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Nos campos

Flu de Feira e SSA mantêm 100% de aproveitamento e acirram disputa pela liderança da Série B do Baianão

Equipes seguem invictas após cinco rodadas e reforçam equilíbrio da corrida pelo acesso à elite do futebol baiano

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A Série B do Campeonato Baiano de 2026 ganhou contornos ainda mais competitivos após a quinta rodada. Fluminense de Feira e SSA seguem como os únicos times com 100% de aproveitamento, dividindo a liderança com 15 pontos e transformando a disputa pelo acesso em uma das mais equilibradas dos últimos anos.

O Fluminense de Feira ocupa a primeira colocação graças ao saldo de gols superior. Jogando no Joia da Princesa, o Touro do Sertão venceu o então invicto Barreiras por 3 a 1 e chegou a 15 gols de saldo, consolidando a melhor campanha da competição até aqui.

Na capital, o SSA também fez sua parte. A equipe venceu o Redenção por 1 a 0 e manteve a trajetória perfeita na Série B. O resultado reforça o crescimento do clube no cenário estadual e mostra que a disputa pela ponta da tabela deve permanecer intensa nas próximas rodadas.

A derrota fez o Barreiras cair para a terceira posição, com 12 pontos. Mesmo perdendo a invencibilidade, o time do oeste baiano segue firme na briga por uma das vagas no G-4.

Quem também segue vivo na disputa é o Feira. Após um início irregular, a equipe reagiu com uma goleada por 6 a 0 sobre o Leônico, chegou aos nove pontos e permaneceu na quarta colocação, fechando a zona de classificação.

Logo atrás aparece o Jacobina, que derrotou o Camaçari por 2 a 0 e alcançou sete pontos. O clube da Chapada Diamantina reduziu a distância para o grupo de acesso e passa a sonhar com uma arrancada na reta intermediária da competição.

Na parte de baixo da tabela, o Grapiúna conquistou seus primeiros pontos ao vencer o Vitória da Conquista por 2 a 0 fora de casa. O resultado dá novo fôlego ao time de Itabuna, enquanto o Camaçari segue como único clube que ainda não pontuou no campeonato.

Copa do Mundo

Seleção Brasileira embarca para a Copa do Mundo em busca do hexa

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A caminhada da Seleção Brasileira rumo à Copa do Mundo de 2026 já começou fora das quatro linhas. Após a vitória por 6 a 2 sobre o Panamá, no último compromisso em solo brasileiro, a delegação embarcou nesta segunda-feira (1º) para os Estados Unidos, onde fará os ajustes finais antes da estreia no torneio.

Antes da viagem, jogadores e comissão técnica participaram de uma cerimônia de despedida na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O encontro com colaboradores da entidade e a visita ao Museu da Seleção Brasileira serviram como uma espécie de conexão entre o passado vitorioso da Amarelinha e o desafio que se aproxima.

Dentro de campo, o Brasil chega aos Estados Unidos carregando sinais positivos. A goleada sobre o Panamá mostrou uma equipe ofensiva, com intensidade e variedade de opções no ataque. Vinícius Júnior abriu o caminho para a vitória, enquanto Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago e o baiano Danilo Santos também deixaram suas marcas.

Para o torcedor baiano, a presença de Danilo representa um motivo especial de atenção. Revelado nas categorias de base do Bahia e nascido no Subúrbio Ferroviário de Salvador, o volante vive a expectativa de disputar sua primeira Copa do Mundo como um dos nomes em ascensão da nova geração da Seleção.

A partida serviu para que Carlo Ancelotti observasse diferentes formações e ampliasse a participação dos atletas convocados. O treinador italiano ainda busca os últimos ajustes para definir a equipe ideal que iniciará a busca pelo hexacampeonato.

Antes da estreia no Mundial, a Seleção fará um último amistoso preparatório contra o Egito, no próximo dia 6 de junho, em Cleveland. O confronto será a última oportunidade para corrigir detalhes e consolidar o modelo de jogo antes da competição.

O Brasil desembarca nos Estados Unidos cercado por expectativa, mas também por uma realidade que acompanha a Seleção nos últimos ciclos: transformar favoritismo histórico em resultados concretos.

