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Negócios

Fortaleza ganha nova NBA Store e fortalece presença da liga no Brasil

Loja no shopping tem mais de 100 metros quadrados

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A NBA reforçou sua presença no Nordeste com a inauguração de uma nova unidade da NBA Store em Fortaleza. Agora localizada no Shopping Iguatemi Bosque, a loja conta com 117,42m² dedicados ao universo do basquete e promete atrair desde os fãs mais antigos até a nova geração apaixonada pelo esporte.

O espaço reúne uma ampla variedade de produtos licenciados, incluindo as icônicas regatas oficiais de times e jogadores — tanto os atuais quanto os lendários. Além disso, o público encontra linhas retrô, bonés, canecas, brinquedos, sneakers e uma seleção completa de itens que celebram o lifestyle da NBA.

Com essa inauguração, a NBA Stores Brasil passa a estar presente em nove estados e no Distrito Federal. A expansão segue o plano da liga de estreitar laços com os torcedores fora dos Estados Unidos — e o Brasil se destaca nesse cenário. Já são mais lojas oficiais aqui do que em qualquer outro país do mundo, fora os EUA.

Além das unidades físicas, os fãs brasileiros também podem encontrar os produtos da liga online, na LojaNBA.com, ou ainda na NBA Store Truck — a primeira loja móvel oficial da NBA — e em varejistas parceiros espalhados pelo país.

Negócios

Santos lidera crescimento digital no Brasil, mas fenômeno Feira FC chama atenção na Bahia

Ranking do IBOPE Repucom aponta Peixe no topo em fevereiro; novo clube baiano alcança 61 mil seguidores em menos de uma semana

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O futebol brasileiro também se decide fora das quatro linhas, e fevereiro foi prova disso. De acordo com o Ranking Digital dos Clubes Brasileiros do IBOPE Repucom, Santos, Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Grêmio foram os clubes que mais cresceram em número de seguidores nas redes sociais no último mês, somando juntos mais de 1,1 milhão de novas inscrições. O recém-criado Feira FC também se destava no cenário digital.

O Santos liderou o levantamento, com 330 mil novos seguidores, impulsionado principalmente pelo Instagram, além de forte desempenho no Facebook e TikTok. O Corinthians apareceu em segundo lugar, com 306 mil novas inscrições, enquanto o Flamengo fechou o pódio ao atingir 270 mil — número que ajudou o clube carioca a alcançar a marca de 25 milhões de seguidores apenas no Instagram.

Na sequência aparecem Palmeiras, com 175 mil novos inscritos, e Grêmio, que completou o TOP 5 com 46 mil. O relatório também destacou o São Paulo, que ultrapassou 2 milhões de inscritos no YouTube, e o Remo, dono do maior crescimento proporcional entre os 25 maiores clubes do país.

O case baiano que surpreende

Se no cenário nacional os gigantes seguem dominando a vitrine digital, na Bahia um projeto recém-nascido começa a chamar atenção. O Feira Futebol Clube (@feirafc) atingiu 61 mil seguidores no Instagram em menos de uma semana de criação, número expressivo para um clube fundado em 2025 e ainda em fase de consolidação esportiva.

O salto foi impulsionado por uma estratégia agressiva de comunicação e pelos anúncios de reforços midiáticos como o atacante Thiago Galhardo, com passagem pela Seleção Brasileira, e Lucaneta, fenômeno do futsal e do x1, além de influenciador com forte presença digital.

Em termos absolutos, o crescimento do Feira FC ainda é distante dos milhões movimentados por Santos ou Flamengo. Mas, proporcionalmente, o feito impressiona: trata-se de um clube sem histórico competitivo consolidado que já nasce entendendo a lógica do futebol contemporâneo onde marca, engajamento e narrativa caminham lado a lado com o desempenho esportivo.

O novo jogo do futebol

O levantamento do IBOPE Repucom confirma uma tendência: campanhas esportivas impactam diretamente o crescimento digital. Corinthians e Palmeiras surfaram no Campeonato Paulista, enquanto Flamengo colheu frutos da final carioca.

No caso do Feira FC, a equação é inversa. Primeiro veio o barulho nas redes; o desafio agora é transformar expectativa em resultado dentro de campo. O clube já está confirmado na Série B do Baianão 2026, e já demonstra que pretende disputar espaço também no ambiente virtual.

Em um futebol cada vez mais orientado por audiência, dados e influência, crescer nas redes não é apenas vaidade — é ativo estratégico. E, nesse quesito, o cenário nacional tem líderes consolidados, mas a Bahia pode estar assistindo ao nascimento de um novo case de marketing esportivo.

