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Nas telas

Prime Video transmite Mundial de Clubes com exclusividade e de graça

Competição terá craques como Messi, Mbappé, Vini Jr. e Haaland

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A Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em novo formato com 32 equipes, será exibida com exclusividade no Prime Video no Brasil, sem custo adicional para os assinantes da plataforma. A transmissão será realizada em parceria com a CazéTV, que renovou acordo com o serviço de streaming e comandará as 63 partidas da competição, que acontece entre 14 de junho e 13 de julho, nos Estados Unidos.

O torneio será a única grande competição de futebol em andamento no período e reúne times de todos os continentes, incluindo quatro brasileiros: Palmeiras, Flamengo, Fluminense e Botafogo. Os gigantes sul-americanos dividirão o protagonismo com craques como Messi (Inter Miami), Vini Júnior e Mbappé (Real Madrid), além de Haaland (Manchester City), em uma edição que promete romper as barreiras do entretenimento esportivo.

O Prime Video, que já transmite Brasileirão, Copa do Brasil e NBA, fortalece sua estratégia esportiva com a presença da CazéTV, braço audiovisual do streamer Casimiro Miguel, que surgiu no YouTube e na Twitch em 2022 e rapidamente se consolidou como uma das maiores audiências do país no segmento esportivo. A parceria amplia a oferta de conteúdos esportivos semanais no serviço, que agora ultrapassa as 20 horas de transmissões por semana.

Além do Mundial de Clubes, os assinantes do Prime Video têm acesso facilitado a assinaturas complementares como Premiere, Sportv, Paramount+, Max, Combate, MLS, NFL Game Pass e NBA League Pass, integrando um dos catálogos mais completos do mercado.

O acerto entre Amazon e CazéTV sinaliza um novo momento para a distribuição de grandes eventos esportivos no Brasil, com foco na acessibilidade, variedade e linguagem digital. Para além das transmissões, a CazéTV promete uma cobertura ampliada, com programas, bastidores e atrações especiais durante o Mundial — uma fórmula já testada com sucesso em eventos como a Copa do Mundo do Catar e as ligas europeias.

Nas quadras

Xsports renova com o NBB e amplia espaço do basquete na TV aberta

Emissora transmite três jogos por semana na fase inicial e partidas dos playoffs

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A Xsports renovou o acordo com a Liga Nacional de Basquete (LNB) para transmitir o NBB Caixa na temporada 2026/2027. A emissora terá três partidas por semana na fase de classificação, além de jogos dos playoffs e das finais.

Com a renovação, a Xsports permanece ao lado de SporTV, ESPN e do canal oficial do NBB no YouTube na distribuição dos direitos. A organização garante que todas as partidas da temporada estarão disponíveis em alguma plataforma, enquanto negocia a entrada de novos parceiros.

Mais basquete na TV aberta

O contrato prevê 48 jogos na primeira fase e pelo menos seis confrontos entre oitavas e quartas de final, além das séries que definirão o campeão. Para a LNB, a presença regular na televisão aberta amplia o alcance de uma competição que ainda disputa espaço com o futebol na atenção do público.

A estratégia também reforça a proposta da Xsports, que iniciou suas operações em agosto de 2025 com uma programação esportiva de 24 horas. O NBB passa a ocupar um espaço permanente nessa grade, aproximando o campeonato de públicos que nem sempre acompanham o basquete por canais pagos ou plataformas digitais.

A pulverização das transmissões revela uma transformação no consumo esportivo. Para o NBB, estar simultaneamente na TV aberta, na TV por assinatura e no YouTube significa reduzir barreiras de acesso e criar diferentes portas de entrada para novos torcedores. Para o basquete brasileiro, o desafio seguinte é transformar essa maior exposição em audiência recorrente e crescimento da modalidade.

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Nas telas

Carlo Ancelotti detalha novo ciclo e reformulação da Seleção em entrevista exclusiva

Técnico italiano e diretor Rodrigo Caetano defendem planejamento de longo prazo e espaço para nova geração

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A Seleção Brasileira deve passar por uma renovação geracional após a Copa do Mundo. Em entrevista ao programa CNN Esportes S/A, Carlo Ancelotti e Rodrigo Caetano detalham os planos para o próximo ciclo e reconhecem que o futebol brasileiro precisa corrigir problemas dentro e fora de campo.

