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Brasileirão

Série B 2026 chega à TV aberta com a Xsports e amplia visibilidade para clubes nordestinos

Emissora transmitirá dois jogos por rodada para todo o Brasil e destaca presença de cinco equipes do Nordeste

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A Série B do Campeonato Brasileiro de 2026 ganhará um novo espaço na televisão aberta. A emissora Xsports, canal dedicado integralmente ao esporte, anunciou que transmitirá dois jogos por rodada para todo o país, sem divisão de praças, ampliando o acesso do público a uma das competições mais tradicionais e imprevisíveis do futebol nacional.

A estreia das transmissões será em 21 de março, com rodada dupla. Às 17h, o Vila Nova recebe o CRB, em Goiânia. Logo depois, às 19h15, Botafogo-SP e Fortaleza se enfrentam no interior paulista.

Novo regulamento promete Série B mais imprevisível

A edição de 2026 chega com mudanças importantes no formato de acesso, o que tende a aumentar ainda mais a competitividade do torneio.

Após as 38 rodadas da fase de pontos corridos, apenas os dois primeiros colocados garantem acesso direto à Série A de 2027. Já as equipes que terminarem entre terceiro e sexto lugar disputarão playoffs em jogos de ida e volta, definindo as duas últimas vagas na elite do futebol brasileiro.

A alteração busca manter o campeonato aberto até as rodadas finais e aumentar o nível de disputa entre os clubes que brigam pelo acesso.

Nordeste em destaque na disputa

Sem a presença de alguns dos clubes considerados entre os maiores do país, a Série B de 2026 ganha contornos ainda mais equilibrados num cenário que pode favorecer equipes com tradição e torcidas mobilizadas.

Nesse contexto, cinco clubes nordestinos aparecem como protagonistas potenciais da competição: CRB, Ceará, Fortaleza, Náutico e Sport.

Além do peso histórico dessas camisas, o envolvimento de torcidas numerosas e apaixonadas costuma transformar jogos da Série B, especialmente nos grandes clássicos do futebol brasileiro.

Estratégia de ampliar o alcance do futebol

A Xsports afirma que pretende ir além da simples transmissão das partidas. A proposta da emissora inclui pré-jogos, com entradas ao vivo diretamente dos arredores dos estádios, mostrando o ambiente das torcidas e a expectativa antes de a bola rolar.

Segundo Thiago Garcia, diretor comercial do canal, a competição representa um retrato fiel da diversidade do futebol brasileiro. “A Série B carrega história, tradição e a paixão de torcidas espalhadas por todo o país. Nosso compromisso é dar visibilidade a esses clubes e às narrativas que nascem dentro do próprio território”.

Tradição e novas narrativas

Outro elemento da cobertura será a combinação entre profissionais experientes da televisão esportiva e novos talentos da comunicação, estratégia que busca aproximar o público de uma linguagem mais dinâmica.

A emissora também promete investir em histórias humanas ligadas ao futebol, mostrando trajetórias de atletas, bastidores e a cultura das arquibancadas — elementos que fazem da Série B um campeonato marcado por superação e identidade regional.

Com a chegada da competição à sua programação, a Xsports tenta ocupar um espaço cada vez mais disputado na TV aberta: o de democratizar o acesso ao futebol e ampliar a visibilidade de campeonatos que movimentam torcidas em todo o país.

Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

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O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

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Brasileirão

Vitória empata com o Corinthians em jogo sem criatividade e expõe limitações ofensivas

Único chute a gol do jogo saiu aos 42 minutos do segundo tempo

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O Vitória ficou no 0 a 0 com o Corinthians, no Barradão, em uma partida marcada pela falta de inspiração ofensiva. Com apenas uma finalização no alvo durante os 90 minutos, o confronto expôs dificuldades claras de criação dos dois lados, especialmente do time baiano.

O primeiro tempo foi praticamente inexistente do ponto de vista técnico. Sem agressividade e com muita troca de passes sem profundidade, as equipes não conseguiram sequer acertar o gol. A saída precoce de Renato Kayzer, lesionado, reduziu ainda mais as opções ofensivas do Vitória, que perdeu sua principal referência no ataque.

Na etapa final, o Leão tentou mudar o cenário. Passou a ocupar mais o campo ofensivo, principalmente pelo lado esquerdo, mas seguiu esbarrando na falta de precisão no último passe. O Corinthians, por sua vez, só reagiu nos minutos finais, também sem conseguir transformar presença em perigo real.

A única finalização certa do jogo saiu aos 42 minutos, em chute de fora da área de Zé Vitor, defendido por Hugo Souza. No último lance, Ronald Lopes ainda teve a chance de garantir a vitória, mas desperdiçou. O empate mantém o Vitória na zona intermediária da tabela, com 14 pontos, ainda próximo da disputa por vaga em competições internacionais. Mas o desempenho deixa um alerta.

Mais do que o resultado, o que preocupa é a dificuldade de construir jogadas e transformar posse de bola em chances concretas. Em um campeonato de margens curtas, a falta de efetividade ofensiva pode custar caro. O próximo desafio é pela Copa do Brasil, contra o Flamengo, fora de casa, e tende a exigir um nível de competitividade maior e, principalmente, um ataque mais presente.

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Bahia vence o Athletico, entra no G-4 e reforça força em casa no Brasileirão

Bahia soube explorar os espaços e fez a alegria da torcida em noite de Everaldo

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O Bahia deu uma resposta clara na briga pelas primeiras posições da Série A. Em confronto direto, venceu o Athletico-PR por 3 a 0 na Fonte Nova e voltou ao G-4, com uma atuação que combinou eficiência no ataque e controle do jogo.

O resultado foi construído, principalmente, no primeiro tempo. Logo aos dois minutos, Everaldo abriu o placar após jogada bem trabalhada pelo lado direito. O Athletico até tentou reagir com mais posse de bola, mas encontrou dificuldades para transformar volume em chances claras.

Mais organizado, o Bahia soube explorar os espaços e ampliou novamente com Everaldo, que mostrou oportunismo dentro da área. O segundo gol desestabilizou o adversário e deu ao Tricolor o controle emocional da partida.

Na etapa final, o cenário se manteve. O Athletico tentou avançar, mas esbarrou na falta de criatividade e na segurança defensiva do Bahia. Sem se expor, o time baiano apostou nos contra-ataques e administrou o ritmo até o fim.

Nos acréscimos, Luciano Juba fechou o placar após jogada individual, consolidando uma vitória que também passou pela consistência coletiva.

O triunfo leva o Bahia aos 17 pontos e à terceira colocação, ultrapassando justamente o adversário da noite. Mais do que a posição na tabela, o desempenho reforça um padrão: o time tem conseguido se impor dentro de casa e competir com adversários diretos.

Ainda assim, o desafio segue sendo a regularidade. A vitória é um indicativo de evolução, mas a sequência (que inclui um duelo contra o Palmeiras) será determinante para medir até onde esse Bahia pode chegar na parte alta da tabela.

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