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Nas telas

Canal da NBA Brasil no Youtube terá jogos gratuitos nesta temporada

Estratégia multiplataforma reforça alcance da liga e muda a forma de consumo do basquete no país

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A NBA dará mais um passo para se aproximar do público brasileiro na temporada 2025/2026. A liga anunciou que o canal da NBA Brasil no YouTube transmitirá uma partida por semana, sempre às segundas-feiras, de forma gratuita. A iniciativa amplia o acesso ao principal campeonato de basquete do mundo e reforça uma estratégia que combina visibilidade, diversidade de plataformas e novos hábitos de consumo esportivo.

Além do YouTube, os jogos da temporada estarão distribuídos entre Prime Video, ESPN, Disney+ e o NBA League Pass, serviço oficial da liga. A proposta é clara: permitir que diferentes perfis de fãs encontrem a NBA onde já consomem conteúdo, seja no streaming pago, na TV por assinatura ou em plataformas abertas e digitais.

O calendário também foi segmentado por tipo de competição. A fase de Play-In terá transmissão integral pela ESPN/Disney+. Já os Playoffs poderão ser acompanhados tanto no Prime Video quanto na ESPN/Disney+, ainda com definição de agenda. Eventos especiais, como a rodada de Natal e o All-Star Weekend, serão exclusivos da ESPN/Disney+, enquanto as Finais da NBA ficarão sob exclusividade do Prime Video.

O movimento revela uma leitura estratégica do mercado brasileiro. Ao espalhar seus jogos por diferentes ambientes, a NBA amplia seu alcance, dialoga com públicos diversos e fortalece parcerias comerciais em um país onde o basquete cresce em audiência, prática e engajamento digital.

A presença consistente nas redes sociais e nos canais próprios complementa essa estratégia. Os fãs podem acompanhar conteúdos, notícias e transmissões por meio do site NBA.com/Brasil, do aplicativo oficial da liga e das contas da NBA Brasil no Instagram, TikTok, Facebook e YouTube.

Nas pistas

São Silvestre 2025: onde assistir e principais informações

Corrida que encerra o ano se tornou símbolo do esporte, da cidade e das transformações do país

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A Corrida Internacional de São Silvestre chega ao seu centenário como o evento mais tradicional do atletismo brasileiro, reunindo milhares de corredores e encerrando o ano esportivo no país.

Quando acontece
📅 31 de dezembro de 2025 (terça-feira)
⏰ Largadas a partir das 7h25

Onde assistir
📺 TV Globo
📺 TV Gazeta
Transmissão ao vivo desde as primeiras largadas até a chegada dos vencedores na Avenida Paulista.

Horários de largada

  • 7h25 — PCD (cadeirantes)
  • 7h40 — Elite feminina
  • 8h05 — Elite masculina
  • 8h06 — PCD (demais categorias)
  • 8h08 — Pelotão premium
  • 8h10 — Pelotão geral (em ondas)

Percurso
📍 15 km, com largada e chegada na Avenida Paulista
Passa por pontos históricos como Pacaembu, Praça da República, Theatro Municipal, centro histórico e subida da Brigadeiro.

Números da edição centenária

  • 55 mil atletas inscritos
  • Corredores de 48 países
  • Prova criada em 1925 por Cásper Líbero

Destaques históricos

  • Quênia: 34 títulos na história
  • Brasil: 16 títulos
  • Último campeão brasileiro: Marílson Gomes dos Santos (2010)
  • Mulheres representam quase metade das inscrições em 2025

A São Silvestre 2025 reforça seu papel como símbolo do esporte brasileiro, unindo tradição, diversidade e resistência em uma das maiores corridas de rua do mundo.

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Nas telas

TV Cultura homenageia Roberto Rivellino em documentário que revisita carreira do craque

Produção celebra os 80 anos do ídolo da Seleção Brasileira que vestiu a camisa do Vitória

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A trajetória de Roberto Rivellino, um dos nomes mais influentes da história do futebol brasileiro, ganha um olhar atento e afetivo no documentário “Rivellino 80”, que estreia no dia 5 de janeiro, às 20h, na TV Cultura. Produzido pelo Departamento de Jornalismo da emissora e dirigido por Vladir Lemos, o filme celebra os 80 anos do ex-jogador (completados em 1º de janeiro) e mostra a vida do craque dentro e fora de campo.

A narrativa parte de um gesto íntimo. Conduzido pelo próprio Rivellino, o documentário se inicia com uma visita ao Memorial recém-inaugurado em sua casa, onde estão reunidos objetos, camisas, troféus e lembranças que ajudam a compreender a dimensão humana por trás do ídolo. A partir daí, o longa costura memória pessoal e história do futebol brasileiro.

