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Nos campos

Bahia e Vitória com ampla vantagem nas semifinais do Baianão Feminino

Goleadas nos jogos de ida deixam dupla BaVi a um passo da decisão

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As Mulheres de Aço e as Leoas estão a um passo da final após goleadas expressivas nas partidas de ida. Os jogos decisivos do Baianão Feminino 2024 vão ser disputados neste domingo (27), e Bahia e Vitória chegam com grande vantagem para garantir suas vagas na final.

No Estádio Galdino Leite, o Vitória venceu o Atlético por 4 a 1, o que permite ao Rubro-Negro perder por até dois gols de diferença no jogo de volta, no CT Manoel Barradas. O Carcará precisa de uma vitória histórica para reverter o placar: ganhar por quatro gols de diferença ou levar a decisão para os pênaltis com uma vitória por três gols.

O Bahia, por sua vez, não deu chances ao FSA e aplicou uma goleada por 8 a 0 no Estádio Francisco Gonçalves, em São Gonçalo dos Campos. No CT Evaristo de Macedo, as Tricolores podem perder por até sete gols de diferença e ainda assim avançam. Para o time de Feira de Santana, a missão é quase impossível: vencer por nove gols ou levar a disputa aos pênaltis vencendo por uma diferença de oito gols.

Bahia e Vitória tiveram as meljores campanhas da primeira fase. A dupla BaVi marcou, ao todo, 177 gols em oito rodadas. As Leoas marcaram 83 gols marcados e sofreram apenas dois, enquanto as Mulheres de Aço marcaram 94 gols e sofreram apenas um.

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Arena Oásis é inaugurada em Cajazeiras e Salvador chega a 99 campos sintéticos de futebol

Nova estrutura inaugurada pela Prefeitura promove lazer, formação esportiva e ocupação comunitária

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O bairro de Cajazeiras V ganhou mais um espaço voltado ao esporte e à convivência comunitária. Inaugurada nesta sexta-feira (22), a Arena Oásis se tornou o 99º campo com grama sintética entregue pela Prefeitura de Salvador. O equipamento recebeu investimento de R$ 1,2 milhão e passa a integrar a política municipal que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social em áreas periféricas da capital.

A nova arena conta com gramado sintético, alambrados, rede de proteção, arquibancada, muretas e vestiário. A proposta da gestão municipal é transformar o espaço em ponto de encontro para torneios, projetos sociais e atividades esportivas voltadas principalmente para crianças e adolescentes da comunidade.

O antigo cenário do campo contrastava com a nova estrutura. Antes da reforma, o local acumulava lama, buracos e falta de segurança, dificultando a prática esportiva, especialmente em períodos de chuva. Para moradores da região, a mudança representa mais do que uma melhoria urbana.

Há 20 anos vivendo na comunidade, o entregador Bruno Souza afirmou que o espaço pode abrir caminhos para iniciativas sociais no bairro. “Antes, era um campo de puro barro, inclusive, ao redor também era tudo lama e não tinha nenhuma estrutura, nem alambrado. Quem caía se machucava bastante”, relata.

O crescimento do número de arenas com grama sintética em Salvador revela uma estratégia cada vez mais presente nas políticas públicas municipais: ocupar espaços urbanos através do esporte. A gestão defende que equipamentos desse tipo ajudam a afastar jovens da violência e fortalecem os vínculos comunitários em áreas historicamente marcadas pela ausência de investimentos em lazer.

Ao mesmo tempo, o avanço dessas estruturas também levanta um debate importante sobre a necessidade de manutenção contínua, oferta de projetos permanentes e acesso democrático aos espaços. Sem atividades organizadas e acompanhamento social, muitos equipamentos esportivos acabam funcionando apenas de forma pontual.

Com a Arena Oásis, Salvador se aproxima da marca de 100 campos sintéticos inaugurados, consolidando o esporte como uma das principais ferramentas de ocupação social da cidade.

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Habilidades do poker podem ajudar Neymar em campo na Copa do Mundo

Entenda como o camisa 10 pode lidar melhor com decisões, tensão e controle emocional no Mundial de 2026

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A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 recolocou em debate não apenas o desempenho técnico do camisa 10, mas também sua capacidade de lidar com a pressão de mais uma tentativa de conduzir o Brasil ao hexacampeonato. E, curiosamente, parte dessa discussão passa longe dos gramados: chega às mesas de poker.

