campo, terraços cobertos, 14 novos bares, 32 banheiros, rede Wi-Fi e novos sistemas de som, segurança e informação.

O investimento inicial é de R$ 405 milhões, mas o pacote total — considerando os 35 anos de administração da SD Arenas — deve ultrapassar R$ 1,4 bilhão. Trata-se do maior projeto de infraestrutura da história recente do clube, que busca reposicionar o Barradão como equipamento estratégico para Salvador.

As obras, previstas para início ainda este ano, dependem agora da aprovação dos conselhos Fiscal e Deliberativo. A entrega completa está estimada para 2029, após 36 meses de projeto, sendo 30 dedicados às intervenções. Para evitar que o time fique sem casa, o Vitória já estuda utilizar o Estádio de Pituaçu em momentos críticos das cinco fases de reforma. Agora, resta acompanhar se o projeto sairá do papel com a mesma força com que foi apresentado.

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