Nas dependências da própria TV Cultura, Rivellino revisita dois jogos que marcaram sua carreira. O primeiro é o Corinthians x Palmeiras de 1971, uma das viradas mais emblemáticas da história do clássico paulista. Em seguida, o foco se volta para a final da Taça do Atlântico de 1976, entre Brasil e Uruguai, no Maracanã — uma partida tensa, marcada por confusão e que entrou para o imaginário do futebol sul-americano.

Rivellino: um nome na história

Para o público baiano, o documentário dialoga também com uma memória pouco conhecida, mas significativa. Em 13 de junho de 1976, Rivellino vestiu a camisa do Vitória em um amistoso histórico disputado na Fonte Nova.

Na ocasião, jogadores do Fluminense e do Vitória formaram um combinado para enfrentar uma seleção de estrangeiros que atuavam no futebol brasileiro. Sem uniforme próprio, o time entrou em campo com a camisa rubro-negra, dando origem ao simbólico “Flu-Vi”. Rivellino dividiu o campo com nomes como Paulo Cézar Caju, Carlos Alberto Torres e Dirceu, além de jogadores do Vitória, como Osni e Altivo.

Combinado Fluminense/Vitória (1976) — Em pé, da esquerda para a direita: Andrada, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto Pintinho, Joãozinho, Altivo e Rodrigues Neto. Agachados: Osni, Rivelino, Paulo Cézar Caju, Fischer, Dirceu, e o massagista Gaguinho.

A partida terminou com vitória do combinado Flu/Vitória por 3 a 1, e teve um roteiro especial para a memória local: após o time estrangeiro abrir o placar, Osni empatou, depois Rivellino marcou o gol da virada no início do segundo tempo e o próprio Osni fechou o marcador. Foi a única vez que Rivellino atuou vestindo a camisa do Vitória. Um detalhe que conecta o craque à história do futebol baiano.

Homenagem merecida

Tricampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1970 e ídolo eterno de Corinthians e Fluminense, Rivellino é apresentado no documentário como personagem central de uma era em que o esporte ajudava a construir identidade, linguagem e símbolos nacionais. O documentário propõe uma leitura sobre o papel do futebol como patrimônio cultural e sobre como figuras como Riva ajudam a entender o esporte como linguagem social, política e afetiva.

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Nas telas

Equipe dos Galáticos deixa a Itapoan após 20 anos e inaugura novo ciclo na Salvador FM

O que muda e o que permanece na maior força do rádio esportivo baiano?

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A Equipe dos Galáticos, referência absoluta do rádio esportivo na Bahia, inicia um capítulo histórico. Depois de duas décadas na Itapoan FM (97.5), o time migra para a Salvador FM (92.3), movimento raro em magnitude e simbolismo no mercado de comunicação do estado. A transição coincide com os cinco anos da emissora, celebrados no dia 8 de dezembro, e marca o início de uma estratégia mais ampla para fortalecer sua presença no jornalismo esportivo.

A chegada será em clima de festa: no próximo dia 14, a Salvador FM realiza um grande evento na Barra, com seis trios elétricos, onde os Galáticos serão oficialmente apresentados. O anúncio reforça o peso popular da equipe, que há anos lidera o IBOPE com folga, tanto na Resenha Esportiva quanto nas transmissões de Bahia e Vitória, com um desempenho capaz de superar, somadas, todas as concorrentes do mesmo horário.

Apesar do novo endereço, a emissora garante que o formato permanece intacto. A jornada inclui a tradicional Resenha Esportiva, de segunda a sexta, das 20h às 22h, além das transmissões completas dos jogos das duas principais equipes do estado. Para o público, a mudança representa continuidade da identidade construída ao longo de 20 anos, mas com fôlego renovado.

Segundo Márcio Martins, líder da equipe, a transição acompanha o tamanho do que vem pela frente: “Estamos mudando de casa e 2026 promete ser gigante. A nossa história só muda de endereço. A emoção será a mesma, com ainda mais qualidade.”

A equipe na nova fase reúne os narradores Ivanildo Fontes, Marlos Costa e Mateus Damascena; os comentaristas como Dito Lopes, Nelsinho Góes, Gustavo Castellucci e Édson Almeida; além dos repórteres Nilson Luiz, Emidio Pinto e Luana Campos. A retaguarda técnica segue com Marquinhos Santiago, José Carlos Calheiros e Carlos Magno “Alaô”, com Paulo Germano Jr. no plantão esportivo.

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