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Nos campeonatos

Feira de Santana vira palco da final do Circuito Baiano de Skate 2025

O que está em jogo na etapa que encerra a temporada e movimenta a cena do street na Bahia?

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A pista do CSU, no bairro Cidade Nova, será o centro da cultura urbana neste fim de semana, quando Feira de Santana recebe a decisão do Circuito Baiano de Skate 2025. As disputas acontecem no sábado (29) e domingo (30), a partir das 9h, reunindo cerca de 60 atletas de diferentes regiões do estado em sete categorias do street.

O evento marca o encerramento de uma temporada que consolidou novos talentos e ampliou o alcance do skate baiano. Pela regra da Feseb, os melhores colocados recebem troféus, medalhas e peças de skate, reforçando o caráter formativo da competição em um momento em que o esporte segue em expansão desde sua entrada no programa olímpico.

O circuito inclui categorias femininas e masculinas — Mirim, Iniciante, Amador e Master no masculino; Mirim, Iniciante e Amador no feminino — e deve atrair público de toda a região. A expectativa é que a etapa final estimule ainda mais a prática do skate em Feira de Santana, cidade que se tornou ponto de encontro para jovens atletas e projetos sociais ligados ao esporte.

Com o ranking atualizado disponível no perfil da federação, a disputa promete mais do que os títulos, em si: é o encerramento e a celebração do impacto positivo de uma cena que cresce pela força das comunidades locais e pela capacidade do skate de formar redes, abrir caminhos e transformar espaços urbanos em plataformas de expressão.

Negócios

Bahia anuncia investimento recorde no esporte e amplia alcance social em 2026

Como os R$ 119 milhões podem impactar atletas, projetos sociais e a base esportiva do estado?

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O esporte baiano entra em 2026 com um novo patamar de investimento público. O Governo do Estado anunciou um aporte de R$ 119 milhões, o maior da história local, com foco que vai da iniciação esportiva ao alto rendimento, passando por inclusão social e lazer comunitário.

O pacote reúne programas já consolidados, como o FazAtleta e o Bolsa Esporte, além de editais e competições que ampliam o alcance das políticas públicas. A proposta é clara: fortalecer o esporte como ferramenta de formação, mas também como estratégia de redução de desigualdades e geração de oportunidades.

Entre as ações, estão previstas mais de 150 copas de futebol em diferentes municípios, competições tradicionais como a Copa 2 de Julho e investimentos em modalidades diversas, incluindo o futsal e o futebol feminino. Há ainda espaço para iniciativas culturais, como editais voltados à dança, e eventos que valorizam a identidade local, como os Jogos Indígenas.

O discurso oficial reforça o papel do Estado como agente estruturante, capaz de garantir condições mínimas para que talentos se desenvolvam. Na prática, isso se traduz em apoio financeiro, logística para competições e manutenção de projetos sociais que atendem desde crianças até atletas de alto rendimento.

Os impactos aparecem em diferentes níveis. Atletas experientes destacam o suporte como decisivo para alcançar resultados internacionais. Já na base, o investimento representa continuidade — um fator muitas vezes determinante para que jovens não abandonem o esporte.

Mas o avanço também traz desafios. Ampliar recursos exige melhorar a gestão, garantir transparência e medir resultados de forma consistente. O volume financeiro, por si só, não assegura transformação se não vier acompanhado de acompanhamento técnico e avaliação de impacto.

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Nos campeonatos

Beach soccer ocupa a Boca do Rio e reforça espaço para base e feminino em Salvador

3ª etapa da Copa Metropolitana reúne oito equipes e movimenta a orla com jogos sub-20 e femininos

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A orla da Boca do Rio, em Salvador, volta a ser palco do beach soccer neste fim de semana com a 3ª etapa da Copa Metropolitana 2026. A competição reúne oito equipes divididas entre as categorias sub-20 masculino e feminino, com jogos no sábado (fase de grupos) e decisões no domingo.

No masculino, participam Os Porradas, Real Maloca, EC Aldeia e Os Primos. Já no feminino, a disputa reúne Resiliência, Vortex, Alfa FC e As Minas Futebol Capelão. As partidas começam a partir das 9h30, no Complexo Esportivo da região.

Mais do que a disputa por títulos, o torneio evidencia um movimento importante: a ocupação dos espaços públicos pelo esporte de base e pela participação feminina. Em um cenário onde o futebol de areia historicamente ganha visibilidade pelas seleções e atletas de elite, competições como essa ajudam a sustentar a base da modalidade.

Com apoio com da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), a Copa Metropolitana se consolida como um circuito de formação e visibilidade. A presença de equipes femininas no mesmo ambiente competitivo também aponta para uma mudança gradual de cultura, ainda necessária no esporte.

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Nos campeonatos

Delegação baiana disputa Brasileiro Regional de Judô com 131 atletas

Delegação viaja a Minas Gerais em busca de classificação e consolidação técnica da modalidade no estado

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A Bahia inicia mais um capítulo na formação de seus atletas de alto rendimento. Com uma delegação de 131 judocas, o estado disputa, entre os dias 26 e 29, o Campeonato Brasileiro Regional – Região III, em Betim, em Minas Gerais, competição que serve como porta de entrada para a fase final nacional.

Representando diferentes categorias, do sub-13 ao sênior, os atletas baianos chegam ao torneio após um início de temporada marcado por competições locais de alto nível, que funcionaram como base seletiva. O movimento reforça uma estratégia clara: fortalecer o judô desde a base até o alto rendimento.

A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Judô, reúne ainda atletas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, o que eleva o nível técnico e amplia o desafio para os representantes baianos.

Mais do que os resultados, o contexto chama atenção. A presença de uma delegação numerosa evidencia o crescimento da modalidade no estado, mas também escancara a importância do suporte estrutural. O transporte dos atletas, viabilizado pela SUDESB – Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, foi determinante para garantir a participação de competidores da capital e do interior.

Esse ponto ajuda a entender o estágio atual do judô baiano. Há evolução técnica e volume de atletas, mas o avanço competitivo ainda passa diretamente por políticas de incentivo e investimento contínuo.

O retrospecto recente reforça esse cenário. Em 2025, a Bahia sediou a mesma competição, em Simões Filho, reunindo mais de 500 atletas, um indicativo de que o estado também se consolida como espaço relevante no calendário nacional da modalidade. Agora, fora de casa, o desafio é transformar esse crescimento em resultados concretos.

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