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Nos campeonatos

Vila Hípica Verona participa do Circuito Norte e Nordeste de Hipismo

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Vila Hípica Verona (VHV) inicia a temporada 2025 com presença confirmada no concurso nacional da 1ª Etapa do Circuito Norte e Nordeste de Hipismo, que acontecerá de 13 a 16 de fevereiro, no Centro Hípico de Maceió. O evento marca a abertura do ranking do circuito e reunirá diversas atletas da VHV, além de sete federações estaduais em disputas de alto nível técnico. No ano passado, as atletas da Vila Hípica Verona dominaram o pódio e a expectativa é repetir o feito nesta edição.

A equipe será representada por Paula Solano – campeã baiana de Hipismo e sócia da VHV -, Beatriz Garcez (campeã do ranking 2024, estreando em nova categoria), Alice Lujan e Melissa Godinho (vice-campeãs do ranking 2024, estreando em nova categoria), Maitê (5ª colocada do ranking 2024, estreando em nova categoria) e Catarina Batista, nova integrante da VHV, que fará sua estreia na competição.

“Mais do que uma competição, o Circuito NNE é um pilar essencial para o desenvolvimento do hipismo no Brasil, impulsionando talentos e fortalecendo o esporte na região. Os prêmios acumulados ao longo de 2024 pelos atletas da VHV mostram a força e dedicação do nosso time, e essas vitórias nos impulsionam a buscar ainda mais em 2025”, conta Paula Solano. A VHV encerrou 2024 com um total de mais de 330 prêmios – sendo 171 entre ouro, prata e bronze – em 17 provas.

Na próxima semana, a equipe entrará em ação novamente na 1ª Etapa do Ranking Baiano, onde também brilhou na última temporada. E, em março, vai encarar mais um grande desafio na 2ª Etapa do Circuito Norte e Nordeste, que será realizada em Recife.

Negócios

Bahia anuncia investimento recorde no esporte e amplia alcance social em 2026

Como os R$ 119 milhões podem impactar atletas, projetos sociais e a base esportiva do estado?

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O esporte baiano entra em 2026 com um novo patamar de investimento público. O Governo do Estado anunciou um aporte de R$ 119 milhões, o maior da história local, com foco que vai da iniciação esportiva ao alto rendimento, passando por inclusão social e lazer comunitário.

O pacote reúne programas já consolidados, como o FazAtleta e o Bolsa Esporte, além de editais e competições que ampliam o alcance das políticas públicas. A proposta é clara: fortalecer o esporte como ferramenta de formação, mas também como estratégia de redução de desigualdades e geração de oportunidades.

Entre as ações, estão previstas mais de 150 copas de futebol em diferentes municípios, competições tradicionais como a Copa 2 de Julho e investimentos em modalidades diversas, incluindo o futsal e o futebol feminino. Há ainda espaço para iniciativas culturais, como editais voltados à dança, e eventos que valorizam a identidade local, como os Jogos Indígenas.

O discurso oficial reforça o papel do Estado como agente estruturante, capaz de garantir condições mínimas para que talentos se desenvolvam. Na prática, isso se traduz em apoio financeiro, logística para competições e manutenção de projetos sociais que atendem desde crianças até atletas de alto rendimento.

Os impactos aparecem em diferentes níveis. Atletas experientes destacam o suporte como decisivo para alcançar resultados internacionais. Já na base, o investimento representa continuidade — um fator muitas vezes determinante para que jovens não abandonem o esporte.

Mas o avanço também traz desafios. Ampliar recursos exige melhorar a gestão, garantir transparência e medir resultados de forma consistente. O volume financeiro, por si só, não assegura transformação se não vier acompanhado de acompanhamento técnico e avaliação de impacto.

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Nos campeonatos

Beach soccer ocupa a Boca do Rio e reforça espaço para base e feminino em Salvador

3ª etapa da Copa Metropolitana reúne oito equipes e movimenta a orla com jogos sub-20 e femininos

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A orla da Boca do Rio, em Salvador, volta a ser palco do beach soccer neste fim de semana com a 3ª etapa da Copa Metropolitana 2026. A competição reúne oito equipes divididas entre as categorias sub-20 masculino e feminino, com jogos no sábado (fase de grupos) e decisões no domingo.

No masculino, participam Os Porradas, Real Maloca, EC Aldeia e Os Primos. Já no feminino, a disputa reúne Resiliência, Vortex, Alfa FC e As Minas Futebol Capelão. As partidas começam a partir das 9h30, no Complexo Esportivo da região.

Mais do que a disputa por títulos, o torneio evidencia um movimento importante: a ocupação dos espaços públicos pelo esporte de base e pela participação feminina. Em um cenário onde o futebol de areia historicamente ganha visibilidade pelas seleções e atletas de elite, competições como essa ajudam a sustentar a base da modalidade.

Com apoio com da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), a Copa Metropolitana se consolida como um circuito de formação e visibilidade. A presença de equipes femininas no mesmo ambiente competitivo também aponta para uma mudança gradual de cultura, ainda necessária no esporte.

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Nos campeonatos

Delegação baiana disputa Brasileiro Regional de Judô com 131 atletas

Delegação viaja a Minas Gerais em busca de classificação e consolidação técnica da modalidade no estado

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A Bahia inicia mais um capítulo na formação de seus atletas de alto rendimento. Com uma delegação de 131 judocas, o estado disputa, entre os dias 26 e 29, o Campeonato Brasileiro Regional – Região III, em Betim, em Minas Gerais, competição que serve como porta de entrada para a fase final nacional.

Representando diferentes categorias, do sub-13 ao sênior, os atletas baianos chegam ao torneio após um início de temporada marcado por competições locais de alto nível, que funcionaram como base seletiva. O movimento reforça uma estratégia clara: fortalecer o judô desde a base até o alto rendimento.

A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Judô, reúne ainda atletas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, o que eleva o nível técnico e amplia o desafio para os representantes baianos.

Mais do que os resultados, o contexto chama atenção. A presença de uma delegação numerosa evidencia o crescimento da modalidade no estado, mas também escancara a importância do suporte estrutural. O transporte dos atletas, viabilizado pela SUDESB – Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, foi determinante para garantir a participação de competidores da capital e do interior.

Esse ponto ajuda a entender o estágio atual do judô baiano. Há evolução técnica e volume de atletas, mas o avanço competitivo ainda passa diretamente por políticas de incentivo e investimento contínuo.

O retrospecto recente reforça esse cenário. Em 2025, a Bahia sediou a mesma competição, em Simões Filho, reunindo mais de 500 atletas, um indicativo de que o estado também se consolida como espaço relevante no calendário nacional da modalidade. Agora, fora de casa, o desafio é transformar esse crescimento em resultados concretos.

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