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Nas telas

Globo garante novo Mundial de Clubes e aposta na exclusividade para marcar seus 60 anos

Emissora exibirá todos os jogos dos brasileiros e duelos decisivos na TV aberta

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O torcedor brasileiro poderá acompanhar o novo formato do Mundial de Clubes 2025 com transmissão garantida na TV aberta. A Globo está finalizando um acordo com o DAZN, detentor dos direitos globais da competição, para exibir o torneio com exclusividade na televisão. O acerto deve ser oficializado nos próximos dias e fará parte das celebrações pelos 60 anos da emissora.

A informação foi divulgada pelo jornalista Gabriel Vaquer na coluna F5, da Folha de São Paulo. O contrato prevê a transmissão de 34 dos 63 jogos previstos, incluindo todas as partidas dos clubes brasileiros — Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Botafogo —, além da abertura e das fases eliminatórias. A TV aberta exibirá os principais confrontos, enquanto o SporTV, na TV por assinatura, terá também duelos entre gigantes europeus como Real Madrid, Manchester City, Bayern de Munique, PSG, Chelsea, Inter de Milão e Atlético de Madrid.

Troféu do Mundial de Clubes 2025 | Foto: FIFA

A negociação, mediada diretamente com a Fifa por meio do DAZN, envolveu uma autorização especial para que a Globo tivesse acesso a partidas também na TV paga — um movimento estratégico para ampliar o alcance da competição no Brasil. No cenário global, o DAZN pagou cerca de US$ 1 bilhão (R$ 6 bilhões) pelos direitos do torneio, que ocorrerá entre os dias 15 de junho e 13 de julho de 2025, nos Estados Unidos.

Além da Globo, o Mundial será transmitido gratuitamente pelo próprio DAZN via streaming e também pela CazéTV no YouTube. O novo modelo do torneio, com 32 clubes distribuídos em oito grupos, marca uma mudança estrutural na competição, que passará a ter caráter mais semelhante ao de uma Copa do Mundo. A expectativa é que o anúncio oficial ocorra no próximo fim de semana, durante a transmissão de Flamengo x Corinthians, pelo Brasileirão.

Nas pistas

“2DIE4 – 24 Horas no Limite” promete ser o filme de corrida mais autêntico do cinema

Obra mostra trajetória do piloto Felipe Nasr durante a corrida das 24 horas de Le Mans, na França

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O cinema brasileiro volta os olhos para o automobilismo com uma proposta pouco comum: transformar a experiência real de uma corrida em narrativa cinematográfica. “2DIE4: 24 Horas no Limite”, dirigido pelos irmãos André Abdala e Salomão Abdala, chega com a ambição de ser o filme de corrida mais autêntico já produzido no país.

A escolha por Felipe Nasr como protagonista reforça esse caminho. Em vez de um ator, o longa aposta em um piloto profissional vivendo a própria realidade nas pistas. O enredo acompanha sua participação nas tradicionais 24 Horas de Le Mans, uma das provas mais exigentes do automobilismo mundial, marcada pela resistência física e mental ao longo de um dia inteiro de competição.

A produção também chama atenção pelo formato. Com uma equipe reduzida, de apenas oito pessoas, o filme foi rodado com tecnologia de alto padrão e será o primeiro longa brasileiro exibido em IMAX. A proposta é simples na ideia, mas complexa na execução: colocar o espectador dentro do carro, próximo das decisões, da pressão e do desgaste que não aparecem nas transmissões convencionais.

Esse tipo de abordagem dialoga com uma mudança recente no consumo de esporte. O público não quer apenas o resultado, mas entender o processo, o que aproxima projetos como “2DIE4” de documentários esportivos que exploram bastidores e trajetórias.

Ao mesmo tempo, o filme levanta uma questão importante: até que ponto o realismo pode substituir a construção dramática tradicional do cinema? Ao abrir mão de atores e apostar na experiência crua, a obra assume o risco de ser mais técnica do que emocional para parte do público.

Ainda assim, o reconhecimento internacional, com o prêmio máximo no Motor Sports Film Award 2025, indica que há espaço para esse tipo de narrativa. Mais do que contar uma história, “2DIE4” tenta traduzir sensações: cansaço, foco e limite.