Ancelotti classificou a campanha recente do Brasil como uma decepção e defendeu mudanças para recolocar a equipe entre as principais seleções do mundo. O treinador pretende observar principalmente jogadores nascidos entre 2004 e 2008 nos próximos amistosos, sem estabelecer uma ruptura automática com atletas mais experientes.

A ideia é fazer uma transição gradual. Para Ancelotti, a idade não deve ser o único critério para uma convocação, mas o momento é de aumentar a atenção sobre os jovens que podem formar a Seleção dos próximos anos.

Depois de Neymar, uma nova referência

O treinador também comentou o encerramento do ciclo de Neymar com a Amarelinha. Sem apontar um substituto direto, Ancelotti destacou a dimensão do atacante e considerou impossível reproduzir o que o ex-camisa 10 representou.

A declaração reforça uma questão que vai além da escolha de nomes: a Seleção precisa construir uma identidade capaz de não depender exclusivamente de um jogador. A renovação, portanto, envolve não apenas trocar peças, mas formar uma equipe mais equilibrada e preparada para diferentes adversários.

CBF admite falhas no planejamento

Rodrigo Caetano reconheceu que o ciclo anterior foi marcado por instabilidade administrativa e técnica. Mudanças na presidência, sucessivas trocas de treinadores e a ausência de um coordenador durante quase dois anos prejudicaram a preparação.

A proposta agora é trabalhar com mais tempo e planejamento. A CBF pretende manter confrontos contra seleções de diferentes escolas de futebol e chegar às próximas competições com uma base mais entrosada.

O objetivo é usar o período até 2028 e 2030 para construir uma Seleção menos dependente de soluções imediatas. Depois de anos de instabilidade, o maior desafio brasileiro talvez seja justamente transformar a renovação anunciada em um projeto contínuo, e não apenas em mais uma mudança de ciclo.

* O CNN Esportes S/A vai ao ar neste domingo (13), às 21h15 (horário de Brasília) na CNN Brasil e no canal do YouTube do CNN Esportes.

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Nas telas

Prime Video amplia espaço no futebol brasileiro e estende Copa do Brasil até 2030

Streaming também garante direitos da Supercopa Rei e passa a reunir três das principais competições do calendário nacional

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O Prime Video ampliou sua presença no futebol brasileiro ao renovar por mais quatro temporadas os direitos de transmissão da Copa do Brasil, agora até 2030. O novo acordo também inclui a Supercopa Rei, entre 2028 e 2031, reforçando a estratégia da plataforma de disputar espaço no mercado de transmissões esportivas.

A partir da fase de 32 avos de final da Copa do Brasil, o Prime Video terá 18 partidas por temporada, entre jogos exclusivos, coexclusivos e as principais escolhas de cada fase. Pela primeira vez, o pacote prevê ainda a exclusividade de uma semifinal em dois dos quatro anos, além da final.

Streaming ganha peso no futebol

Com o acordo, o Prime Video passa a reunir Brasileirão Série A, Copa do Brasil e Supercopa Rei em seu portfólio. A plataforma também oferece NBA, WNBA e conteúdos da CazéTV, ampliando a disputa por audiência esportiva no ambiente digital.

O movimento acompanha o crescimento do futebol dentro do serviço. Desde a entrada na Copa do Brasil, em 2021, as horas assistidas nos lares brasileiros mais que dobraram, segundo a empresa. A chegada do Brasileirão, em 2025, aumentou ainda mais a relevância do esporte na estratégia da plataforma.

Uma nova disputa pela audiência

A expansão do Prime Video mostra como a transmissão esportiva brasileira está cada vez menos concentrada na televisão tradicional. Competições de grande apelo passaram a ser também ativos estratégicos para plataformas de streaming, que buscam fidelizar assinantes por meio de eventos ao vivo.

Para o torcedor, a oferta maior pode significar mais opções para acompanhar o futebol. Por outro lado, a fragmentação dos direitos também exige atenção: quanto mais plataformas entram no jogo, maior pode ser a dificuldade para o público saber onde assistir a cada competição ou partida.

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