Apaixonado pelo jogo há mais de uma década, o atacante do Santos desenvolveu uma relação intensa com o poker, participando de torneios presenciais e online. A análise não trata da qualidade técnica de Neymar em campo, mas do impacto psicológico que experiências de pressão, risco e tomada de decisão podem gerar em atletas acostumados a competir em cenários extremos.

Para o treinador mental Marcelo Müller, o poker funciona como uma espécie de laboratório emocional. Segundo ele, situações de tensão vividas nas mesas ajudam a responder melhor em ambientes de cobrança intensa, como uma Copa do Mundo. “Se o Neymar experimenta a tensão no poker e consegue executar o seu jogo, ele está, na prática, treinando o próprio cérebro para lidar com a pressão em outros ambientes”, explica.

A lógica é simples: quanto maior a exposição a momentos decisivos, maior tende a ser a adaptação mental do atleta. Em outras palavras, aprender a controlar ansiedade, impulsividade e frustração em um jogo estratégico pode refletir diretamente na postura dentro de campo.

A psicóloga Bárbara Rossi segue linha parecida. Ela destaca que tanto o futebol quanto o poker exigem do cérebro uma combinação constante entre percepção espacial, raciocínio rápido, controle emocional e tomada de decisão sob pressão. “Isso estimula especialmente o córtex pré-frontal, região responsável pelo planejamento, controle dos impulsos, raciocínio lógico e clareza mental”, diz.

Segundo a especialista, o jogo ajuda a desenvolver competências importantes para atletas de elite, como foco, paciência, tolerância à frustração e recuperação emocional após erros. Elementos que fazem diferença em partidas grandes, principalmente para jogadores que carregam enorme responsabilidade coletiva, como Neymar.

O debate também ajuda a ampliar a visão sobre o futebol moderno. Cada vez mais, o desempenho esportivo ultrapassa a questão física ou tática e mergulha no aspecto mental. Em uma Seleção que tenta reconstruir sua identidade após anos de instabilidade, equilíbrio emocional pode ser tão decisivo quanto talento.

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Nos campos

Vitória supera tensão, aproveita expulsões e avança à semifinal da Copa do Nordeste

Renato Kayzer volta após lesão, decide no Barradão e recoloca o Leão entre os favoritos do torneio

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O Vitória sofreu mais do que o esperado, mas confirmou a classificação para a semifinal da Copa do Nordeste ao vencer o Ceará por 1 a 0, no Barradão. Em uma partida marcada por tensão, expulsões e desperdício de chances, o retorno decisivo de Renato Kayzer acabou sendo o detalhe que desequilibrou o confronto.

O resultado recoloca o Vitória em um momento importante da temporada. Depois de oscilar no Campeonato Brasileiro, o time de Jair Ventura encontrou na competição regional uma oportunidade de reafirmar competitividade e reconstruir confiança diante da torcida.

O jogo, no entanto, esteve longe de ser tranquilo. Mesmo com um jogador a mais desde os 34 minutos do primeiro tempo, após expulsão de Luizão, o Rubro-Negro encontrou dificuldades para transformar superioridade numérica em controle efetivo da partida.

O Ceará, mesmo pressionado, mostrou organização defensiva e ainda criou situações perigosas, especialmente em bolas paradas. O Vitória teve volume ofensivo, mas repetiu um problema que vem acompanhando a equipe em alguns momentos da temporada: a dificuldade de transformar domínio em eficiência.

Na segunda etapa, o cenário parecia caminhar para um empate nervoso até a entrada de Renato Kayzer. Recuperado de lesão muscular, o atacante precisou de poucos minutos para mostrar sua importância no elenco. Aproveitou bola parada e marcou o gol que definiu a classificação rubro-negra.

Mesmo após ficar com dois jogadores a menos, o Ceará ainda conseguiu assustar nos minutos finais, obrigando Lucas Arcanjo a fazer defesas importantes. O susto serviu como alerta para um Vitória que controlou o jogo em posse e território, mas ainda mostrou dificuldade para “matar” a partida.

Agora, o Vitória encara o ABC nas semifinais. E, apesar das oscilações, a noite no Barradão deixou uma sensação clara: quando consegue aliar intensidade, apoio da torcida e eficiência ofensiva, o time volta a parecer competitivo em jogos grandes.

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