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Nos campos

Estreia do Bahia no estadual é transferida para o Carneirão

Problemas de infraestrutura no Joia da Princesa motivam mudança de local da partida contra o Jacuipense

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O Bahia fará sua estreia no Campeonato Baiano 2025 em um novo palco. A Federação Bahiana de Futebol anunciou que o duelo contra o Jacuipense, marcado para este domingo (12), às 16h, foi transferido do estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, para o Carneirão, em Alagoinhas.

A mudança foi necessária devido à falta de condições do Joia da Princesa, especialmente no que diz respeito à iluminação artificial. De acordo com o Jacuipense, mandante da partida, o estádio não oferece as condições adequadas para a realização do jogo. Recentemente, imagens que circulavam nas redes sociais já apontavam o estado precário do gramado, o que intensificou as críticas. Apesar de a administração municipal ter anunciado uma revitalização emergencial, a solução não foi suficiente para evitar a transferência.

Com a alteração, o Esquadrão de Aço agora se prepara para encarar o Jacuipense no Carneirão, palco conhecido por receber partidas de alto nível no futebol baiano. A expectativa é que o estádio de Alagoinhas proporcione um ambiente à altura da competição, minimizando os impactos de mais uma falha estrutural no futebol do estado.

Copa do Mundo

Desenhos infantis vão decorar os ônibus das seleções na Copa do Mundo 2026

Campanha da Hyundai leva arte de crianças para os ônibus das seleções e reforça o lado afetivo e cultural do Mundial

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Copa de 2026 transforma desenhos infantis em símbolo global do futebol

A Copa do Mundo de 2026 vai além dos gramados. Em uma iniciativa que mistura futebol, imaginação e representatividade, a Hyundai revelou os desenhos vencedores da campanha global “Be There With Hyundai”, que irão estampar os ônibus oficiais das 48 seleções participantes do torneio.

A ação transforma um dos elementos mais visíveis do Mundial em uma vitrine da criatividade infantil. Os desenhos foram produzidos por crianças de 5 a 12 anos de diferentes países e representam sentimentos ligados à paixão pelo futebol, à identidade nacional e à experiência coletiva que a Copa costuma provocar.

Entre os vencedores está o brasileiro Hugo Leonardo, de 11 anos, responsável pela arte que irá decorar o ônibus da Seleção Brasileira durante a competição nos Estados Unidos, México e Canadá. A iniciativa ajuda a ampliar a percepção da Copa como um fenômeno cultural e geracional. Mais do que um torneio esportivo, o Mundial funciona como espaço de memória afetiva, pertencimento e conexão entre diferentes povos.

Hugo Leonardo, de 11 anos, foi o autor do desenho vencedor para decorar o ônibus brasileiro

Os ônibus terão elementos visuais ligados à identidade oficial da Copa de 2026, combinados às ilustrações das crianças. A proposta é transformar cada deslocamento das seleções em uma experiência visual que dialogue com torcedores e cidades-sede.

A campanha também revela uma mudança importante na forma como grandes marcas se relacionam com o futebol. Em vez de apostar apenas em performance esportiva e consumo, projetos como esse tentam aproximar o esporte de temas como criatividade, infância e participação social.

Os vencedores ainda receberão ingressos para partidas da fase de grupos, além de viagem e hospedagem para acompanhar de perto a competição. Para muitas dessas crianças, a experiência representa não apenas um prêmio, mas a possibilidade de enxergar o futebol como espaço de expressão e reconhecimento.

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Nos campos

Arena Oásis é inaugurada em Cajazeiras e Salvador chega a 99 campos sintéticos de futebol

Nova estrutura inaugurada pela Prefeitura promove lazer, formação esportiva e ocupação comunitária

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O bairro de Cajazeiras V ganhou mais um espaço voltado ao esporte e à convivência comunitária. Inaugurada nesta sexta-feira (22), a Arena Oásis se tornou o 99º campo com grama sintética entregue pela Prefeitura de Salvador. O equipamento recebeu investimento de R$ 1,2 milhão e passa a integrar a política municipal que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social em áreas periféricas da capital.

