Conecte-se com nossas redes

Nas quadras

Guga é homenageado no retorno do tênis a Sauípe com cálice feito de areia baiana

Volta do torneio celebra o legado do ídolo e o reencontro da Bahia com o circuito internacional da ATP

Publicado

em

Após 13 anos, o tênis volta a ecoar na Costa do Sauípe, e o retorno vem cercado de simbolismo. Para celebrar a volta da Bahia ao calendário da ATP World Tour, a Stella Artois homenageia Gustavo Kuerten — embaixador da marca e um dos maiores ídolos do esporte — com uma peça especial: um cálice produzido com a areia das praias locais.

A criação, desenvolvida em parceria com o ateliê Espaço ZERO, da artista Elvira Schuartz, faz uma ponte entre memória, arte e esporte. O objeto celebra o bicampeonato de Guga em Sauípe, incluindo seu último título no Brasil, conquistado em 2004, e marca o apoio da Stella Artois ao Costa do Sauípe Open, torneio ATP Challenger 125 que acontece entre 19 e 26 de outubro.

O gesto reforça a relação afetiva entre o tênis e o litoral baiano — palco de conquistas simbólicas para o brasileiro e símbolo de uma era que projetou o país no circuito internacional. “É um orgulho incentivar o retorno de Sauípe ao mapa do tênis mundial e poder brindar a Guga e ao torneio”, destacou Mariana Dedivitis, diretora de marketing da marca.

Para Nelson Aerts, fundador da Try, organizadora do torneio, a parceria reforça o renascimento do tênis baiano.

“O retorno da Costa do Sauípe ao mapa mundial é um marco para o esporte brasileiro, e ter Stella como parceira torna tudo ainda mais especial”

Foto: Pedro Moscalcoff

O patrocínio da Stella ao evento representa mais um passo na consolidação da marca no universo do tênis, onde já está presente em Roland Garros, Wimbledon e Miami Open. No Brasil, o torneio será também uma vitrine para a Stella Artois Pure Gold, versão premium sem glúten e com menos calorias.

Nas quadras

Febre do tênis entre “aposentados” do futebol revela novo caminho para a saúde pós-40

Ex-jogadores têm encontrado nas quadras um retorno ao esporte e manutenção do bem-estar

Publicado

em

O tênis virou ponto de encontro para uma geração de ex-jogadores e atletas amadores que ultrapassou os 40 anos, mas não abriu mão da competitividade nem do prazer de se manter ativa. O movimento, que cresce em diferentes cidades brasileiras, vem sendo observado de perto pelo médico João Marcello Branco, especialista em saúde, performance e longevidade para adultos que querem continuar rendendo dentro e fora do esporte.

Nos últimos anos, a chamada “saúde pós-40” deixou de ser tabu. Para muitos que saíram dos gramados, o tênis tem funcionado como uma porta de retorno ao esporte, oferecendo intensidade, desafio técnico e, ao mesmo tempo, menor impacto do que o futebol. É um reencontro com o próprio corpo, agora com outras prioridades: qualidade de vida, prevenção de lesões e equilíbrio emocional, como explicao médico.

“A saúde física e mental desses atletas passa a ser o eixo da rotina. A ideia é mostrar que há vida esportiva depois dos 40, e ela pode ser competitiva”

O fenômeno ganhou visibilidade ao chegar também aos nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Felipe Melo e Egídio, que passaram a frequentar quadras e competir ao lado de jogadores amadores. A presença deles reforça a ideia de que o esporte pode ser reiniciado em outra plataforma menos rígida, mais orgânica e inclusiva. “Eles invadiram o terreno dos amadores e mostraram que o tênis virou nova válvula de escape, um novo desafio”, comenta João Marcello Branco.

O trabalho desenvolvido pelo especialista envolve protocolos integrados que combinam avaliação física completa, orientação nutricional, prevenção de lesões, fortalecimento muscular e acompanhamento contínuo de desempenho. A proposta é simples: criar caminhos para que adultos maduros continuem competitivos e saudáveis, com disposição para treinar e para a vida.

