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Nas pistas

Estão abertas as Inscrições para a 4ª Volta do Cerrado

Com 100 quilômetros de prova, aberta a iniciantes e veteranos, será percorrida por revezamento de duas a oito pessoas que desejam praticar esporte e admirar as belezas do bioma

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Uma corrida para quem deseja admirar diferentes paisagens do Cerrado enquanto pratica o esporte. Ao se deparar com as belezas deste bioma, aprender a valorizá-lo e a preservá-lo. Este é o sentido da 4ª Volta do Cerrado, uma prova de 100 quilômetros por revezamento, para ser cumprida por grupos de dois a oito pessoas. É hora de reunir os corredores e fazer as inscrições, abertas até  28 de outubro, no site Ticket Sports.

Agendada para 3 de novembro, o local de concentração, largada e chegada é o Portal do Sol Golfe, que tem toda sinergia com o propósito do evento, uma vez que o complexo de condomínios mantém quase um milhão de metros quadrados de mata nativa preservada e um campo de golfe oficial, de padrão internacional, com 748 mil metros quadrados de área verde, projetado pelo arquiteto americano Dan Blankenship.

De lá, os atletas passarão por áreas urbanas e rurais, seguindo um caminho de trilha até a cidade de Roselândia, para depois retornar ao ponto de origem. Serão 12 horas de prova, com largada às 4h da manhã. 

“Estamos muito realizados em chegar à quarta edição desta prova de revezamento, que criamos após conhecer experiências similares fora do Estado. Essa é a única corrida nesse formato de Goiânia, e basta querer para participar. Veteranos ou iniciantes na corrida, estão todos convidados a viver essa experiência em equipe”, diz Fernando Diniz, professor de educação física, organizador do evento. A expectativa é receber cerca de 250 participantes.

O custo da inscrição é de R$180,00 por atleta e a  idade mínima para participar é de 15 anos. Poderão ser formadas equipes de dois atletas (dupla), quatro (quarteto) e de oito (octeto), dentro das seguintes categorias: dupla masculino, feminina ou mista; quarteto masculino, feminino, misto ou de participação; e octeto masculino, feminino, misto ou de participação. Na semana do evento, os capitães das equipes deverão comparecer ao Portal do Sol Golfe para receber o kit oficial da corrida, com camiseta, mochila, e outros brindes para os competidores.

Fernando enfatiza que, muito mais do que a competição, o principal objetivo da  Volta do Cerrado é promover a integração, socialização, incentivo à prática esportiva e preservação do meio ambiente. “Eventos dessa magnitude são muito importantes para promover a saúde, qualidade de vida e inspirar as pessoas a praticarem esportes. Além disso, também incentiva a trabalhar liderança dentro de uma equipe, organização de estratégias em grupo, sem abandonar a bandeira de preservação do Cerrado que é uma bandeira que sempre será o cerne da Volta do Cerrado”, convida o organizador.

Serviço

Assunto: 4° Volta do Cerrado

Data: 3 de novembro
Horário: 4h às 16h

Local de concentração e largada: Av. Orlando Rizzo, 231 – Residencial Goiânia Golfe Clube, Goiânia – GO, 74884-750
Inscrições: até o dia 28 de outubro, no site Ticket Sports (https://www.ticketsports.com.br/)

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Nas pistas

Skatista baiana de 7 anos desponta como promessa e simboliza nova geração do esporte em Salvador

Yayla Lima cresce nas pistas públicas da capital e reforça impacto social do skate entre crianças

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O skate baiano segue revelando novos talentos, e um dos nomes que começa a chamar atenção em Salvador tem apenas 7 anos. Yayla Lima já conquistou o título baiano de Skateboard Street e desponta como uma das promessas da modalidade na capital.

Beneficiária do programa Bolsa Atleta Salvador, a jovem skatista representa uma geração que cresce em meio à expansão dos espaços públicos voltados ao esporte na cidade. Parte importante dessa trajetória passa pela nova pista da Avenida Bonocô, que rapidamente se transformou em ponto de encontro para praticantes de skate de diferentes bairros.

O espaço evidencia uma mudança importante no cenário urbano de Salvador. Em uma cidade historicamente carente de áreas adequadas para modalidades urbanas, pistas públicas acabam funcionando também como espaços de convivência, inclusão e formação social.

No caso de Yayla, o impacto é direto no desenvolvimento esportivo. A atleta passou a intensificar os treinos na Bonocô após frequentar outras pistas da cidade e encontrou no local uma estrutura mais próxima do padrão competitivo da modalidade.

“As crianças se divertem em parquinhos. Eu me divirto em uma pista de skate.”

A história da skatista também ajuda a ampliar um debate sobre representatividade no esporte. Segundo a mãe, Fabiane Lima, o interesse da filha pelo skate surgiu justamente pela percepção de que a modalidade ainda possui maioria masculina. A identificação com atletas como Rayssa Leal fortaleceu o desejo de competir.

O crescimento do skate feminino no Brasil vem modificando esse cenário nos últimos anos, especialmente após a entrada da modalidade nos Jogos Olímpicos. Em Salvador, a presença cada vez maior de meninas nas pistas acompanha esse movimento nacional.

