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Nos campeonatos

Feira de Santana vira palco da final do Circuito Baiano de Skate 2025

O que está em jogo na etapa que encerra a temporada e movimenta a cena do street na Bahia?

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A pista do CSU, no bairro Cidade Nova, será o centro da cultura urbana neste fim de semana, quando Feira de Santana recebe a decisão do Circuito Baiano de Skate 2025. As disputas acontecem no sábado (29) e domingo (30), a partir das 9h, reunindo cerca de 60 atletas de diferentes regiões do estado em sete categorias do street.

O evento marca o encerramento de uma temporada que consolidou novos talentos e ampliou o alcance do skate baiano. Pela regra da Feseb, os melhores colocados recebem troféus, medalhas e peças de skate, reforçando o caráter formativo da competição em um momento em que o esporte segue em expansão desde sua entrada no programa olímpico.

O circuito inclui categorias femininas e masculinas — Mirim, Iniciante, Amador e Master no masculino; Mirim, Iniciante e Amador no feminino — e deve atrair público de toda a região. A expectativa é que a etapa final estimule ainda mais a prática do skate em Feira de Santana, cidade que se tornou ponto de encontro para jovens atletas e projetos sociais ligados ao esporte.

Com o ranking atualizado disponível no perfil da federação, a disputa promete mais do que os títulos, em si: é o encerramento e a celebração do impacto positivo de uma cena que cresce pela força das comunidades locais e pela capacidade do skate de formar redes, abrir caminhos e transformar espaços urbanos em plataformas de expressão.

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Bahia leva sua maior delegação às Paralimpíadas Escolares e reforça papel do esporte como inclusão

Centro de Referência Paralímpico Bahia se tornou um ponto de virada no paradesporto do estado

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A Bahia embarca, neste mês de novembro, para as Paralimpíadas Escolares com a maior delegação de sua história. Ao todo, 28 jovens atletas representarão o estado no maior evento do mundo voltado para estudantes com deficiência. Entre eles, 13 fazem parte do Centro de Referência Paralímpico Bahia (CRPBA), uma parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro e a Unijorge que, desde 2022, tem transformado rotinas, expectativas e caminhos possíveis para crianças e adolescentes baianos.

É mais do que um número recorde. É um sinal de que o esporte paralímpico na Bahia vive um momento de estruturação ainda inicial, mas consistente. Com apoio da SUDESB e da Secretaria de Educação, a delegação conta também com professores de Educação Física, psicólogos, fisioterapeuta, médico e jornalista, sob coordenação do professor Wilson Brito Filho, supervisor do CRPBA.

A competição, realizada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, reunirá 2.056 jovens: um recorde absoluto. Na primeira etapa (17 a 22 de novembro), os baianos disputam atletismo e goalball. O CRPBA terá em ação atletas como Davi de Jesus e Oto Sampaio, aluno egresso da Unijorge, professor voluntário e atleta-guia de Davi. A relação entre guia e atleta simboliza o espírito das Paralimpíadas Escolares: parceria, confiança e descoberta de limites que se movem.

Na segunda fase (24 a 29 de novembro), o Centro participa com equipes de parabadminton, tênis de mesa e bocha paralímpica. Três modalidades que exigem precisão, estratégia e intensidade emocional. São jovens como Samuel Lucena, Helen Vasconcelos, Luiz Otávio, William Matheus, Ana Luiza e Jonas Gustavo, no badminton; Ryan Aparecido e Kael Santiago, no tênis de mesa; e Gabriel Frota e Carlos Alberto Tauan Nunes, este último egresso da instituição, professor de bocha e técnico responsável pela modalidade.

A trajetória desses atletas se conecta diretamente ao trabalho do CRPBA. O centro atende mais de 100 alunos, com aulas gratuitas para jovens de 7 a 17 anos. Ali, a formação esportiva acontece junto à construção de autonomia e de pertencimento — fatores decisivos para crianças e adolescentes com deficiência em um estado onde oportunidades ainda são desiguais.

