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Nos campos

Mais de 150 crianças participam de treino de futebol na nova arena da escola do PSG em Salvador

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Um novo campo de sonhos se abriu para jovens apaixonados por futebol em Salvador. A Paris Saint-Germain Academy, escola de futebol oficial do time francês, inaugurou a primeira unidade própria na capital baiana, a PSG Academy Barra. A mais nova arena foi lançada na manhã deste sábado, 25 de janeiro, e movimentou o terraço do Shopping Barra, com o evento Training Day, um treino experimental que reuniu cerca de 150 meninos e meninas. Com gestão direta da PSG Academy Brasil, a escola reforça o papel estratégico da Bahia como celeiro de talentos do futebol e a intenção de garantir que a metodologia exclusiva seja aplicada de forma completa.

François Marot, vice-presidente da PSG Academy Brasil e diretor Nordeste, destacou: “Optamos por uma unidade própria em Salvador para assegurar que cada detalhe da nossa metodologia seja fielmente implementado, oferecendo uma formação de excelência para nossos atletas.” 

“Senti uma boa receptividade, as pessoas abraçaram o projeto. Estamos atendendo a uma demanda da região por uma escola premium que aborde a educação integralmente, usando o futebol como ferramenta, com objetivo de desenvolvimento pessoal e físico dos atletas”, explicou. 

Um desses atletas é João Eduardo, de 12 anos, que sonha em jogar profissionalmente. “Vim porque quero aprimorar minhas habilidades. Gostei dos campos, dos colegas e dos treinadores. Quero que continue nesse nível”, afirmou. Seus pais, Fernanda Daltro e Eduardo Ribeiro, celebraram a chegada da unidade. “Ele está no ninho, moramos no entorno. Estamos proporcionando assoalho para que ele possa desenvolver seu talento”, destacou Fernanda. 

*Estrutura** – Com três campos society de grama sintética de última geração, espaços multiuso, disponível para eventos e recepções, e uma assessoria dedicada para intercâmbios internacionais, a estrutura impressionou. 

“Achei incrível. Estrutura muito boa, campos amplos para as crianças desenvolverem suas atividades. Vi muita técnica nas aulas que pude acompanhar, os professores trabalhando o desenvolvimento de cada criança. Estou esperando meu filho completar a idade para entrar”, elogiou a narradora esportiva e publicitária Manuela Avena. 

O jornalista e apresentador Danilo Ribeiro também marcou presença para assistir à participação de sua filha Dara, de 7 anos. “É uma possibilidade de ter no futebol um meio de buscar disciplina, de aprender conceitos, respeitar a vez do colega, saber que na vida a gente ganha e perde. O futebol vira um elo de tantas outras coisas que as crianças podem aprender”, avaliou.

Ele destacou o potencial do futebol como ferramenta educacional. “O futebol é educação. Poucas coisas no nosso país tem o alcance que o futebol tem. Então, se ele influencia tanto a vida das pessoas, ele precisa ser educação. Eu tenho certeza que, através da iniciação no futebol, as crianças aprendem muitos valores.”

Metodologia exclusiva

A expansão global da Paris Saint-Germain Academy é uma das mais marcantes iniciativas de base esportiva no futebol mundial. Com presença em mais de 50 países, a academia não só promove a formação técnica de jovens atletas, mas também se consolida como uma ponte entre culturas.

Igor Pires, diretor técnico nacional da PSG Academy, entrou em campo para acompanhar o treino inaugural e verificar a aplicação da metodologia, que combina desenvolvimento técnico, cognitivo e valores educacionais. “Os alunos terão a oportunidade de treinar com a mesma didática e os mesmos treinos que são feitos em Paris. Nosso objetivo é moldar jogadores inteligentes e criativos, capazes de tomar decisões estratégicas em campo”, completou.

Cerca de 15 mil alunos treinam semanalmente nas 52 unidades espalhadas pelo país, sendo quase 3 mil no Nordeste, região que ocupa um lugar estratégico para a expansão da empresa, com 9 unidades em pleno funcionamento. As aulas da unidade Barra serão iniciadas no próximo dia 3 de fevereiro. 