Continue Lendo

Nas quadras

João Fonseca faz história e entra no top-30 após título na Basileia

Aos 19 anos, brasileiro vence espanhol Davidovich Fokina e consolida ascensão meteórica no circuito mundial

Publicado

em

A nova geração do tênis brasileiro ganhou um nome para marcar época. João Fonseca, de apenas 19 anos, conquistou neste domingo (26) o título do ATP 500 da Basileia, na Suíça, ao derrotar o espanhol Alejandro Davidovich Fokina na final. O triunfo, o maior da carreira até agora, coloca o carioca entre os 30 melhores tenistas do mundo, coroando uma temporada de crescimento impressionante.

Com os 500 pontos somados no ranking da ATP, Fonseca saltará 18 posições, chegando ao 28º lugar na atualização da próxima segunda-feira — sua melhor marca até aqui. A façanha o coloca em um grupo restrito de nove brasileiros, entre homens e mulheres, que já figuraram no top-30 de simples na história do tênis mundial.

+ Relembre como a Bahia moldou grandes campeões do tênis mundial

O avanço também reconfigura o lugar de Fonseca na história do tênis nacional: antes da conquista, ele era o 12º brasileiro mais bem ranqueado; agora, sobe para o sexto posto, ultrapassando nomes históricos como Maria Esther Bueno, que chegou ao 29º lugar antes da criação do ranking oficial da WTA.

A temporada de 2025 é o retrato da rápida evolução do jovem atleta. No início do ano, Fonseca ocupava a 145ª posição e ainda era tratado como promessa. Dez meses depois, soma 1.615 pontos e supera com folga a meta pessoal de encerrar o ano entre os 40 melhores.

A trajetória, no entanto, está longe de parar. A partir desta segunda-feira, o brasileiro disputa o Masters 1000 de Paris, onde estreia contra o canadense Denis Shapovalov. Independentemente do resultado, João Fonseca já consolidou seu nome entre os protagonistas de uma nova era para o tênis brasileiro e mundial.

Continue Lendo

Nas quadras

Costa do Sauípe Open entra nas quartas de final com cinco sul-americanos entre os favoritos

Sol, calor e domínio argentino marcam a reta final do ATP Challenger 125 disputado na Bahia

Publicado

em

O Costa do Sauípe Open, torneio da série ATP Challenger 125, segue pegando fogo — literalmente. Sob sol forte e calor intenso na orla norte baiana, o torneio que distribui US$ 200 mil em prêmios e 125 pontos no ranking mundial ao campeão teve uma sexta-feira de definições importantes nas oitavas de final, embora a rodada não tenha sido concluída por causa da chuva no fim do dia.

A supremacia sul-americana ficou evidente nas quadras do complexo de Mata de São João. O argentino Mariano Navone, principal favorito ao título, venceu o brasileiro Pedro Boscardin Dias por 6/4 e 6/2 e garantiu vaga entre os oito melhores. Seu compatriota Juan Manuel Cerúndolo, cabeça 2, também confirmou o favoritismo ao derrotar Gustavo Heide (BRA) por 6/4 e 6/3.

Com a eliminação de Matheus Pucinelli — superado pelo paraguaio Adolfo Vallejo — o Brasil ficou sem representantes na chave de simples. O cenário reforça o domínio estrangeiro na competição, que tem ainda Thiago Tirante (ARG) e Emilio Nava (EUA) classificados, após vitórias convincentes.

As partidas entre Carlos Taberner (ESP) e Juan Carlos Prado Ángelo (BOL), além de Andrea Collarini (ARG) contra Cristian Garin (CHI), foram interrompidas pela chuva e devem ser retomadas à noite.

Com a definição dos últimos classificados, o torneio entra neste sábado em sua fase decisiva, com destaque para o equilíbrio técnico entre os favoritos e o desempenho consistente dos argentinos, que buscam consolidar o domínio na Bahia.

Continue Lendo

Mais lidas