“Temos orgulho de formar a maior delegação baiana nesta importante competição”, afirma Wilson Brito Filho. A declaração resume algo maior do que a viagem para São Paulo: o reconhecimento de um processo pedagógico e esportivo que começa a se consolidar na Bahia.

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Nos campeonatos

Feira de Santana recebe o Baiano de Xadrez e mostra do interior no esporte

Campeonato ajuda a movimentar o xadrez baiano e ampliar o alcance da modalidade

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O Campeonato Baiano de Xadrez Standard Aberto 2025 começou nesta quinta-feira, 13, em Feira de Santana, reunindo cerca de 120 enxadristas no SESI Saúde. A competição segue até domingo, 16, com sete rodadas no Sistema Suíço e ritmo Standard — 90 minutos mais 30 segundos por lance. É um modelo que exige regularidade e leitura estratégica, valorizando quem consegue manter o foco ao longo de quatro dias intensos.

Aberto a jogadores cadastrados na CBX e residentes na Bahia há pelo menos dois anos, o torneio cumpre uma função que vai além da disputa pelo título estadual. Ele movimenta os ratings da FIDE e da própria CBX, promove intercâmbio entre atletas e, sobretudo, fortalece a cena enxadrística do estado.

O congresso técnico aconteceu virtualmente na quarta-feira, mas o tabuleiro ganhou vida a partir da noite de quinta. A maratona segue com rodadas duplas na sexta e no sábado, e a definição dos campeões acontece no domingo, antes da cerimônia de premiação.

Para Luciano Zallio, presidente da FBX, o campeonato representa “o ponto máximo do xadrez no estado”. Ele destaca que a edição reforça a importância de levar a modalidade para além da capital, valorizando talentos do interior e ampliando o alcance do esporte. Segundo ele, o apoio da Sudesb tem sido fundamental para descentralizar ações e criar oportunidades para novos enxadristas.

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No pódio

Delegação baiana conquista 29 medalhas nos Jogos Escolares Brasileiros

Time de 191 jovens representou o estado em 16 modalidades e destacou-se nas artes marciais em Uberlândia (MG)

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A Bahia encerrou sua participação nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025 com 29 medalhas conquistadas em nove modalidades, reafirmando a força de uma geração de jovens talentos que começa a se destacar no cenário nacional. Realizada em Uberlândia (MG), a competição reuniu mais de 10 mil atletas de todo o país e contou com 191 estudantes-atletas baianos, divididos em 16 modalidades.

Entre os grandes destaques estão as artes marciais, responsáveis por 18 das 29 medalhas — com forte presença no judô, karatê e wrestling. A lutadora Alexia Amorim, de 13 anos, moradora de Itapuã, conquistou a prata no estilo livre do wrestling e celebrou o resultado como um marco pessoal: “Após a conquista, a gente reconhece que todo o esforço vale a pena. Estar no pódio de uma competição como essa é muito gratificante”, disse.

Outro nome em ascensão é o de Lyoto Lima, também de 13 anos, natural de Pojuca e bolsista do programa Bolsa Esporte, do Governo da Bahia. Ele garantiu o bronze no kata do karatê, sua segunda medalha consecutiva nos JEBs. “Conseguir subir de série e competir de igual para igual com os melhores mostra o quanto evoluí”, avaliou o atleta.

A ginástica artística também fez história com Enzo Lima, de 13 anos, aluno da Escola Estadual Maria Romana Calmon, no Engenho Velho de Brotas. Ele conquistou bronze nas barras paralelas, a primeira medalha da modalidade para o estado. “É difícil ver a ginástica da Bahia representada em grandes eventos, então esse pódio tem um sabor especial”, afirmou o jovem ginasta.

As 29 medalhas da Bahia foram divididas em 5 de ouro, 10 de prata e 14 de bronze, em modalidades que incluem ainda futsal, natação, ginástica rítmica, voleibol e xadrez. Os resultados reforçam o impacto do trabalho de base e da política pública esportiva no estado, com apoio da Superintendência dos Desportos (Sudesb) e da Secretaria de Educação, responsáveis por custear passagens e uniformes da delegação.

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