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Nos campos

Cristiano Ronaldo renova com Al-Nassr até 2027 e mira marca de mil gols

Craque português estende vínculo com clube saudita e segue em busca de feito histórico

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O atacante português Cristiano Ronaldo continua escrevendo sua trajetória longe da Europa. Aos 40 anos, ele acertou a renovação de contrato com o Al-Nassr até 2027, encerrando especulações sobre uma possível despedida. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (26) pelo clube saudita, encerrando um breve período de incertezas que seguiu o fim da temporada e uma mensagem ambígua publicada por CR7 em maio: “Este capítulo acabou. A história? Ainda está sendo escrita.”

A permanência do camisa 7 atende a um desejo da diretoria, liderada por Fernando Hierro, e reforça o projeto esportivo ambicioso que levou o astro ao país em 2023. Desde então, Cristiano disputou 111 partidas, marcou 99 gols e deu 19 assistências, números expressivos mesmo sem títulos conquistados até aqui. A renovação prolonga sua carreira no futebol saudita até os 42 anos, mantendo vivo o objetivo pessoal de alcançar a marca dos mil gols oficiais — ele já soma 938.

Qual o impacto da renovação de Cristiano Ronaldo com o Al-Nassr?

A permanência de Cristiano simboliza a continuidade de uma nova fase do futebol global, em que grandes nomes migram para centros emergentes em busca de protagonismo, longe dos holofotes tradicionais da Europa. Mesmo sem conquistas coletivas, CR7 se mantém como a principal referência técnica e midiática do futebol saudita.

A renovação também representa uma aposta do Al-Nassr em resultados de longo prazo, dentro e fora de campo. A expectativa é de que, com Cristiano como ícone, o clube siga atraindo audiência internacional, patrocinadores e talentos — e que o projeto finalmente se traduza em títulos. Até lá, o craque português segue desafiando o tempo, cada vez mais próximo de uma marca reservada a lendas.

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Prefeitura entrega arena esportiva com gramado sintético e amplia opções de lazer em Cajazeiras

Equipamentos esportivos transformam realidades, mas como garantir que o impacto vá além da entrega?

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A entrega de mais uma arena esportiva em Salvador, desta vez em Jaguaripe I, no bairro de Cajazeiras, amplia o acesso ao esporte em uma região historicamente carente de infraestrutura. O espaço, que antes era um campo de chão batido, foi requalificado com gramado sintético, iluminação em LED e alambrado, passando a integrar a rede de equipamentos públicos voltados ao lazer e à prática esportiva na capital.

Com investimento superior a R$ 500 mil, a nova estrutura leva Salvador à marca de 98 arenas implantadas, reforçando uma política de expansão desses espaços nas periferias. A proposta é clara: criar ambientes que incentivem a prática esportiva e ofereçam alternativas de convivência para crianças, jovens e adultos.

Na prática, o impacto vai além da obra física. O campo já era utilizado pela comunidade, mesmo sem estrutura adequada, o que evidencia uma demanda antiga por espaços organizados. Agora, com melhores condições, a tendência é de ampliação das atividades, incluindo projetos locais como escolinhas de futebol, que funcionam como porta de entrada para o esporte e para a socialização.

Mas a entrega de equipamentos também levanta uma questão recorrente: como garantir a manutenção e o uso contínuo desses espaços? Em muitas comunidades, o desafio não está apenas na construção, mas na gestão, conservação e integração com projetos sociais permanentes.

A fala de moradores reforça esse contraste. Antes improvisado e mantido pela própria comunidade, o campo sempre teve vida. A nova arena qualifica essa experiência, mas também exige organização para que não se torne apenas mais uma obra entregue sem acompanhamento a longo prazo.

A previsão de novas arenas e até de uma escola municipal na região aponta para uma tentativa de integração entre esporte e educação. Se bem articulada, essa combinação pode ampliar o alcance social da iniciativa.

