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Nos campeonatos

Nova geração baiana mira o pódio no Brasileiro de Vôlei de Praia Sub-19

Com destaque para gêmeas de Vitória da Conquista e talentos convocados pela Seleção, Bahia aposta na força da base em Brasília

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Os novos talentos do vôlei de praia baiano desembarcaram em Brasília com fome de rede e sede de medalha. Até a próxima sexta-feira (25), a capital federal será palco de duas grandes competições nacionais: o Campeonato Brasileiro de Vôlei de Praia (CBVP) Sub-19 e a 3ª Etapa do CBVP Open. A delegação da Bahia, recheada de jovens talentos e esperança, já é vista como uma das mais promissoras do evento.

O principal destaque entre os baianos atende em dobro: as irmãs gêmeas Maria Antônia e Maria Fernanda Aguiar, de apenas 15 anos, naturais de Vitória da Conquista. Convocadas para as seleções brasileiras sub-17 e sub-19, as atletas são tratadas como grande aposta para subir ao pódio. Em fevereiro, elas conquistaram o terceiro lugar no Brasileiro da modalidade em Navegantes (SC), e agora voltam à quadra com ainda mais rodagem e confiança.

“Elas começaram cedo, com 13, 14 anos, e hoje já representam o Brasil. Isso só foi possível pelo apoio constante da Federação Baiana de Voleibol (FBV) e da Sudesb”, destaca o técnico Estácio Marcos, um dos responsáveis pela preparação da equipe baiana.

No total, oito atletas da Bahia foram contemplados com passagens aéreas pela Sudesb (Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia), uma iniciativa que vem permitindo a inserção competitiva desses jovens em torneios de alto nível. Entre eles estão nomes como Sidney Sousa, Suane Lima, João Vitor Ribeiro, Lunna Girardi e Fernando Gabriel Silva.

Outro nome que chama atenção é Joaquim, atleta da Seleção Brasileira que vem disputando campeonatos mundiais nas categorias sub-17 e sub-19. Mas ele não está sozinho: João Pedro, seu parceiro recente de pódio, também desponta como revelação no cenário nacional. “A expectativa é a melhor possível. (…) A base está funcionando, e esse é o resultado de investimento, continuidade e olho no futuro”, analisa Estácio.

Negócios

Bahia anuncia investimento recorde no esporte e amplia alcance social em 2026

Como os R$ 119 milhões podem impactar atletas, projetos sociais e a base esportiva do estado?

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O esporte baiano entra em 2026 com um novo patamar de investimento público. O Governo do Estado anunciou um aporte de R$ 119 milhões, o maior da história local, com foco que vai da iniciação esportiva ao alto rendimento, passando por inclusão social e lazer comunitário.

O pacote reúne programas já consolidados, como o FazAtleta e o Bolsa Esporte, além de editais e competições que ampliam o alcance das políticas públicas. A proposta é clara: fortalecer o esporte como ferramenta de formação, mas também como estratégia de redução de desigualdades e geração de oportunidades.

Entre as ações, estão previstas mais de 150 copas de futebol em diferentes municípios, competições tradicionais como a Copa 2 de Julho e investimentos em modalidades diversas, incluindo o futsal e o futebol feminino. Há ainda espaço para iniciativas culturais, como editais voltados à dança, e eventos que valorizam a identidade local, como os Jogos Indígenas.

O discurso oficial reforça o papel do Estado como agente estruturante, capaz de garantir condições mínimas para que talentos se desenvolvam. Na prática, isso se traduz em apoio financeiro, logística para competições e manutenção de projetos sociais que atendem desde crianças até atletas de alto rendimento.

Os impactos aparecem em diferentes níveis. Atletas experientes destacam o suporte como decisivo para alcançar resultados internacionais. Já na base, o investimento representa continuidade — um fator muitas vezes determinante para que jovens não abandonem o esporte.

Mas o avanço também traz desafios. Ampliar recursos exige melhorar a gestão, garantir transparência e medir resultados de forma consistente. O volume financeiro, por si só, não assegura transformação se não vier acompanhado de acompanhamento técnico e avaliação de impacto.

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Nos campeonatos

Beach soccer ocupa a Boca do Rio e reforça espaço para base e feminino em Salvador

3ª etapa da Copa Metropolitana reúne oito equipes e movimenta a orla com jogos sub-20 e femininos

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A orla da Boca do Rio, em Salvador, volta a ser palco do beach soccer neste fim de semana com a 3ª etapa da Copa Metropolitana 2026. A competição reúne oito equipes divididas entre as categorias sub-20 masculino e feminino, com jogos no sábado (fase de grupos) e decisões no domingo.

No masculino, participam Os Porradas, Real Maloca, EC Aldeia e Os Primos. Já no feminino, a disputa reúne Resiliência, Vortex, Alfa FC e As Minas Futebol Capelão. As partidas começam a partir das 9h30, no Complexo Esportivo da região.

Mais do que a disputa por títulos, o torneio evidencia um movimento importante: a ocupação dos espaços públicos pelo esporte de base e pela participação feminina. Em um cenário onde o futebol de areia historicamente ganha visibilidade pelas seleções e atletas de elite, competições como essa ajudam a sustentar a base da modalidade.

Com apoio com da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), a Copa Metropolitana se consolida como um circuito de formação e visibilidade. A presença de equipes femininas no mesmo ambiente competitivo também aponta para uma mudança gradual de cultura, ainda necessária no esporte.

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Nos campeonatos

Delegação baiana disputa Brasileiro Regional de Judô com 131 atletas

Delegação viaja a Minas Gerais em busca de classificação e consolidação técnica da modalidade no estado

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A Bahia inicia mais um capítulo na formação de seus atletas de alto rendimento. Com uma delegação de 131 judocas, o estado disputa, entre os dias 26 e 29, o Campeonato Brasileiro Regional – Região III, em Betim, em Minas Gerais, competição que serve como porta de entrada para a fase final nacional.

Representando diferentes categorias, do sub-13 ao sênior, os atletas baianos chegam ao torneio após um início de temporada marcado por competições locais de alto nível, que funcionaram como base seletiva. O movimento reforça uma estratégia clara: fortalecer o judô desde a base até o alto rendimento.

A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Judô, reúne ainda atletas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, o que eleva o nível técnico e amplia o desafio para os representantes baianos.

Mais do que os resultados, o contexto chama atenção. A presença de uma delegação numerosa evidencia o crescimento da modalidade no estado, mas também escancara a importância do suporte estrutural. O transporte dos atletas, viabilizado pela SUDESB – Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, foi determinante para garantir a participação de competidores da capital e do interior.

Esse ponto ajuda a entender o estágio atual do judô baiano. Há evolução técnica e volume de atletas, mas o avanço competitivo ainda passa diretamente por políticas de incentivo e investimento contínuo.

O retrospecto recente reforça esse cenário. Em 2025, a Bahia sediou a mesma competição, em Simões Filho, reunindo mais de 500 atletas, um indicativo de que o estado também se consolida como espaço relevante no calendário nacional da modalidade. Agora, fora de casa, o desafio é transformar esse crescimento em resultados concretos.

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