Nos campos

Vitória reage contra arbitragem após derrota e aumenta pressão na CBF

Clube promete entrar com representação junto à CBF e diretoria ataca comissão de árbitros

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A derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, fora de casa, não terminou com o apito final para o Vitória. O clube deixou o campo com críticas contundentes à arbitragem e anunciou que vai formalizar uma nova representação junto à CBF, ampliando um movimento que já vinha desde jogos anteriores.

O principal ponto de contestação foi o pênalti marcado ainda no primeiro tempo, considerado inexistente pelos jogadores e pela comissão técnica. O lance gerou reação imediata, com o zagueiro Cacá afirmando que houve valorização do contato por parte do adversário.

Além disso, o Vitória questiona decisões disciplinares ao longo da partida. O clube entende que houve falhas graves de critério, especialmente em dois lances que, na avaliação interna, eram passíveis de expulsão e terminaram apenas com cartões amarelos, sem revisão do VAR.

A insatisfação foi além do campo. O técnico Jair Ventura cobrou o uso mais efetivo da tecnologia, enquanto o presidente Fábio Mota adotou um tom mais direto ao criticar a condução da arbitragem e a própria estrutura da comissão responsável.

Em nota, o clube detalha os lances contestados e afirma ter sido prejudicado pela segunda partida consecutiva, o que motivou a decisão de acionar formalmente o Comitê de Arbitragem. Dentro de campo, o resultado mantém o Vitória sem vencer como visitante e estacionado na parte intermediária da tabela, com 15 pontos.

Veja nota divulgada pelo Vitória

O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.

Nosso clube relata as seguintes ocorrências:

* Aos 7 minutos, nosso atleta Zé Vitor foi agredido com um chute enquanto estava no chão. O árbitro aplicou apenas cartão amarelo e o VAR não interveio.

* Aos 30 minutos, foi marcado um pênalti para o Athletico-PR em um lance onde nosso zagueiro não cometeu carga faltosa no atacante adversário. Novamente, o VAR não recomendou a revisão.

* Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro adversário atingiu o atacante Renê com um carrinho violento, visando apenas a perna do nosso jogador. Mais uma vez, o árbitro limitou-se ao cartão amarelo, sem revisão do VAR.

Diante do exposto, o Esporte Clube Vitória informa que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto ao Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol e de Competições.

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Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

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O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

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No estilo

Fluminense de Feira lança uniforme e aproxima futebol da literatura do sertão baiano

Touro do Sertão transforma identidade cultural em narrativa dentro e fora de campo

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O Fluminense de Feira apresentou sua nova coleção de uniformes para a Série B do Campeonato Baiano 2026 com uma proposta que vai além do futebol. Com o conceito “O Sertão Não Se Rende”, o clube aposta na valorização da cultura local como parte da sua identidade esportiva.

O lançamento traz uma homenagem direta a dois nomes da literatura feirense: Antonio Brasileiro e Roberval Pereyr.

O ensaio da campanha foi realizado no Museu Casa do Sertão, em Feira de Santana, espaço que carrega a memória da região e dialoga com a proposta do projeto. Ao reunir jogadores e artistas no mesmo ambiente, o clube constrói uma narrativa que aproxima esporte e literatura em torno de uma mesma identidade. Isso insere o clube em um movimento mais amplo de conexão com o território, reforçando o papel do futebol como plataforma de expressão cultural.

A iniciativa também revela uma tentativa de reposicionamento. Em um cenário onde muitos clubes ainda limitam suas ações ao campo esportivo, o Fluminense de Feira busca se afirmar como agente cultural, valorizando referências que, muitas vezes, ficam à margem do grande público.

Os próprios homenageados destacam esse ponto. A valorização da arte local aparece como um caminho para ampliar o alcance da literatura e criar novos pontos de contato com a população, algo que o futebol, pela sua capilaridade, consegue potencializar.

Ao incorporar elementos culturais à sua comunicação, o Fluminense de Feira reforça vínculos com a comunidade e constrói uma identidade que não depende apenas de resultados dentro de campo.

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