A nova arena conta com gramado sintético, alambrados, rede de proteção, arquibancada, muretas e vestiário. A proposta da gestão municipal é transformar o espaço em ponto de encontro para torneios, projetos sociais e atividades esportivas voltadas principalmente para crianças e adolescentes da comunidade.

O antigo cenário do campo contrastava com a nova estrutura. Antes da reforma, o local acumulava lama, buracos e falta de segurança, dificultando a prática esportiva, especialmente em períodos de chuva. Para moradores da região, a mudança representa mais do que uma melhoria urbana.

Há 20 anos vivendo na comunidade, o entregador Bruno Souza afirmou que o espaço pode abrir caminhos para iniciativas sociais no bairro. “Antes, era um campo de puro barro, inclusive, ao redor também era tudo lama e não tinha nenhuma estrutura, nem alambrado. Quem caía se machucava bastante”, relata.

O crescimento do número de arenas com grama sintética em Salvador revela uma estratégia cada vez mais presente nas políticas públicas municipais: ocupar espaços urbanos através do esporte. A gestão defende que equipamentos desse tipo ajudam a afastar jovens da violência e fortalecem os vínculos comunitários em áreas historicamente marcadas pela ausência de investimentos em lazer.

Ao mesmo tempo, o avanço dessas estruturas também levanta um debate importante sobre a necessidade de manutenção contínua, oferta de projetos permanentes e acesso democrático aos espaços. Sem atividades organizadas e acompanhamento social, muitos equipamentos esportivos acabam funcionando apenas de forma pontual.

Com a Arena Oásis, Salvador se aproxima da marca de 100 campos sintéticos inaugurados, consolidando o esporte como uma das principais ferramentas de ocupação social da cidade.

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Copa do Mundo

Habilidades do poker podem ajudar Neymar em campo na Copa do Mundo

Entenda como o camisa 10 pode lidar melhor com decisões, tensão e controle emocional no Mundial de 2026

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A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 recolocou em debate não apenas o desempenho técnico do camisa 10, mas também sua capacidade de lidar com a pressão de mais uma tentativa de conduzir o Brasil ao hexacampeonato. E, curiosamente, parte dessa discussão passa longe dos gramados: chega às mesas de poker.

Apaixonado pelo jogo há mais de uma década, o atacante do Santos desenvolveu uma relação intensa com o poker, participando de torneios presenciais e online. A análise não trata da qualidade técnica de Neymar em campo, mas do impacto psicológico que experiências de pressão, risco e tomada de decisão podem gerar em atletas acostumados a competir em cenários extremos.

Para o treinador mental Marcelo Müller, o poker funciona como uma espécie de laboratório emocional. Segundo ele, situações de tensão vividas nas mesas ajudam a responder melhor em ambientes de cobrança intensa, como uma Copa do Mundo. “Se o Neymar experimenta a tensão no poker e consegue executar o seu jogo, ele está, na prática, treinando o próprio cérebro para lidar com a pressão em outros ambientes”, explica.

A lógica é simples: quanto maior a exposição a momentos decisivos, maior tende a ser a adaptação mental do atleta. Em outras palavras, aprender a controlar ansiedade, impulsividade e frustração em um jogo estratégico pode refletir diretamente na postura dentro de campo.

A psicóloga Bárbara Rossi segue linha parecida. Ela destaca que tanto o futebol quanto o poker exigem do cérebro uma combinação constante entre percepção espacial, raciocínio rápido, controle emocional e tomada de decisão sob pressão. “Isso estimula especialmente o córtex pré-frontal, região responsável pelo planejamento, controle dos impulsos, raciocínio lógico e clareza mental”, diz.

Segundo a especialista, o jogo ajuda a desenvolver competências importantes para atletas de elite, como foco, paciência, tolerância à frustração e recuperação emocional após erros. Elementos que fazem diferença em partidas grandes, principalmente para jogadores que carregam enorme responsabilidade coletiva, como Neymar.

O debate também ajuda a ampliar a visão sobre o futebol moderno. Cada vez mais, o desempenho esportivo ultrapassa a questão física ou tática e mergulha no aspecto mental. Em uma Seleção que tenta reconstruir sua identidade após anos de instabilidade, equilíbrio emocional pode ser tão decisivo quanto talento.

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