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Negócios

Centauro celebra o Dia das Crianças com campanha que resgata o valor do brincar longe das telas

Com o mote “Aqui, Tudo Vira Jogo”, iniciativa reforça o papel do esporte e da imaginação na infância

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A Centauro lançou sua nova campanha de Dia das Crianças, apostando em um retorno à simplicidade do brincar. Sob o mote “Aqui, Tudo Vira Jogo”, a ação propõe um resgate das memórias ativas da infância, estimulando pais e filhos a deixarem de lado as telas para se reconectarem por meio da imaginação, do movimento e do esporte.

Em tempos em que crianças brasileiras passam, em média, 4h30 por dia diante de dispositivos eletrônicos, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Centauro aposta em uma mensagem direta: qualquer espaço pode virar campo, quadra ou pista quando há criatividade e presença.

O conceito ganha vida em um filme lúdico, no qual crianças passam uma noite dentro de uma loja da Centauro e transformam o ambiente em um grande parque esportivo — improvisando jogos, brincadeiras e descobertas. A narrativa reforça que o esporte nasce da imaginação, e que o essencial é o movimento, não o desempenho.

Além da mensagem simbólica, a marca também ampliou o impacto da campanha com uma ação social do programa Transforma, doando cerca de 800 bolas de diferentes modalidades para cinco instituições voltadas à inclusão de crianças e adolescentes por meio do esporte.

“Queremos lembrar que a infância é feita de movimento, imaginação e conexão. Mais do que celebrar o Dia das Crianças, reforçamos nosso propósito de transformar vidas por meio do esporte, dentro e fora das lojas”, afirmou Gleyce Oliveira, diretora de marketing da Centauro.

Com uma seleção de presentes que “movimentam” — como bolas, bicicletas, patins e chuteiras infantis —, a Centauro reforça sua vocação de ser o ponto de partida para experiências esportivas inclusivas e acessíveis, valorizando o brincar como forma de aprendizado e vínculo familiar.

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Estádio do Palmeiras ganha novo nome e passa a se chamar Nubank Parque

Até que ponto a identidade dos estádios resiste à lógica comercial do futebol moderno?

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A arena multiuso do Palmeiras terá um novo nome a partir dos próximos meses: Nubank Parque. A escolha foi definida por votação popular, com quase meio milhão de participantes, e marca mais um capítulo na transformação dos estádios brasileiros em ativos estratégicos de mercado.

O projeto nasce de um acordo de naming rights entre o Nubank e a WTorre, administradora do espaço. A mudança, prevista para ser oficializada até o fim de julho, inclui nova identidade visual, cores e ativações que conectam o ambiente esportivo a experiências de entretenimento e consumo.

Mais do que a troca de nome, o movimento revela um cenário já consolidado no futebol brasileiro: as arenas deixaram de ser apenas palco de jogos e passaram a funcionar como plataformas multifuncionais, que combinam esporte, música, tecnologia e relacionamento com o público.

Entre as novidades anunciadas estão espaços exclusivos, como um lounge premium e acessos diferenciados, pensados especialmente para clientes da instituição financeira. A proposta é ampliar a interação com o torcedor, transformando a ida ao estádio em uma experiência mais segmentada.

Mas a mudança também levanta um debate recorrente. Até onde vai a modernização e onde começa a descaracterização dos símbolos tradicionais? Para muitos torcedores, o nome do estádio carrega memória e identidade. Para o mercado, ele representa oportunidade de monetização e expansão de marca.

Esse equilíbrio é um dos principais desafios do futebol contemporâneo. Enquanto clubes buscam novas receitas para se manter competitivos, o risco é distanciar parte da torcida que se reconhece na história e nos símbolos originais.

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Rede Alpha Fitness aposta em rebranding para ampliar presença no mercado baiano

Mudança visual e estratégica marca nova fase da rede, que busca crescer sem perder conexão com o público local

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A Rede Alpha Fitness iniciou um novo capítulo de sua trajetória ao apresentar oficialmente o rebranding da marca durante evento realizado em Salvador. Com mais de três décadas de atuação no mercado e 27 unidades entre funcionamento e lançamentos, a rede aposta agora em uma atualização visual e estratégica para acompanhar as transformações do setor fitness e o novo comportamento dos consumidores.

O movimento revela uma tentativa de reposicionamento em um mercado cada vez mais competitivo, onde academias deixaram de vender apenas musculação e passaram a disputar conceitos ligados a bem-estar, experiência, saúde mental e qualidade de vida.

O anúncio aconteceu em um momento de expansão da rede na Bahia, incluindo novas unidades em Brotas, em Salvador, e na cidade de Irecê. Ambas já nascerão dentro do novo conceito arquitetônico e visual apresentado pela empresa.

Segundo o CEO Leandro Cardoso, a ideia é modernizar a comunicação sem romper com a identidade construída ao longo dos anos. O desafio, no entanto, é comum a grandes marcas regionais: crescer, atualizar linguagem e ampliar mercado sem perder a sensação de proximidade que ajudou a consolidar a relação com o público baiano.

O rebranding também reflete mudanças mais amplas no universo fitness. Nos últimos anos, academias passaram a funcionar como espaços de convivência, autocuidado e construção de estilo de vida. A busca por saúde deixou de estar associada apenas à estética e passou a dialogar mais diretamente com rotina, produtividade e equilíbrio emocional.

Durante o evento, a palestra do empresário Paulo Al Assal reforçou justamente esse cenário de transformação no setor, destacando temas como cultura de excelência, inovação e posicionamento de marca.

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Negócios

Bahia anuncia investimento recorde no esporte e amplia alcance social em 2026

Como os R$ 119 milhões podem impactar atletas, projetos sociais e a base esportiva do estado?

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O esporte baiano entra em 2026 com um novo patamar de investimento público. O Governo do Estado anunciou um aporte de R$ 119 milhões, o maior da história local, com foco que vai da iniciação esportiva ao alto rendimento, passando por inclusão social e lazer comunitário.

O pacote reúne programas já consolidados, como o FazAtleta e o Bolsa Esporte, além de editais e competições que ampliam o alcance das políticas públicas. A proposta é clara: fortalecer o esporte como ferramenta de formação, mas também como estratégia de redução de desigualdades e geração de oportunidades.

Entre as ações, estão previstas mais de 150 copas de futebol em diferentes municípios, competições tradicionais como a Copa 2 de Julho e investimentos em modalidades diversas, incluindo o futsal e o futebol feminino. Há ainda espaço para iniciativas culturais, como editais voltados à dança, e eventos que valorizam a identidade local, como os Jogos Indígenas.

O discurso oficial reforça o papel do Estado como agente estruturante, capaz de garantir condições mínimas para que talentos se desenvolvam. Na prática, isso se traduz em apoio financeiro, logística para competições e manutenção de projetos sociais que atendem desde crianças até atletas de alto rendimento.

Os impactos aparecem em diferentes níveis. Atletas experientes destacam o suporte como decisivo para alcançar resultados internacionais. Já na base, o investimento representa continuidade — um fator muitas vezes determinante para que jovens não abandonem o esporte.

Mas o avanço também traz desafios. Ampliar recursos exige melhorar a gestão, garantir transparência e medir resultados de forma consistente. O volume financeiro, por si só, não assegura transformação se não vier acompanhado de acompanhamento técnico e avaliação de impacto.

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