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Álbum da Copa 2026 chega às lotéricas e amplia acesso, mas impõe restrições ao público jovem

Venda nas unidades da CAIXA facilita distribuição, mas levanta debate sobre acesso de crianças e adolescentes

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A corrida pelas figurinhas da Copa do Mundo de 2026 começa antes mesmo de a bola rolar — e, desta vez, com um novo ponto de distribuição. A rede de lotéricas da CAIXA passa a vender oficialmente o álbum e os pacotes de cromos a partir de 30 de abril, ampliando o alcance do produto em todo o país.

Com cerca de 13 mil unidades espalhadas por mais de 95% dos municípios brasileiros, a inclusão das lotéricas na venda fortalece a capilaridade e aproxima o produto de públicos que nem sempre têm acesso fácil a bancas ou livrarias. Para o torcedor baiano, especialmente no interior, a novidade tende a facilitar o acesso e reforçar um hábito cultural que atravessa gerações.

O modelo segue o padrão das últimas edições: cada pacote com sete figurinhas custa R$ 7, enquanto o álbum sai por R$ 24,90. Ao todo, são 980 cromos, sendo 68 especiais — um número que mantém o desafio de completar a coleção e, ao mesmo tempo, sustenta o alto custo final para os colecionadores.

Mas a novidade chega acompanhada de uma limitação importante. Por exigência do Estatuto da Criança e do Adolescente, a venda nas lotéricas será restrita a maiores de 18 anos. Na prática, isso cria um paradoxo: um produto historicamente associado ao público infantil passa a ter barreiras justamente em um dos canais mais acessíveis do país.

O movimento revela dois caminhos. De um lado, a ampliação da distribuição fortalece o mercado e democratiza o acesso geográfico. Do outro, expõe uma contradição entre o perfil tradicional do consumidor e as regras de comercialização.

Enquanto isso, o ritual segue o mesmo: abrir pacotes, trocar repetidas e tentar completar o álbum. A Copa ainda não começou, mas, para muita gente, a competição já está em curso — agora também na fila da lotérica.

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Nos campos

Vitória reage contra arbitragem após derrota e aumenta pressão na CBF

Clube promete entrar com representação junto à CBF e diretoria ataca comissão de árbitros

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A derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, fora de casa, não terminou com o apito final para o Vitória. O clube deixou o campo com críticas contundentes à arbitragem e anunciou que vai formalizar uma nova representação junto à CBF, ampliando um movimento que já vinha desde jogos anteriores.

O principal ponto de contestação foi o pênalti marcado ainda no primeiro tempo, considerado inexistente pelos jogadores e pela comissão técnica. O lance gerou reação imediata, com o zagueiro Cacá afirmando que houve valorização do contato por parte do adversário.

Além disso, o Vitória questiona decisões disciplinares ao longo da partida. O clube entende que houve falhas graves de critério, especialmente em dois lances que, na avaliação interna, eram passíveis de expulsão e terminaram apenas com cartões amarelos, sem revisão do VAR.

A insatisfação foi além do campo. O técnico Jair Ventura cobrou o uso mais efetivo da tecnologia, enquanto o presidente Fábio Mota adotou um tom mais direto ao criticar a condução da arbitragem e a própria estrutura da comissão responsável.

Em nota, o clube detalha os lances contestados e afirma ter sido prejudicado pela segunda partida consecutiva, o que motivou a decisão de acionar formalmente o Comitê de Arbitragem. Dentro de campo, o resultado mantém o Vitória sem vencer como visitante e estacionado na parte intermediária da tabela, com 15 pontos.

Veja nota divulgada pelo Vitória

O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.

Nosso clube relata as seguintes ocorrências:

* Aos 7 minutos, nosso atleta Zé Vitor foi agredido com um chute enquanto estava no chão. O árbitro aplicou apenas cartão amarelo e o VAR não interveio.

* Aos 30 minutos, foi marcado um pênalti para o Athletico-PR em um lance onde nosso zagueiro não cometeu carga faltosa no atacante adversário. Novamente, o VAR não recomendou a revisão.

* Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro adversário atingiu o atacante Renê com um carrinho violento, visando apenas a perna do nosso jogador. Mais uma vez, o árbitro limitou-se ao cartão amarelo, sem revisão do VAR.

Diante do exposto, o Esporte Clube Vitória informa que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto ao Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol e de Competições.

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