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Copa do Mundo

Desenhos infantis vão decorar os ônibus das seleções na Copa do Mundo 2026

Campanha da Hyundai leva arte de crianças para os ônibus das seleções e reforça o lado afetivo e cultural do Mundial

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Copa de 2026 transforma desenhos infantis em símbolo global do futebol

A Copa do Mundo de 2026 vai além dos gramados. Em uma iniciativa que mistura futebol, imaginação e representatividade, a Hyundai revelou os desenhos vencedores da campanha global “Be There With Hyundai”, que irão estampar os ônibus oficiais das 48 seleções participantes do torneio.

A ação transforma um dos elementos mais visíveis do Mundial em uma vitrine da criatividade infantil. Os desenhos foram produzidos por crianças de 5 a 12 anos de diferentes países e representam sentimentos ligados à paixão pelo futebol, à identidade nacional e à experiência coletiva que a Copa costuma provocar.

Entre os vencedores está o brasileiro Hugo Leonardo, de 11 anos, responsável pela arte que irá decorar o ônibus da Seleção Brasileira durante a competição nos Estados Unidos, México e Canadá. A iniciativa ajuda a ampliar a percepção da Copa como um fenômeno cultural e geracional. Mais do que um torneio esportivo, o Mundial funciona como espaço de memória afetiva, pertencimento e conexão entre diferentes povos.

Hugo Leonardo, de 11 anos, foi o autor do desenho vencedor para decorar o ônibus brasileiro

Os ônibus terão elementos visuais ligados à identidade oficial da Copa de 2026, combinados às ilustrações das crianças. A proposta é transformar cada deslocamento das seleções em uma experiência visual que dialogue com torcedores e cidades-sede.

A campanha também revela uma mudança importante na forma como grandes marcas se relacionam com o futebol. Em vez de apostar apenas em performance esportiva e consumo, projetos como esse tentam aproximar o esporte de temas como criatividade, infância e participação social.

Os vencedores ainda receberão ingressos para partidas da fase de grupos, além de viagem e hospedagem para acompanhar de perto a competição. Para muitas dessas crianças, a experiência representa não apenas um prêmio, mas a possibilidade de enxergar o futebol como espaço de expressão e reconhecimento.

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Nos campos

Arena Oásis é inaugurada em Cajazeiras e Salvador chega a 99 campos sintéticos de futebol

Nova estrutura inaugurada pela Prefeitura promove lazer, formação esportiva e ocupação comunitária

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O bairro de Cajazeiras V ganhou mais um espaço voltado ao esporte e à convivência comunitária. Inaugurada nesta sexta-feira (22), a Arena Oásis se tornou o 99º campo com grama sintética entregue pela Prefeitura de Salvador. O equipamento recebeu investimento de R$ 1,2 milhão e passa a integrar a política municipal que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social em áreas periféricas da capital.

A nova arena conta com gramado sintético, alambrados, rede de proteção, arquibancada, muretas e vestiário. A proposta da gestão municipal é transformar o espaço em ponto de encontro para torneios, projetos sociais e atividades esportivas voltadas principalmente para crianças e adolescentes da comunidade.

O antigo cenário do campo contrastava com a nova estrutura. Antes da reforma, o local acumulava lama, buracos e falta de segurança, dificultando a prática esportiva, especialmente em períodos de chuva. Para moradores da região, a mudança representa mais do que uma melhoria urbana.

Há 20 anos vivendo na comunidade, o entregador Bruno Souza afirmou que o espaço pode abrir caminhos para iniciativas sociais no bairro. “Antes, era um campo de puro barro, inclusive, ao redor também era tudo lama e não tinha nenhuma estrutura, nem alambrado. Quem caía se machucava bastante”, relata.

O crescimento do número de arenas com grama sintética em Salvador revela uma estratégia cada vez mais presente nas políticas públicas municipais: ocupar espaços urbanos através do esporte. A gestão defende que equipamentos desse tipo ajudam a afastar jovens da violência e fortalecem os vínculos comunitários em áreas historicamente marcadas pela ausência de investimentos em lazer.

Ao mesmo tempo, o avanço dessas estruturas também levanta um debate importante sobre a necessidade de manutenção contínua, oferta de projetos permanentes e acesso democrático aos espaços. Sem atividades organizadas e acompanhamento social, muitos equipamentos esportivos acabam funcionando apenas de forma pontual.

Com a Arena Oásis, Salvador se aproxima da marca de 100 campos sintéticos inaugurados, consolidando o esporte como uma das principais ferramentas de ocupação social da cidade.

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