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Negócios

Feira FC surge como SAF ambiciosa e pode disputar a Série B do Baianão 2026

Novo clube feirense já aparece no BID da CBF, aposta em marketing digital e sonha alto antes mesmo da estreia oficial

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Feira de Santana pode ganhar um novo protagonista no futebol estadual em 2026. Fundado em 2025, o Feira Futebol Clube desponta como candidato à disputa da Série B do Campeonato Baiano e já começa a se movimentar nos bastidores como um projeto estruturado no modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

O nome do time já consta no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, passo burocrático importante para qualquer clube que pretenda participar de competições oficiais. A confirmação da presença na segunda divisão estadual, no entanto, ainda depende de definição da federação e da eventual desistência de equipes que possam abrir vaga no torneio.

Sob comando do advogado e empresário Marcus Rios, idealizador e proprietário da SAF, o Feira FC nasce com discurso de profissionalização e valorização da identidade feirense. O mascote escolhido — o sariguê, animal típico da fauna baiana — simboliza essa tentativa de conexão com o território.

“Estamos construindo um clube com identidade, gestão profissional e raízes em Feira de Santana”

Feira, que historicamente já contou com representantes tradicionais no futebol baiano, volta a ter um projeto com pretensão de longo prazo. O desafio será transformar discurso empresarial em competitividade dentro de campo — etapa onde muitos projetos recentes esbarraram.

Marketing agressivo e influência digital

Um dos diferenciais do novo clube é a estratégia de marketing. O projeto conta com apoio dos empresários e influenciadores Neto Lima e Bruno Karttos, ligados à Mansão Green, apresentada como um dos maiores hubs de influenciadores da América Latina. A empresa, inclusive, adquiriu os naming rights do estadual, batizado de Baianão Mansão Green 2026.

A presença de um grupo de comunicação digital na estrutura inicial do clube revela uma aposta clara: construir marca e engajamento antes mesmo da consolidação esportiva.

Reforço de peso no radar

Nos bastidores, o nome do atacante Thiago Galhardo, de 36 anos, ganhou força após aparecer no site oficial do clube. Com passagem pela Seleção Brasileira e experiência em grandes clubes, o jogador disputou a última Série D pelo Santa Cruz, com sete gols em 24 partidas.

A assessoria do atleta confirmou que existem conversas iniciais, mas sem qualquer definição. Caso se concretize, seria um movimento simbólico para dar musculatura ao projeto logo na largada.

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Baianão

Baianão adota naming rights e passa a se chamar Baianão Mansão Green 2026

Apoio da empresa de Feira de Santana reposiciona o torneio no mercado

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O Campeonato Baiano entra em 2026 com uma mudança simbólica e estrutural. A principal competição do futebol estadual passará a se chamar Baianão Mansão Green 2026, após a formalização de um acordo de naming rights — iniciativa inédita na história do torneio e ainda pouco explorada entre os estaduais do país.

A adoção do novo nome sinaliza uma leitura mais estratégica sobre o papel dos campeonatos regionais dentro da indústria do esporte. Tradicionalmente marcados por forte apelo popular, mas com baixa exploração comercial, os estaduais vivem um momento de reavaliação. Inserir uma marca diretamente na identidade da competição representa tratar o Baianão como ativo de mercado, e não apenas como calendário esportivo.

Diferente do patrocínio convencional, o naming rights cria uma associação permanente entre marca e campeonato. A partir da próxima temporada, o nome Mansão Green estará presente em todas as frentes institucionais, esportivas e comerciais do torneio, ampliando a recorrência da marca e, ao mesmo tempo, reposicionando o estadual baiano em um patamar mais próximo das práticas adotadas em competições nacionais.

Para Neto Lima, fundador da empresa, o acordo estabelece uma parceria de longo prazo. Segundo ele, colocar o nome da marca no Baianão significa assumir compromisso com o fortalecimento do torneio, que reúne clubes tradicionais, rivalidades históricas e alto engajamento popular. A fala reforça uma ideia central do modelo: o naming rights não é apenas exposição, mas participação estrutural.

Do ponto de vista do mercado, o movimento dialoga com um desafio antigo. Em meio à força do Brasileirão e das copas nacionais, os estaduais precisam encontrar caminhos para manter relevância, atrair parceiros e gerar valor para clubes e federações. Nesse cenário, o naming rights surge como ferramenta direta de reposicionamento competitivo.

Há também impactos práticos. Quando uma marca passa a integrar o nome do campeonato, crescem as exigências por padronização, organização e comunicação institucional. O torneio passa a ser observado com mais rigor por patrocinadores, clubes e público, o que tende a elevar o nível de cobrança sobre gestão e entrega.

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