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Nos campeonatos

Copa do Brasil: entenda o sorteio das oitavas de final

Próxima fase promete duelos imprevisíveis e sem restrições de chaveamento

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Estão definidos os 16 classificados para as oitavas de final da Copa do Brasil 2025, e a diversidade de camisas, histórias e orçamentos promete esquentar ainda mais uma das competições mais democráticas do País. Outros clubes tradicionais como Flamengo, Palmeiras, Corinthians e Atlético-MG avançaram sem grandes sustos, mas o destaque ficou por conta das surpresas: CSA, CRB e o ousado Retrô-PE, que eliminaram gigantes do futebol nacional.

O CSA calou Porto Alegre ao despachar o Grêmio fora de casa, reforçando o peso da camisa alagoana em mata-matas recentes. Já o Retrô, projeto ousado do futebol pernambucano, derrotou o Fortaleza em pleno Castelão, nos pênaltis — repetindo o roteiro das grandes zebras. O CRB, por sua vez, venceu o Santos, escancarando o mau momento do Peixe e garantindo dois clubes de Alagoas entre os 16 melhores da competição.

Entre os favoritos, poucos tropeços

Os medalhões do futebol brasileiro confirmaram o favoritismo: o Flamengo superou o Botafogo-PB, o Palmeiras passou fácil pelo Ceará, o Atlético-MG bateu o Maringá, e o Cruzeiro despachou o Vila Nova sem dificuldades. O São Paulo, com duas vitórias tranquilas, não deu chance ao Náutico. O Fluminense, por sua vez, aplicou uma goleada imponente sobre o Aparecidense. Vasco, Athletico-PR, Botafogo, Internacional, Corinthians e Red Bull Bragantino completam a lista de classificados.

Sem potes, sem previsibilidade

Diferente de outras competições, a Copa do Brasil mantém o charme do sorteio livre: todos os 16 classificados estarão no mesmo pote, sem qualquer tipo de divisão por ranking ou desempenho anterior. Gigantes podem se enfrentar já nas oitavas, e a imprevisibilidade dá o tom.

A CBF ainda não confirmou a data do sorteio, mas já definiu as janelas dos confrontos: jogos de ida entre 29 e 31 de julho, e partidas de volta entre 5 e 7 de agosto. Todos os duelos serão em sistema de ida e volta, com disputa por pênaltis em caso de igualdade no placar agregado.

São 4 nordestinos entre os 16 classificados:

  • Atlético-MG (eliminou Tocantinópolis, Manaus e Maringá)
  • Athletico-PR (eliminou Pouso Alegre, Guarany de Bagé e Brusque)
  • Bahia (entrou na 3ª fase e eliminou o Paysandu)
  • Botafogo (entrou na 3ª fase e eliminou o Capital-DF)
  • Bragantino (eliminou Sousa, São José-RS e Criciúma)
  • Corinthians (entrou na 3ª fase e eliminou o Novorizontino)
  • Cruzeiro (entrou na 3ª fase e eliminou o Vila Nova)
  • CRB (entrou na 3ª fase e eliminou o Santos)
  • CSA (eliminou Boavista-RJ, Tuna Luso e Grêmio)
  • Flamengo (entrou na 3ª fase e eliminou o Botafogo-PB)
  • Fluminense (eliminou Águia de Marabá, Caxias e Aparecidense)
  • Internacional (entrou na 3ª fase e eliminou o Maracanã)
  • Palmeiras (entrou na 3ª fase e eliminou o Ceará)
  • Retrô (eliminou Jequié, Atlético-GO e Fortaleza)
  • São Paulo (entrou na 3ª fase e eliminou o Náutico)
  • Vasco (eliminou União Rondonópolis, Nova Iguaçu e Operário-PR)

Negócios

Bahia anuncia investimento recorde no esporte e amplia alcance social em 2026

Como os R$ 119 milhões podem impactar atletas, projetos sociais e a base esportiva do estado?

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O esporte baiano entra em 2026 com um novo patamar de investimento público. O Governo do Estado anunciou um aporte de R$ 119 milhões, o maior da história local, com foco que vai da iniciação esportiva ao alto rendimento, passando por inclusão social e lazer comunitário.

O pacote reúne programas já consolidados, como o FazAtleta e o Bolsa Esporte, além de editais e competições que ampliam o alcance das políticas públicas. A proposta é clara: fortalecer o esporte como ferramenta de formação, mas também como estratégia de redução de desigualdades e geração de oportunidades.