Além da Bonocô, a capital baiana possui pistas espalhadas por bairros como Ribeira, Cajazeiras, São Cristóvão, Stella Maris e Paripe. Ainda assim, praticantes defendem a ampliação de investimentos e manutenção contínua dos espaços.

O Bolsa Atleta Salvador também aparece como peça importante nesse processo. O programa atende atualmente 448 atletas e paratletas de diferentes modalidades, oferecendo auxílio financeiro para treinamento e participação em competições.

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Nas pistas

Projeto Pedal abre vagas gratuitas para aulas de BMX e amplia acesso ao esporte em Salvador

Iniciativa em Pituaçu vai atender crianças e adolescentes com e sem deficiência e reforça o papel social do esporte na capital baiana

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Salvador volta a colocar o esporte como ferramenta de inclusão social com a abertura das inscrições para a 8ª edição do Projeto Pedal Bicicross. A iniciativa oferece aulas gratuitas de BMX para crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos, com atividades realizadas na Pista de Bicicross de Pituaçu, um dos principais espaços da modalidade na Bahia.

Ao todo, serão disponibilizadas 200 vagas para participantes com e sem deficiência. O projeto funciona no contraturno escolar e prevê aulas duas vezes por semana, reunindo formação esportiva, convivência social e estímulo à prática regular de atividade física.

A iniciativa reforça uma discussão importante para Salvador: o acesso democrático ao esporte. Em uma cidade marcada por desigualdades sociais e pela falta de equipamentos públicos em muitos bairros, projetos gratuitos acabam ocupando um papel estratégico no desenvolvimento de crianças e adolescentes.

O BMX, modalidade olímpica do ciclismo, ainda enfrenta barreiras de acesso por exigir estrutura específica e equipamentos que nem sempre fazem parte da realidade de muitas famílias. Nesse cenário, políticas públicas como o Projeto Pedal ajudam a aproximar jovens de modalidades historicamente menos populares e mais restritas.

As atividades serão realizadas com acompanhamento de professores de Educação Física, agentes esportivos e estagiários, além da oferta gratuita de materiais, fardamento e infraestrutura. O projeto é financiado integralmente pelo Governo do Estado, por meio da Sudesb.

Outro ponto relevante é o caráter inclusivo da ação, que contempla alunos com deficiência. A presença desse perfil de público reforça uma tendência cada vez mais necessária no esporte brasileiro: ampliar oportunidades e reduzir barreiras de participação.

A pista de Pituaçu, localizada na orla de Salvador, se consolidou nos últimos anos como um espaço importante para o desenvolvimento do bicicross baiano. Em um estado com tradição crescente nos esportes de base e nas modalidades olímpicas, iniciativas como essa ajudam a criar novos caminhos para jovens atletas.

As inscrições podem ser feitas gratuitamente de forma online, enquanto a entrega da documentação ocorrerá presencialmente na própria pista de bicicross de Pituaçu a partir de 8 de junho.

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Nas pistas

“2DIE4 – 24 Horas no Limite” promete ser o filme de corrida mais autêntico do cinema

Obra mostra trajetória do piloto Felipe Nasr durante a corrida das 24 horas de Le Mans, na França

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O cinema brasileiro volta os olhos para o automobilismo com uma proposta pouco comum: transformar a experiência real de uma corrida em narrativa cinematográfica. “2DIE4: 24 Horas no Limite”, dirigido pelos irmãos André Abdala e Salomão Abdala, chega com a ambição de ser o filme de corrida mais autêntico já produzido no país.

A escolha por Felipe Nasr como protagonista reforça esse caminho. Em vez de um ator, o longa aposta em um piloto profissional vivendo a própria realidade nas pistas. O enredo acompanha sua participação nas tradicionais 24 Horas de Le Mans, uma das provas mais exigentes do automobilismo mundial, marcada pela resistência física e mental ao longo de um dia inteiro de competição.

A produção também chama atenção pelo formato. Com uma equipe reduzida, de apenas oito pessoas, o filme foi rodado com tecnologia de alto padrão e será o primeiro longa brasileiro exibido em IMAX. A proposta é simples na ideia, mas complexa na execução: colocar o espectador dentro do carro, próximo das decisões, da pressão e do desgaste que não aparecem nas transmissões convencionais.

Esse tipo de abordagem dialoga com uma mudança recente no consumo de esporte. O público não quer apenas o resultado, mas entender o processo, o que aproxima projetos como “2DIE4” de documentários esportivos que exploram bastidores e trajetórias.

Ao mesmo tempo, o filme levanta uma questão importante: até que ponto o realismo pode substituir a construção dramática tradicional do cinema? Ao abrir mão de atores e apostar na experiência crua, a obra assume o risco de ser mais técnica do que emocional para parte do público.

Ainda assim, o reconhecimento internacional, com o prêmio máximo no Motor Sports Film Award 2025, indica que há espaço para esse tipo de narrativa. Mais do que contar uma história, “2DIE4” tenta traduzir sensações: cansaço, foco e limite.

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