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No pódio

Igor Nogueira é tetracampeão mundial de jiu-jitsu e quebra barreiras no paradesporto

Baiano conquista o topo pela quarta vez no Abu Dhabi World Parajiujitsu Championship

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Igor Nogueira, um nome que se consolida no jiu-jitsu paradesportivo, voltou ao Brasil como tetracampeão mundial de parajiujitsu. Aos 25 anos e portador de Transtorno do Espectro Autista (TEA), o baiano conquistou pela quarta vez o título mundial da modalidade em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, repetindo um feito que alcançou também em 2018, 2022 e 2023.

Com apoio do programa FazAtleta, o atleta expressou sua gratidão ao contar como o suporte da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) foi fundamental para seu desenvolvimento no esporte. “Estou muito feliz. Graças a Deus, consegui essa quarta medalha de ouro. Que eu possa continuar participando de outras competições para trazer ainda mais medalhas”, disse Igor.


Além do tetracampeonato mundial, Igor também já venceu o Pan-Americano de Parajiujitsu e o Grand Slam da modalidade em 2024, concluindo uma temporada repleta de conquistas. Marleide Nogueira, mãe de Igor, compartilhou o orgulho pela jornada do filho, enfatizando o significado do título para além das medalhas. “A vitória de Igor mostra que toda pessoa autista é capaz. Somos gratos demais à Sudesb por acreditar no potencial dele desde 2017, tornando possível que ele realize sonhos e inspire outros atletas com deficiência”, comentou.

A trajetória de Igor é um testemunho de como o paradesporto transforma vidas, oferecendo oportunidade e visibilidade para pessoas com deficiência. E o apoio que recebe é fundamental para que siga quebrando barreiras e conquistando o mundo. Com uma história de luta, Igor mostra que o jiu-jitsu pode ser um caminho de inclusão, resiliência e inspiração, quebrando estereótipos e expandindo os horizontes de tantos outros paratletas brasileiros.

Nas águas

Canoagem baiana domina Copa Brasil e reforça protagonismo nacional na modalidade

O que explica a hegemonia da Bahia nas provas de canoa e o impacto dessa base no cenário internacional?

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A Bahia voltou a mostrar força na canoagem nacional . Na Copa Brasil 2026, disputada em Lagoa Santa (MG), a delegação baiana conquistou 63 medalhas (sendo 21 de ouro) e confirmou um domínio consistente nas provas com embarcações do tipo canoa.

Mais do que o volume de pódios, o dado que chama atenção é o controle técnico das disputas: os atletas do estado venceram 19 das 21 provas da categoria. Um desempenho que não surge por acaso e que tem raízes em regiões como Itacaré e Ubaitaba, onde a modalidade faz parte do cotidiano.

Entre os destaques, nomes como Mateus Nunes e Valdenice Conceição, da Associação de Canoagem de Itacaré, além de Filipe Vinicius e Gabriel Assunção, da Associação Cacaueira de Canoagem, lideraram as principais provas de velocidade, tanto no individual quanto em duplas. São atletas que já transitam no cenário internacional e ajudam a consolidar a Bahia como referência.

A força, no entanto, não está apenas na elite. A base também chama atenção. Jovens como Lorrane Souza, Lucas Espírito Santo e Tailon Nascimento despontam como próxima geração, indicando que o ciclo de formação segue ativo e estruturado.

No quadro geral por equipes, a Associação de Canoagem de Itacaré terminou na segunda colocação, enquanto clubes de Ubaitaba também figuraram entre os primeiros colocados. Esse equilíbrio entre diferentes projetos reforça um ecossistema sólido, distribuído e competitivo.

A competição, que reuniu mais de 200 atletas de 26 clubes, também teve papel estratégico: serviu como seletiva para competições internacionais. Ou seja, além das medalhas, o desempenho impacta diretamente o futuro da modalidade no país.

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Nas pistas

Delegação baiana de BMX conquista 30 medalhas na Copa Nordeste

Resultados em Recife refletem o crescimento do BMX na Bahia e a formação de novos talentos

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A Bahia voltou a aparecer com força no BMX Racing. Na Copa Nordeste 2026, disputada em Recife, a delegação baiana conquistou 30 medalhas e subiu ao pódio 56 vezes, resultado que vai além dos números e ajuda a consolidar o estado no cenário competitivo da modalidade.

Com participação em todas as 41 categorias da competição, os baianos somaram pontos importantes no ranking nacional. O desempenho ganha peso justamente por acontecer em uma prova que reúne os principais nomes da região e funciona como termômetro técnico para a temporada.

Mas o resultado também expõe um movimento mais amplo. A presença da maior delegação do evento, com atletas da capital e do interior, indica um crescimento estruturado, que passa pela base e pela ampliação do acesso ao esporte.

Nesse contexto, projetos de formação têm papel central. Iniciativas como o Projeto Pedal vêm revelando novos nomes e ampliando o alcance do BMX no estado. Atletas como Yasmin Barbosa e Ana Clara já surgem como promessas, mostrando que o investimento na iniciação começa a gerar retorno dentro das pistas.

Ao mesmo tempo, o desempenho em Recife reforça um ponto recorrente no esporte baiano: a importância de garantir presença em competições. Estar no circuito, competir com frequência e pontuar no ranking são etapas essenciais para transformar potencial em resultado.

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No pódio

Futebol feminino baiano conquista título inédito nos Jogos Universitários Brasileiros

Trajetória da equipe da UniFTC revela o crescimento do futebol feminino universitário na Bahia

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O futebol feminino baiano alcançou um marco histórico. A equipe da UniFTC conquistou o título dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) Fut 2026, em Aracaju, e garantiu vaga no FISU America Games, que será disputado em julho, no Peru.

A conquista não é isolada. Ela representa o ponto mais alto de uma trajetória construída ao longo dos últimos anos. Depois de três vice-campeonatos consecutivos entre 2021 e 2023 e campanhas consistentes nas edições seguintes, o grupo finalmente transformou regularidade em título.

O resultado evidencia um processo de amadurecimento. Mais do que talento individual, a equipe demonstrou continuidade, algo ainda raro em muitos projetos do futebol feminino universitário no país.

A campanha também amplia o alcance da modalidade na Bahia. A classificação para uma competição internacional coloca as atletas em outro patamar competitivo e reforça a visibilidade do futebol feminino dentro do ambiente universitário, que muitas vezes funciona como ponte entre formação e alto rendimento.

Outro ponto relevante é o impacto coletivo. A delegação baiana contou com mais de 100 integrantes em diferentes modalidades, o que mostra um ecossistema esportivo universitário em expansão, com presença ativa em competições nacionais.

O título valida um projeto de longo prazo e sinaliza que, quando há sequência e estrutura, o futebol feminino baiano consegue competir, e vencer, em nível nacional. Agora, o desafio muda de escala. No cenário internacional, a equipe terá a oportunidade de medir forças com outros países e transformar a conquista em um novo ciclo de crescimento.

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