A Puma e o Esporte Clube Bahia apresentaram um uniforme especial criado em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products inspirado em Superman, novo filme da DC Studios. Produzido em quantidade limitada, o lançamento é histórico: é a primeira camisa oficial de um time brasileiro com referência direta a um super-herói.
Os jogadores do clube entram em campo com o novo manto no jogo contra o Atlético-MG pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro do dia 12 de julho, data em que os consumidores também já poderão encontrar o produto à venda. O uniforme chega simultaneamente à estreia de Superman, dirigido por James Gunn, nos cinemas de todo Brasil a partir de 10 de julho, com distribuição da Warner Bros. Pictures.
Pioneirismo e identidade
A collab entre Puma, Bahia e Warner Bros estreita os laços entre futebol e cultura pop. “Acreditamos que o torcedor do Bahia vai se surpreender com essa camisa, que une história, emoção e criatividade. Essa colaboração é uma celebração da coragem e da força, valores que fazem parte tanto da história do Superman quanto da identidade do Bahia e da PUMA”, afirma Luciana Soares, diretora de marketing da PUMA Brasil.
O Bahia reforça seu perfil inovador ao protagonizar esse marco. O Bahia é o único clube do Brasil com um mascote inspirado em um super-herói. Nada mais natural do que essa parceria acontecer, ainda mais em um momento em que o tricolor está construindo uma nova história com a Puma, destaca Rafael Soares, Diretor de Marketing e Negócios do Esporte Clube Bahia SAF.
“Estrear uma camisa como essa em campo é motivo de orgulho e mostra o quanto o futebol pode ir além das quatro linhas”
Fotos: Divulgação
Novo uniforme
A nova camisa apresenta frente e mangas azul royal e costas em vermelho, com gola em V – azul na frente e vermelha atrás. O recorte nos ombros remete à capa do Superman, criando um efeito visual marcante. O escudo do Bahia e o logo da PUMA aparecem em TPU texturizado metálico prateado, com acabamento que remete ao aço, reforçando a simbologia do herói.
No centro do peito, o icônico escudo de Superman aparece em vermelho e amarelo entre o escudo do clube e o logo da PUMA. Ao fundo, a imagem do globo terrestre se estende de uma cava à outra, simbolizando o alcance global do personagem.
Nas costas, a assinatura traz o logo da DC Studios posicionado abaixo da gola. Os números dos jogadores são amarelos. O uniforme fica completo com shorts azuis (também com escudo e PUMA prateados) e meiões vermelhos.
A nova camisa do Bahia é apresentada em versão única, com características semelhantes ao modelo “Jogador”, oferecendo alto nível de acabamento e performance. O uniforme conta ainda com a tecnologia dryCELL da PUMA, que garante absorção de umidade e conforto durante o uso.
Disponível a partir de 12 de julho, nos modelos infantil (tamanhos 10 ao 16, por R$ 399,99) e adulto (tamanhos P ao 2GG, por R$ 429,99) nas lojas oficiais do Bahia e no site da Puma.
O Vitória voltou a esbarrar em um problema recorrente no Brasileirão: a dificuldade de sustentar resultados longe de Salvador. Na Arena da Baixada, o time baiano até saiu na frente, mas sofreu a virada e perdeu por 3 a 1 para o Athletico-PR, em um jogo decidido nos acréscimos.
O início foi equilibrado, com chances para os dois lados. Mais atento, o Vitória aproveitou um erro na saída de bola e abriu o placar com Renê, em jogada construída com rapidez e precisão. A vantagem, porém, durou pouco. O Athletico aumentou a pressão e empatou ainda no primeiro tempo, com Viveros em cobrança de pênalti.
Na etapa final, o confronto seguiu aberto, com alternância de momentos e boas intervenções do goleiro Lucas Arcanjo, que evitou a virada em mais de uma ocasião. O Vitória, por sua vez, teve dificuldade para transformar suas saídas em contra-ataques efetivos, optando por se fechar na reta final.
A estratégia, no entanto, não resistiu ao volume do adversário. Já nos acréscimos, o Athletico encontrou o gol da virada em bola disputada dentro da área com Viveros novamente. Pouco depois, Luiz Gustavo ampliou o placar e deu números finais ao jogo.
O resultado mantém o Vitória com 15 pontos, na parte intermediária da tabela, mas reforça um alerta: o time ainda não venceu como visitante na competição.
O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.
A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.
A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.
O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.
O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.
Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.
O Vitória ficou no 0 a 0 com o Corinthians, no Barradão, em uma partida marcada pela falta de inspiração ofensiva. Com apenas uma finalização no alvo durante os 90 minutos, o confronto expôs dificuldades claras de criação dos dois lados, especialmente do time baiano.
O primeiro tempo foi praticamente inexistente do ponto de vista técnico. Sem agressividade e com muita troca de passes sem profundidade, as equipes não conseguiram sequer acertar o gol. A saída precoce de Renato Kayzer, lesionado, reduziu ainda mais as opções ofensivas do Vitória, que perdeu sua principal referência no ataque.
Na etapa final, o Leão tentou mudar o cenário. Passou a ocupar mais o campo ofensivo, principalmente pelo lado esquerdo, mas seguiu esbarrando na falta de precisão no último passe. O Corinthians, por sua vez, só reagiu nos minutos finais, também sem conseguir transformar presença em perigo real.
A única finalização certa do jogo saiu aos 42 minutos, em chute de fora da área de Zé Vitor, defendido por Hugo Souza. No último lance, Ronald Lopes ainda teve a chance de garantir a vitória, mas desperdiçou. O empate mantém o Vitória na zona intermediária da tabela, com 14 pontos, ainda próximo da disputa por vaga em competições internacionais. Mas o desempenho deixa um alerta.
Mais do que o resultado, o que preocupa é a dificuldade de construir jogadas e transformar posse de bola em chances concretas. Em um campeonato de margens curtas, a falta de efetividade ofensiva pode custar caro. O próximo desafio é pela Copa do Brasil, contra o Flamengo, fora de casa, e tende a exigir um nível de competitividade maior e, principalmente, um ataque mais presente.