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Nas águas

Ítalo Ferreira lidera projeto social com esporte e representatividade no Nordeste

Medalhista olímpico potiguar é protagonista em plataforma que aposta no esporte como ferramenta de transformação social

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O surfista potiguar Ítalo Ferreira, campeão olímpico em Tóquio 2020, agora dá nome e força a projetos sociais que usam o esporte como ponte entre a realidade e o futuro de centenas de jovens. A missão vem como parte de uma plataforma de incentivo à inclusão que ganha corpo com o apoio institucional da Riachuelo — empresa também nascida no Rio Grande do Norte — e se amplia com ações de impacto em diferentes regiões do país.

Ao lado de Ítalo, nomes como Rebeca Andrade, Flávia Saraiva e Júlia Soares se unem ao propósito de fomentar trajetórias que inspiram e representam o Brasil profundo. Mas são as histórias que nascem longe dos holofotes que alimentam o centro do projeto: iniciativas como o Garotas do Mar, criado pelo próprio Ítalo para formar meninas surfistas em Baía Formosa (RN), e o Swell, que também atua na base do surfe local, mostram como o investimento social pode ultrapassar medalhas e resultados.

Além das ondas potiguares, o projeto alcança outras fronteiras. Em Minas Gerais, o Jovens Olímpicos insere o skate street nas escolas públicas. Já o Instituto Sandro Dias, voltado para o desenvolvimento humano através do skate, e o Brasileirinhos, criado por Daiane dos Santos, promovem inclusão e educação esportiva para crianças em vulnerabilidade.

“O que está em jogo é mais que uma geração de talentos. É sobre transformar vidas, reforçar identidades e mostrar que a potência do Brasil pode nascer em qualquer esquina — seja no asfalto ou na areia”

Ítalo agora também atua como embaixador e símbolo de um movimento que entrelaça esporte, cultura e território. Ao associar sua imagem a atletas e ações com forte impacto social, Ítalo Ferreira reafirma a força da representatividade nordestina e da potência coletiva.

Nas águas

Surfe ganha transmissão gratuita até 2027 com parceria entre WSL e Pluto TV

Acordo amplia alcance do Circuito Banco do Brasil de Surfe e coloca baterias masculinas e femininas em plataforma aberta

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O surfe brasileiro ganha mais espaço na televisão e no streaming. A World Surf League (WSL) fechou uma parceria com a Pluto TV para transmitir gratuitamente o Circuito Banco do Brasil de Surfe até o fim de 2027.

A estreia acontece nesta sexta-feira (4), em Guarapari, no Espírito Santo. A etapa, válida pelo Qualifying Series (QS), terá transmissão ao vivo de todas as baterias masculinas e femininas, das primeiras fases até as finais.

Mais visibilidade para os atletas

As transmissões serão realizadas pelo canal Pluto TV Esportes 2, com o sinal oficial da WSL, incluindo narração, comentários e os grafismos produzidos pela liga.

O acordo é relevante principalmente para os atletas que buscam espaço no cenário internacional. O Circuito Banco do Brasil é uma das principais portas de entrada para o QS e funciona como caminho para o Challenger Series, etapa importante na formação da próxima geração da chamada Brazilian Storm.

A parceria também representa uma mudança de alcance. Com uma plataforma gratuita, o circuito deixa de depender exclusivamente de públicos já familiarizados com o surfe e pode chegar a novos espectadores.

Circuito em expansão

A parceria contempla as duas etapas restantes da temporada de 2026 e todo o calendário de 2027. Depois de Guarapari, ainda haverá mais uma etapa neste ano, com local a ser definido.

O crescimento do circuito também chama atenção. Entre 2022 e 2028, estão previstas 33 etapas. O número representa aumento de 54% na quantidade de eventos e amplia a presença da competição, que já passou por nove estados brasileiros.

A etapa de Guarapari começa às 8h nos dias 4, 5 e 6 de setembro. A programação pode sofrer alterações de acordo com as condições do mar e do clima.

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Nas águas

Bruno Jacob vence no Guarujá e amplia liderança no Sul-Americano de Jet Waves

Baiano conquista mais uma etapa, abre vantagem no ranking e mantém disputa pelo título continental

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O baiano Bruno Jacob venceu mais uma etapa do Campeonato Sul-Americano de Jet Waves. O piloto terminou no topo do pódio neste domingo (30), no Guarujá, em São Paulo, e ampliou para mais de 20 pontos a vantagem na liderança do ranking.

A vitória foi construída após um período de preparação voltado principalmente à inovação das manobras. Na modalidade freeride motosurf, os pilotos são avaliados pela execução de movimentos técnicos e aéreos sobre as ondas.

Bruno tem uma carreira marcada por títulos nacionais, uma conquista mundial e participações em competições na América do Sul, Europa e Estados Unidos. O resultado no Guarujá reforça a presença brasileira entre os destaques internacionais da modalidade.

“Foi muito treino, como sempre, e ainda mais dessa vez para inovar nas manobras. Uma longa viagem e um trabalho árduo de toda equipe”

O francês François Lavergne ficou em segundo lugar na etapa, seguido pelo argentino Franco de Aza. Ainda restam quatro etapas para o fim do Sul-Americano. A próxima será em Florianópolis, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro.

Antes disso, Bruno disputa o Wavedaze, nos Estados Unidos, entre 14 e 18 de outubro. A sequência de competições mantém o baiano em uma rotina internacional e com a possibilidade de ampliar uma trajetória já marcada por vitórias e títulos.

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Nas águas

Isaquias Queiroz termina em último no C1 1000m e fica sem medalha no Mundial de Canoagem

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Isaquias Queiroz encerrou a participação no Campeonato Mundial de Canoagem de Velocidade em nono e último lugar na final do C1 1000m, disputada nesta sexta-feira (28), em Poznan, na Polônia, e ficou de fora do pódio.

A medalha de ouro foi dividida entre o tcheco Martin Fuksa, atual campeão olímpico da prova, e o húngaro Daniel Fejes, que cruzaram a linha de chegada empatados.

O brasileiro chegou à decisão após registrar o segundo melhor tempo das semifinais, com 4min23s65, mas não conseguiu repetir o desempenho na briga por medalhas. Largando atrás dos adversários, Isaquias não encontrou espaço ao longo da prova para executar a arrancada nos metros finais, movimento que costuma ser uma de suas marcas registradas.

Com isso, acabou se distanciando da disputa pelas primeiras posições e fechou a final na nona colocação.

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