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Brasileirão

Santos tira Palmeiras da liderança nos acréscimos e empurra Vitória para o Z-4

Resultado na Vila Belmiro muda o topo e o fundo da tabela a cinco rodadas do fim do Brasileirão

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O clássico na Vila Belmiro entregou o tipo de roteiro que costuma marcar a reta final do Brasileirão: tensão, falhas decisivas e um desfecho capaz de mexer nas duas extremidades da tabela. O Santos, pressionado pela luta contra o rebaixamento, venceu o Palmeiras por 1 a 0 com um gol nos acréscimos e deixou a zona da degola, empurrando o Vitória para dentro dela. O resultado também tirou o Verdão da liderança e ampliou a vantagem do Flamengo na disputa pelo título.

O duelo foi dividido em dois momentos. Na primeira etapa, o Santos foi mais agressivo e conseguiu controlar o ritmo; no segundo tempo, o Palmeiras voltou melhor e parecia mais próximo de abrir o placar. Mas a última bola decidiu: Robinho Jr. ajeitou de cabeça e Rollheiser (que saiu do banco aos 41 minutos) bateu cruzado para marcar o gol que mudou o rumo da partida, e do campeonato.

A atuação do argentino tem peso simbólico. Muito criticado recentemente, Rollheiser entrou no momento em que a torcida pedia por respostas e entregou justamente o que o Santos precisava: frieza para transformar um lance isolado em três pontos vitais.

Do outro lado, o Palmeiras sentiu o impacto de uma lista extensa de desfalques. Sem oito jogadores (seis convocados e dois suspensos), o time teve dificuldades para criar até a entrada de Flaco López, que desembarcou no Brasil poucas horas antes do jogo. A melhora, porém, esbarrou em boas defesas de Gabriel Brazão e em erros decisivos na reta final.

Com o resultado, o Palmeiras segue em segundo lugar, com 68 pontos, três atrás do Flamengo. O Santos sobe para 16º com 36. Um a mais que o Vitória, que agora vira peça central do próximo desafio palmeirense.

Na quarta-feira, às 19h30, no Allianz Parque, Palmeiras e Vitória se enfrentam em um jogo que pesa para os dois lados: um tenta voltar à liderança; o outro luta para respirar fora do Z-4.

Brasileirão

Vitória sofre virada no fim contra o Athletico e amplia jejum fora de casa

Rubro-negro acumula dois empates e quatro derrotas jogando longe do Barradão

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O Vitória voltou a esbarrar em um problema recorrente no Brasileirão: a dificuldade de sustentar resultados longe de Salvador. Na Arena da Baixada, o time baiano até saiu na frente, mas sofreu a virada e perdeu por 3 a 1 para o Athletico-PR, em um jogo decidido nos acréscimos.

O início foi equilibrado, com chances para os dois lados. Mais atento, o Vitória aproveitou um erro na saída de bola e abriu o placar com Renê, em jogada construída com rapidez e precisão. A vantagem, porém, durou pouco. O Athletico aumentou a pressão e empatou ainda no primeiro tempo, com Viveros em cobrança de pênalti.

Na etapa final, o confronto seguiu aberto, com alternância de momentos e boas intervenções do goleiro Lucas Arcanjo, que evitou a virada em mais de uma ocasião. O Vitória, por sua vez, teve dificuldade para transformar suas saídas em contra-ataques efetivos, optando por se fechar na reta final.

A estratégia, no entanto, não resistiu ao volume do adversário. Já nos acréscimos, o Athletico encontrou o gol da virada em bola disputada dentro da área com Viveros novamente. Pouco depois, Luiz Gustavo ampliou o placar e deu números finais ao jogo.

O resultado mantém o Vitória com 15 pontos, na parte intermediária da tabela, mas reforça um alerta: o time ainda não venceu como visitante na competição.

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Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

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O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

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Brasileirão

Vitória empata com o Corinthians em jogo sem criatividade e expõe limitações ofensivas

Único chute a gol do jogo saiu aos 42 minutos do segundo tempo

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O Vitória ficou no 0 a 0 com o Corinthians, no Barradão, em uma partida marcada pela falta de inspiração ofensiva. Com apenas uma finalização no alvo durante os 90 minutos, o confronto expôs dificuldades claras de criação dos dois lados, especialmente do time baiano.

O primeiro tempo foi praticamente inexistente do ponto de vista técnico. Sem agressividade e com muita troca de passes sem profundidade, as equipes não conseguiram sequer acertar o gol. A saída precoce de Renato Kayzer, lesionado, reduziu ainda mais as opções ofensivas do Vitória, que perdeu sua principal referência no ataque.

Na etapa final, o Leão tentou mudar o cenário. Passou a ocupar mais o campo ofensivo, principalmente pelo lado esquerdo, mas seguiu esbarrando na falta de precisão no último passe. O Corinthians, por sua vez, só reagiu nos minutos finais, também sem conseguir transformar presença em perigo real.

A única finalização certa do jogo saiu aos 42 minutos, em chute de fora da área de Zé Vitor, defendido por Hugo Souza. No último lance, Ronald Lopes ainda teve a chance de garantir a vitória, mas desperdiçou. O empate mantém o Vitória na zona intermediária da tabela, com 14 pontos, ainda próximo da disputa por vaga em competições internacionais. Mas o desempenho deixa um alerta.

Mais do que o resultado, o que preocupa é a dificuldade de construir jogadas e transformar posse de bola em chances concretas. Em um campeonato de margens curtas, a falta de efetividade ofensiva pode custar caro. O próximo desafio é pela Copa do Brasil, contra o Flamengo, fora de casa, e tende a exigir um nível de competitividade maior e, principalmente, um ataque mais presente.

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