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Nos campos

Confira como foi a estreia de Jean Lucas pela Seleção Brasileira

Jogador do Bahia entrou no segundo tempo contra a Bolívia e viveu noite inesquecível, apesar da derrota brasileira

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Foto: Fábio Moreira Pinto (@fabiopintofoto)

O jogo que marcou a pior campanha da Seleção Brasileira nas Eliminatórias também foi especial para um baiano de coração. O volante Jean Lucas, do Bahia, estreou com a camisa verde e amarela na derrota por 1 a 0 para a Bolívia, nesta terça-feira (9), em El Alto. Ele conversou com Carlo Ancelotti e entrou aos 27 minutos do segundo tempo, no lugar de Andrey Santos, e não escondeu a emoção pelo momento.

“Foi algo inesquecível para mim. Queria sair daqui com o triunfo, mas jogar aqui é surreal, pesa muito”, disse o jogador, que ainda aproveitou para destacar a experiência de estar sob o comando de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção.

Atuação discreta, mas confiante

Jean Lucas participou pouco ofensivamente, mas manteve bom aproveitamento: acertou os sete passes que tentou e arriscou um chute de fora da área. Mesmo atuando por apenas 23 minutos, em mais de 4.000 metros de altitude, garantiu que já está pronto para defender o Tricolor nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil.

“Já mandei mensagem para o Rogério (Ceni) dizendo que quero estar em campo amanhã contra o Fluminense para a gente conseguir a classificação”

Orgulho e gratidão

Nas redes sociais, o volante tricolor compartilhou a emoção de vestir a camisa da Seleção: “Muito grato a Deus por esse sonho realizado e orgulhoso por representar o nosso país! Cada gota de suor valeu a pena, e vai valer ainda mais por novos sonhos e conquistas”.

Com a estreia de Jean Lucas, o torcedor baiano teve um motivo de orgulho em meio à fase turbulenta da Seleção. Agora, o volante volta suas atenções para o jogo decisivo do Bahia contra o Fluminense, nesta quarta-feira (10), no Maracanã, pela Copa do Brasil.

Confira momentos da estreia de Jean Lucas na Seleção Brasileira

Nos campos

Vitória reage contra arbitragem após derrota e aumenta pressão na CBF

Clube promete entrar com representação junto à CBF e diretoria ataca comissão de árbitros

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A derrota por 3 a 1 para o Athletico-PR, fora de casa, não terminou com o apito final para o Vitória. O clube deixou o campo com críticas contundentes à arbitragem e anunciou que vai formalizar uma nova representação junto à CBF, ampliando um movimento que já vinha desde jogos anteriores.

O principal ponto de contestação foi o pênalti marcado ainda no primeiro tempo, considerado inexistente pelos jogadores e pela comissão técnica. O lance gerou reação imediata, com o zagueiro Cacá afirmando que houve valorização do contato por parte do adversário.

Além disso, o Vitória questiona decisões disciplinares ao longo da partida. O clube entende que houve falhas graves de critério, especialmente em dois lances que, na avaliação interna, eram passíveis de expulsão e terminaram apenas com cartões amarelos, sem revisão do VAR.

A insatisfação foi além do campo. O técnico Jair Ventura cobrou o uso mais efetivo da tecnologia, enquanto o presidente Fábio Mota adotou um tom mais direto ao criticar a condução da arbitragem e a própria estrutura da comissão responsável.

Em nota, o clube detalha os lances contestados e afirma ter sido prejudicado pela segunda partida consecutiva, o que motivou a decisão de acionar formalmente o Comitê de Arbitragem. Dentro de campo, o resultado mantém o Vitória sem vencer como visitante e estacionado na parte intermediária da tabela, com 15 pontos.

Veja nota divulgada pelo Vitória

O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.

Nosso clube relata as seguintes ocorrências:

* Aos 7 minutos, nosso atleta Zé Vitor foi agredido com um chute enquanto estava no chão. O árbitro aplicou apenas cartão amarelo e o VAR não interveio.

* Aos 30 minutos, foi marcado um pênalti para o Athletico-PR em um lance onde nosso zagueiro não cometeu carga faltosa no atacante adversário. Novamente, o VAR não recomendou a revisão.

* Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro adversário atingiu o atacante Renê com um carrinho violento, visando apenas a perna do nosso jogador. Mais uma vez, o árbitro limitou-se ao cartão amarelo, sem revisão do VAR.

Diante do exposto, o Esporte Clube Vitória informa que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto ao Comitê de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol e de Competições.

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Brasileirão

Bahia reage na Fonte Nova, busca empate com o Santos e mostra força após pressão

Tricolor sofre dois gols de pênalti, mas reage no segundo tempo com Luciano Juba e Willian José

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O Bahia evitou mais um resultado negativo e arrancou um empate por 2 a 2 com o Santos, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em um jogo dividido em dois momentos bem distintos. Após sair vaiado no primeiro tempo, o time reagiu na etapa final e encontrou forças para buscar o resultado diante da sua torcida.

A primeira metade do jogo expôs fragilidades. O Bahia até tentou pressionar no início, mas viu o Santos assumir o controle com marcação alta e transições rápidas. Mais eficiente, o time paulista aproveitou dois lances de pênalti, convertidos por Rollheiser, para abrir vantagem. O Tricolor ainda acertou o travessão com Erick Pulga, mas saiu para o intervalo sob desconfiança.

A resposta veio com mudanças e postura diferente. O Bahia voltou mais agressivo, empurrando o adversário para o campo de defesa e apostando em volume de jogo, principalmente pelos lados. A pressão demorou, mas surtiu efeito.

O primeiro gol saiu em bonita cobrança de falta de Luciano Juba, que recolocou o time na partida. A partir daí, o cenário mudou. Com mais confiança, o Bahia seguiu insistindo até chegar ao empate com Willian José, de cabeça, após cruzamento de Erick Pulga.

O empate ainda poderia ter se transformado em virada, mas faltou precisão no momento final. Mesmo assim, o resultado ganha peso pelo contexto: o Bahia vinha de derrota na Copa do Brasil e precisava dar uma resposta imediata. O time mostrou capacidade de reação, mas também evidenciou problemas defensivos e dificuldade em sustentar regularidade ao longo dos 90 minutos.

Com 21 pontos e ainda entre os primeiros colocados, o Bahia segue competitivo, mas o desempenho reforça a necessidade de equilíbrio. A recuperação no segundo tempo anima, mas o início irregular indica que há ajustes urgentes para sustentar a briga na parte de cima da tabela.

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No estilo

Fluminense de Feira lança uniforme e aproxima futebol da literatura do sertão baiano

Touro do Sertão transforma identidade cultural em narrativa dentro e fora de campo

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O Fluminense de Feira apresentou sua nova coleção de uniformes para a Série B do Campeonato Baiano 2026 com uma proposta que vai além do futebol. Com o conceito “O Sertão Não Se Rende”, o clube aposta na valorização da cultura local como parte da sua identidade esportiva.

O lançamento traz uma homenagem direta a dois nomes da literatura feirense: Antonio Brasileiro e Roberval Pereyr.

O ensaio da campanha foi realizado no Museu Casa do Sertão, em Feira de Santana, espaço que carrega a memória da região e dialoga com a proposta do projeto. Ao reunir jogadores e artistas no mesmo ambiente, o clube constrói uma narrativa que aproxima esporte e literatura em torno de uma mesma identidade. Isso insere o clube em um movimento mais amplo de conexão com o território, reforçando o papel do futebol como plataforma de expressão cultural.

A iniciativa também revela uma tentativa de reposicionamento. Em um cenário onde muitos clubes ainda limitam suas ações ao campo esportivo, o Fluminense de Feira busca se afirmar como agente cultural, valorizando referências que, muitas vezes, ficam à margem do grande público.

Os próprios homenageados destacam esse ponto. A valorização da arte local aparece como um caminho para ampliar o alcance da literatura e criar novos pontos de contato com a população, algo que o futebol, pela sua capilaridade, consegue potencializar.

Ao incorporar elementos culturais à sua comunicação, o Fluminense de Feira reforça vínculos com a comunidade e constrói uma identidade que não depende apenas de resultados dentro de campo.

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