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Nas telas

Filme sobre Zico inicia pré-estreias e resgata história do ídolo que atravessa gerações

Produção chega aos cinemas em abril e reforça conexão entre futebol, cultura e identidade no Brasil

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https://youtube.com/watch?v=VHwdqhycyWo%3Fsi%3Dp7zZidUkLtxH9Q8E

A trajetória de Zico volta ao centro do debate esportivo e cultural com o início das pré-estreias do filme “Zico, o Samurai de Quintino”. A produção começa a circular pelo país neste mês de março e tem estreia nacional prevista para 30 de abril, propondo um olhar sobre um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro.

O filme aposta em uma narrativa que dialoga com valores que marcaram a carreira do ex-camisa 10: coletividade, disciplina e protagonismo dentro e fora de campo. Em um momento em que o futebol se aproxima cada vez mais do entretenimento, a obra tenta resgatar a dimensão humana e simbólica dos ídolos.

Essa estratégia se desdobra em outras frentes, como a websérie lançada paralelamente, em que o próprio Zico compartilha experiências e reflexões sobre trabalho em equipe e impacto social. O movimento amplia o alcance da história e aproxima o conteúdo de diferentes gerações.

Para o público baiano, a iniciativa dialoga com uma relação conhecida: a do futebol como memória coletiva. Assim como nomes locais ajudaram a construir a história da Seleção, figuras como Zico permanecem como referências que atravessam o tempo e ajudam a explicar o lugar do esporte na cultura brasileira.

O filme é distribuído pela Downtown Filmes e produzido pela Vudoo Filmes e Guará Entretenimento. A obra tem coprodução da Globo Filmes, SporTV, Pontos de Fuga e Investimage; com patrocínio master do Sicoob (que também esteve presente como patrocinador do Campeonato Baiano 2026) e patrocínio da Tim e Austral, além de contar com a RioFilme como codistribuidora.

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Nas telas

Ex-goleiro Gomes vê Rogério Ceni como nome para o futuro da Seleção Brasileira

Ídolo do Cruzeiro elogia trabalho do técnico do Bahia e defende mudanças estruturais no futebol nacional

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O ex-goleiro Gomes, titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010, afirmou que Rogério Ceni, atual técnico do Bahia, tem potencial para assumir a Seleção Brasileira no futuro, após a passagem de Carlo Ancellotti. A declaração foi feita durante participação no programa CNN Esportes S/A, exibido neste domingo.

“Um cara que eu creio que pode ser o futuro da Seleção Brasileira é o Rogério Ceni, por exemplo. Um cara que terminou de jogar e foi fazer o curso de treinador dele lá na Inglaterra”

Ao analisar a nova geração de treinadores brasileiros, Gomes destacou que o país atravessa um momento de transição no futebol, mas ainda conta com profissionais qualificados. Para ele, o trabalho desenvolvido por Ceni chama atenção e pode colocá-lo entre os nomes cotados para comandar a equipe nacional nos próximos ciclos.

Gomes acredita que estamos passando por uma transição onde o Brasil perdeu o timing com o futebol Mundial, mas ele acredita que o treinador brasileiro tem muita qualidade. Sobre o atual técnico do Bahia, Gomes foi direto:

“O Rogério hoje, falando assim sinceramente, ele tá muito evoluído nessa questão de futebol mundo, não só futebol brasileiro, mas grupo, né?

Durante a entrevista, Gomes também trouxe reflexões sobre o funcionamento do mercado da bola. Atualmente atuando como agente de futebol, ele alertou para o crescimento do agenciamento precoce de atletas e para a pressa na identificação de talentos cada vez mais jovens.

Segundo ele, nesse cenário de alta exposição, a estrutura familiar precisa ter papel central para proteger jovens jogadores de decisões precipitadas. O ex-goleiro também destacou a importância da regulamentação da atividade, lembrando que negociações devem ser conduzidas apenas por agentes licenciados pela FIFA.

Goleiros brasileiros na Inglaterra

Com experiência de anos no futebol inglês, Gomes apontou ainda um problema estrutural no futebol brasileiro: a falta de visão coletiva entre clubes e a questão da segurança nos estádios. Para ele, a organização da Premier League poderia servir de referência para o desenvolvimento do produto futebol no país.

O ex-goleiro também comentou a disputa pela posição na Seleção entre Alisson e Ederson e surpreendeu ao defender mais oportunidades para Fábio, destacando a longevidade e o desempenho do veterano goleiro.

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