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Nas quadras

Chilli Beans e NBA apresentam coleção de óculos sobre paixão pelo basquete

Nova linha reúne 15 modelos e aposta na fusão entre moda urbana e identidade esportiva

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A cultura urbana da NBA acaba de ganhar um novo acessório de peso fora das quadras. A Chilli Beans lançou uma coleção licenciada de óculos inspirada na maior liga de basquete do mundo, reunindo design moderno, atitude esportiva e o estilo vibrante dos fãs da bola laranja. A linha chega às lojas com 15 modelos solares e de grau que representam franquias históricas como Boston Celtics, Chicago Bulls, Los Angeles Lakers, Golden State Warriors e Miami Heat.

Voltada para o uso diário, a coleção traz shapes variados — do redondo esportivo ao gatinho glam — com estética versátil, capaz de agradar torcedores apaixonados e amantes de moda urbana. “Queremos que os fãs possam levar sua paixão para todos os momentos do dia”, afirma Caito Maia, fundador da Chilli Beans, reforçando a proposta de que os produtos sirvam como extensão da identidade dos fãs da NBA.

Os preços variam entre R$ 149,99 e R$ 499,99, e os modelos já estão disponíveis em todas as lojas da Chilli Beans e no e-commerce da marca. Com a collab, a empresa reafirma seu posicionamento de estar conectada com movimentos culturais e esportivos globais, promovendo um encontro entre estilo e paixão que vai muito além das arquibancadas.

Nas quadras

Tenista baiana de 12 anos disputa Banana Bowl em busca de pontos no ranking nacional

Julia Batista Ferreira, de Salvador, participa de tradicional torneio juvenil em São Paulo com apoio da Sudesb

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A jovem tenista baiana , de 12 anos, vai representar a Bahia no , competição juvenil que será disputada entre os dias 16 e 22 de março em . O torneio é um dos mais tradicionais do calendário infantojuvenil e reúne atletas de diferentes regiões do país.

Moradora do bairro de , em , Julia ocupa atualmente a 11ª posição no ranking nacional da categoria 12 anos e chega à competição em busca de pontos importantes para melhorar sua colocação.

A atleta iniciou no tênis em 2023, treinando em quadra pública no bairro da , e rapidamente se destacou no cenário estadual. Hoje, já soma o título de bicampeã baiana da categoria infantojuvenil.

A participação no torneio nacional conta com apoio da , que viabilizou as passagens para a viagem ao interior paulista.

Para a família da atleta, o incentivo é decisivo para ampliar as oportunidades no esporte. Além de competir em alto nível, Julia terá no torneio mais uma experiência importante no processo de formação esportiva.

Em modalidades como o tênis, onde o calendário competitivo exige deslocamentos frequentes, a presença de jovens atletas baianos em eventos nacionais também revela um movimento gradual de fortalecimento da base — etapa fundamental para que novos talentos possam surgir no cenário esportivo brasileiro.

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Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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Nas quadras

Febre do tênis entre “aposentados” do futebol revela novo caminho para a saúde pós-40

Ex-jogadores têm encontrado nas quadras um retorno ao esporte e manutenção do bem-estar

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O tênis virou ponto de encontro para uma geração de ex-jogadores e atletas amadores que ultrapassou os 40 anos, mas não abriu mão da competitividade nem do prazer de se manter ativa. O movimento, que cresce em diferentes cidades brasileiras, vem sendo observado de perto pelo médico João Marcello Branco, especialista em saúde, performance e longevidade para adultos que querem continuar rendendo dentro e fora do esporte.

Nos últimos anos, a chamada “saúde pós-40” deixou de ser tabu. Para muitos que saíram dos gramados, o tênis tem funcionado como uma porta de retorno ao esporte, oferecendo intensidade, desafio técnico e, ao mesmo tempo, menor impacto do que o futebol. É um reencontro com o próprio corpo, agora com outras prioridades: qualidade de vida, prevenção de lesões e equilíbrio emocional, como explicao médico.

“A saúde física e mental desses atletas passa a ser o eixo da rotina. A ideia é mostrar que há vida esportiva depois dos 40, e ela pode ser competitiva”

O fenômeno ganhou visibilidade ao chegar também aos nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Felipe Melo e Egídio, que passaram a frequentar quadras e competir ao lado de jogadores amadores. A presença deles reforça a ideia de que o esporte pode ser reiniciado em outra plataforma menos rígida, mais orgânica e inclusiva. “Eles invadiram o terreno dos amadores e mostraram que o tênis virou nova válvula de escape, um novo desafio”, comenta João Marcello Branco.

O trabalho desenvolvido pelo especialista envolve protocolos integrados que combinam avaliação física completa, orientação nutricional, prevenção de lesões, fortalecimento muscular e acompanhamento contínuo de desempenho. A proposta é simples: criar caminhos para que adultos maduros continuem competitivos e saudáveis, com disposição para treinar e para a vida.

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