Entre as ações, estão previstas mais de 150 copas de futebol em diferentes municípios, competições tradicionais como a Copa 2 de Julho e investimentos em modalidades diversas, incluindo o futsal e o futebol feminino. Há ainda espaço para iniciativas culturais, como editais voltados à dança, e eventos que valorizam a identidade local, como os Jogos Indígenas.

O discurso oficial reforça o papel do Estado como agente estruturante, capaz de garantir condições mínimas para que talentos se desenvolvam. Na prática, isso se traduz em apoio financeiro, logística para competições e manutenção de projetos sociais que atendem desde crianças até atletas de alto rendimento.

Os impactos aparecem em diferentes níveis. Atletas experientes destacam o suporte como decisivo para alcançar resultados internacionais. Já na base, o investimento representa continuidade — um fator muitas vezes determinante para que jovens não abandonem o esporte.

Mas o avanço também traz desafios. Ampliar recursos exige melhorar a gestão, garantir transparência e medir resultados de forma consistente. O volume financeiro, por si só, não assegura transformação se não vier acompanhado de acompanhamento técnico e avaliação de impacto.

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Nos campeonatos

Beach soccer ocupa a Boca do Rio e reforça espaço para base e feminino em Salvador

3ª etapa da Copa Metropolitana reúne oito equipes e movimenta a orla com jogos sub-20 e femininos

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A orla da Boca do Rio, em Salvador, volta a ser palco do beach soccer neste fim de semana com a 3ª etapa da Copa Metropolitana 2026. A competição reúne oito equipes divididas entre as categorias sub-20 masculino e feminino, com jogos no sábado (fase de grupos) e decisões no domingo.

No masculino, participam Os Porradas, Real Maloca, EC Aldeia e Os Primos. Já no feminino, a disputa reúne Resiliência, Vortex, Alfa FC e As Minas Futebol Capelão. As partidas começam a partir das 9h30, no Complexo Esportivo da região.

Mais do que a disputa por títulos, o torneio evidencia um movimento importante: a ocupação dos espaços públicos pelo esporte de base e pela participação feminina. Em um cenário onde o futebol de areia historicamente ganha visibilidade pelas seleções e atletas de elite, competições como essa ajudam a sustentar a base da modalidade.

Com apoio com da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), a Copa Metropolitana se consolida como um circuito de formação e visibilidade. A presença de equipes femininas no mesmo ambiente competitivo também aponta para uma mudança gradual de cultura, ainda necessária no esporte.

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Nos campeonatos

Delegação baiana disputa Brasileiro Regional de Judô com 131 atletas

Delegação viaja a Minas Gerais em busca de classificação e consolidação técnica da modalidade no estado

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A Bahia inicia mais um capítulo na formação de seus atletas de alto rendimento. Com uma delegação de 131 judocas, o estado disputa, entre os dias 26 e 29, o Campeonato Brasileiro Regional – Região III, em Betim, em Minas Gerais, competição que serve como porta de entrada para a fase final nacional.

Representando diferentes categorias, do sub-13 ao sênior, os atletas baianos chegam ao torneio após um início de temporada marcado por competições locais de alto nível, que funcionaram como base seletiva. O movimento reforça uma estratégia clara: fortalecer o judô desde a base até o alto rendimento.

A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Judô, reúne ainda atletas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, o que eleva o nível técnico e amplia o desafio para os representantes baianos.

Mais do que os resultados, o contexto chama atenção. A presença de uma delegação numerosa evidencia o crescimento da modalidade no estado, mas também escancara a importância do suporte estrutural. O transporte dos atletas, viabilizado pela SUDESB – Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, foi determinante para garantir a participação de competidores da capital e do interior.

Esse ponto ajuda a entender o estágio atual do judô baiano. Há evolução técnica e volume de atletas, mas o avanço competitivo ainda passa diretamente por políticas de incentivo e investimento contínuo.

O retrospecto recente reforça esse cenário. Em 2025, a Bahia sediou a mesma competição, em Simões Filho, reunindo mais de 500 atletas, um indicativo de que o estado também se consolida como espaço relevante no calendário nacional da modalidade. Agora, fora de casa, o desafio é transformar esse crescimento em resultados concretos.

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